Comunidade da Biblia Catolica

Conhecendo a Palavra de Deus

Christian Géa

Espiritismo X Santíssima Trindade

Espírita: O amado mestre Jesus não pode ser Deus, pois existe apenas um único Deus. Deus criou o céu e a terra e todas as criaturas para evoluirem e Jesus é apenas um ser como nós que está muito mais evoluído em função das inúmeras reencarnações que passou.

Católico: Note que Deus reconhece o Filho como Deus. Em Hebreus 1,4 diz que Jesus é bem maior que os anjos, no versículo 5 Deus fala que a nenhum anjo disse que é filho dele e que o gerou. Se Jesus fosse apenas um espírito elevado como a doutrina espírita diz, então Jesus teria o mesmo tratamento que os demais anjos. No versículo 8 complementa dizendo: o teu trono, ó Deus, subsiste para a eternidade. Note que Deus se refere a Jesus como “ó Deus”, dizendo: o SEU trono subsiste para a eternidade. Sabemos que na Bíblia está escrito que Jesus está sentado à direita do Pai de onde há de vir e julgar os vivos e os mortos; neste mesmo versículo (8) Deus diz: o Cetro do teu Reino é Cetro de Justiça. No versículo 9 o próprio Deus novamente chama Jesus de Deus. Portanto este é o mistério da Fé. Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Isto está na Bíblia e não foi uma invenção da igreja Católica. Por que chamamos de mistério? Porque isto somente entenderemos com clareza quando estivermos na Glória de Deus.

Espírita: Os espíritos têm ‘escalas de evolução’, não é tão simples como dizer: Deus, Jesus, Anjo, Santo. No espiritismo Deus criou todas as almas simples e ignorantes. Só tem criador e criatura. As almas vão crescendo à medida que vão adquirindo estudo e amor. Isto faz muito mais sentido do que dizer: Acredite nisto e não discuta! (dogma) Nosso amado mestre Jesus Cristo veio a terra para ensinar as pessoas sobre amor e caridade. A santíssima trindade NÃO está na bíblia, isto foi criado depois pelos católicos. Mas espere! Qual é o ‘tratamento diferenciado’ que Jesus teve dos anjos?

Católico: Esplendor da glória (de Deus) e imagem do seu ser, sustenta o universo com o poder da sua palavra. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, está sentado à direita da Majestade no mais alto dos céus, tão superior aos anjos quanto excede o deles o nome que herdou. (Hb 1, 3-4)

E novamente, ao introduzir o seu Primogênito na terra, diz: Todos os anjos de Deus o adorem (Hb 1, 6)

Se isto não for tratamento diferenciado então não sei o que é: “TÃO SUPERIOR AOS ANJOS” e depois “TODOS OS ANJOS DE DEUS O ADOREM”. Desculpe, mas Jesus não é simplesmente uma Criatura de Deus como os anjos e espíritos. Sabemos que todos (homens, Anjos e Santos) devem adorar somente a Deus, pois adorar algo ou alguém que não seja Deus é idolatria, então por que Deus ordenou aos Anjos que deveriam adorar Jesus? Se Cristo não fosse Deus Filho adorá-lo seria idolatria. Também existe a passagem onde os 3 Reis Magos vão adorar Jesus. Isto prova a divindade de Jesus Cristo. E Deus não criou todas as criaturas de igual modo, ignorantes, para irem evoluindo. Os anjos já foram criados com status de anjo, veja:
Salmos, 8
5. Que é o homem, digo-me então, para pensardes nele? Que são os filhos de Adão, para que vos ocupeis com eles?
6. Entretanto, vós o fizestes quase igual aos anjos, de glória e honra o coroastes.

Note que se fomos criados quase igual aos anjos e os anjos já existiam antes do homem ser criado por Deus.

Espírita: Se você está dizendo que podem existir dois deuses. Não tenho nem o que discutir.

Católico: De uma vez por todas, não são dois deuses. São na realidade três que formam um único Deus. Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Vou tentar explicar de uma forma mais didática, ok? Quando você se refere a você mesmo você diz "eu" ou você diz "nós"? Claro que você diz "eu", apesar de você ser constituído de espírito, corpo e alma. Espírto, corpo e alma que formam um único ser, você. Deus precisava vir a Terra, mas mesmo vindo a Terra sempre está em todo lugar, portanto continuaria no Céu. Espírito Santo é o próprio Espírito de Deus, pois todos, inclusive Deus, possuímos espírito. Deus tinha que vir como homem para que se cumprisse a professia e nos livrar do pecado através da morte e ressurreiçao, pois vindo apenas como Deus não poderia morrer. Maria ficou grávida pelo poder do Espírito Santo e nasceu Jesus. Espírito Santo, como já mencionado, é o próprio Espírito de Deus, logo temos Deus Pai, Deus Filho (ele mesmo como homem) e Deus Espírito Santo.

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Respostas a este tópico

FABIANO MACHADO SILVA disse:
Cristian entendo perfeitamento o que vc colocou e seu ponto de vista!!!

mas antes gostaria de Ressaltar, que nao dizemos q Jesus é o proprio Deus, mas todo espirita, segue (ou tentamos) os ensinamentos de Cristo ao maximo. reconehcemos ele um ser divino sem duvida, o Ser Mais perfeito a pisar na terra. reconhecemos ele como simplesmente o maximo, eu particulamento leio suas passagens e fico maravilahdo com seus exemplos, com a quebra dos paradigmas existentes na epoca de forma tão brilhante, tudo isso feito em tres anos com 11 iletrados (o 12 seria mateus, que sabia escrever). entedemos que ele tanto é puro q se seguirmos ele, como Francisco de Assis seguiu, certamete chegaremos ao pai!!!

Mas diversas partes q vc colocou, Jesus se refere claramente que ele é o filho; e Deus é o pai. na parte q ele fala que ele e Deus seja a a mesma pessoa, nós espiritas entendemos da seguinte forma que vou tentar explicar com um exemplo:
- Nao me lembro agora de cabeça se Foi Paulo de Tarso ( S. Paulo) ou Francisco de Assis (S. Francisco) que falou da seguinte forma:
" ja não sou eu que vivo, mas o cristo que vive em mim".

observe que nesta frase o seu autor fala que ele nao "vive" mais como ele, mas diz q o cristo vive nele, pq ele tanto segue os ensinamentos do cristo a risca que ele faz essa apologia. pois ele e cristo virou uma unidade, na forma de pensar e proceder.
isso nao significa que ele e o cristo são as mesmas pessoas, eles são pessoas diferentes!!!! da mesma forma entedemos qdo Jesus diz que ele e o Pai é um só, ou seja q ele e o pai é uma unidade.

e isso foi um dos ensinamentos do cristo, ele quer q nos todos sejamos "uno", sejamos uma unidade só, no que diz respeito aos seus ensinamentos.
observe que podemos mudar essa frase sem mudar seu entendimento para "eu e o cristo somos um só"( no caso do autor, nós estamos muito longe de poder dizer isso) .

vc disse:
"Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele".
isso pra mim ta claro, Deus ENVIOU AO O MUNDO O SEU FILHO..., se Jesus fosse o proprio Deus, acho que estava mais ou menos assim " eu vim ao mundo....). agora vá la em cima e veja a pergunta 625 q kardec fez aos Bons espiritos, e veja como é parecido!!!!!

vc tb disse. que cachorro gera cachorro, homem gera homem , e Deus Gera Deus......

pra mim isso nao procede, concordo q cachorro gera cachorro etc. mas Deus gera tudo q existe, se Deus Gerasse Deus, entao teriamos varios Deuses. observe o q os espiritos nos diz na 1 questão que tb esta lá em cima:
" Deus é inteligencia suprema, causa primaria de todas as coisas"
se ele é a causa primaria de TODAS as coisas, ele nao pode somente gerar Deus. ele é a causa primaria de todas as coisas!!!!!!.
muito obrigado pela atenção
muita paz a todos!!!!

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Fala meu amigo, tudo bem?

Fabiano, pelo que eu pude concluir, o espiritismo não trata Jesus Cristo como apenas uma pessoa qualquer, como já ouvi, então você diz que ele é o ser mais perfeito que já veio á terra, nós (católicos) dizemos que se trata de Deus Filho, porém o mais importante é fazermos como você colocou, vivermos conforme Cristo nos ensinou, na caridade, amor ao próximo etc. O que acontecerá conosco após a morte acredito que não devemos nos preocupar (curiosidade ou busca de conhecimento é uma coisa, preocupação é outra), porque se nos preocuparmos com o que acontecerá na próxima existência é porque devemos algo (rs). Fique Deus. Abs. Christian.

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concordo plenamente!!!!
um garnde abraço
fabiano

Christian Géa disse:
Fala meu amigo, tudo bem?

Fabiano, pelo que eu pude concluir, o espiritismo não trata Jesus Cristo como apenas uma pessoa qualquer, como já ouvi, então você diz que ele é o ser mais perfeito que já veio á terra, nós (católicos) dizemos que se trata de Deus Filho, porém o mais importante é fazermos como você colocou, vivermos conforme Cristo nos ensinou, na caridade, amor ao próximo etc. O que acontecerá conosco após a morte acredito que não devemos nos preocupar (curiosidade ou busca de conhecimento é uma coisa, preocupação é outra), porque se nos preocuparmos com o que acontecerá na próxima existência é porque devemos algo (rs). Fique Deus. Abs. Christian.

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O Espiritismo e a Igreja Católica


A DOUTRINA SOBRE A REDENÇÃO

"É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de Sua graça que Ele derramou profusamente sobre nós", explica São Paulo aos Efésios (1,7). Nossa Redenção pela Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da Fé Cristã. Nisto consiste propriamente a "boa nova" ou os "Santos Evangelhos". Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de Allan Kardec. Segundo ele, cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema de reencarnações.

Jesus disse aos seus Apóstolos: "Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados" (Jo 20,23). Mas os espíritas não procuram receber o perdão divino que lhes é generosamente oferecido. O espiritismo nega a criação da alma humana, recusa a união substancial entre corpo e alma, afirma que não há anjos e demônios, repudia os privilégios de Maria Santíssima, não admite o pecado original, contesta a graça divina, abandona toda a doutrina sobrenatural, rejeita a unicidade da vida humana terrestre, ignora o Juízo particular depois da morte, não concede a existência do Purgatório, ridiculariza o Inferno, reprova a ressurreição da carne e desdenha o Juízo Final. Em uma palavra: renuncia a tudo que é Cristão.

FALSOS CRISTÃOS

Sendo o Brasil um país tradicionalmente Católico, os espíritas se apresentam como "cristãos" e difundem principalmente o "Evangelho Segundo o Espiritismo". Começaram por dizer que o espiritismo é apenas ciência e filosofia, não cogitando de questões dogmáticas; que eles não combatem crença alguma; que o Católico para ser espírita, não precisa deixar de ser Católico; que todas as religiões são boas, contanto que se faça o bem e se pratique a caridade, etc.; e por isso vão dando nomes de Santos nossos aos centros espíritas. O Conselho Federativo resolveu prescrever a seguinte norma geral:

"As sociedades adesas (à Federação Espírita Brasileira), mediante entendimento com a Federação, quando esta julgar oportuno e as convidar para isso, cuidarão de modificar suas denominações no sentido de suprimir delas o qualitativo de "Santo" e de substituir por outras, tiradas dos princípios e preceitos espíritas, dos lugares onde tenham sua sede, das datas de relevo nos anais do espiritismo e dos nomes dos seus grandes pioneiros". Assim, por exemplo, começa algum centro espírita por chamar-se "Centro São Francisco de Assis", depois, quando a Federação julgar oportuno, suprimirá o qualitativo de "santo", e afinal, quando seus adeptos já estiverem suficientemente distanciados da Santa Igreja, será "Centro Allan Kardec"...

O ESPÍRITA PERANTE A SANTA MADRE IGREJA

Em 1953 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil reafirmou a determinação feita pelo Episcopado Nacional da Pastoral Coletiva de 1915, revista pelos Bispos em 1948 nestes termos: "Os espíritas devem ser tratados, tanto no foro interno como no foro externo, como verdadeiros hereges e fautores de heresias e não podem ser admitidos à recepção dos Sacramentos, sem que antes reparem os escândalos dados, abjurem o espiritismo e façam a profissão de Fé".

Segundo o novo Código de Direito Canônico (de 1983), "chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do Santo Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com Fé Divina e Católica, ou se duvida pertinazmente a respeito dela" (Cân. 751); e no Cânon 1364, parágrafo 1, a nova legislação eclesiástica determina que o "herege incorre automaticamente em excomunhão", isto é: deve ser excluído da recepção dos Sacramentos (Cân. 1331, parág. 1), não podem ser padrinhos de Batismo (Cân. 874), nem da Confirmação (Cân. 892) e não lhe será lícito receber o Sacramento do Matrimônio sem licença especial do Bispo (Cân. 1071) e sem as condições indicadas pelo Cânon 1125. Também não pode ser membro de associação ou irmandade católica (Cân. 316). (d. Boaventura Kloppenburg (ofm), Bispo Emérito da Diocese de Novo Hamburgo-RS/Brasil).

Comentário

É de se ver com suspeita certos grupos que surgiram depois de século XVI a partir de Lutero e que dizem servir a Jesus Cristo, enquanto que para negar e atacar a Santa Igreja, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, recorrem a todo o tipo de má-fé: acusações infâmes, calúnias e injúrias de todo o tipo, tentando denegrir a Instituição Divina. E uma dessas falsidades é passar aos seus prosélitos a idéia de que a Igreja Católica e o espiritismo é a mesma coisa, ou que na Igreja Católica tudo é permitido.

E para que os seus prosélitos nunca tenham acesso às verdades da Verdadeira Fé, instigam os seus adeptos a só aceitarem da Igreja Católica a Bíblia Sagrada, e mesmo assim, incompleta, pois que dos 73 livros, somente 66 são aceitos por eles, e muitas vezes adulterados. Muito conveniente para quem deseja mostrar uma extraordinária faixada, às vezes bela, emotiva e atraente, porém, sem o essencial da nossa Verdadeira Fé de dois mil anos, desde os tempos de Cristo até os dias de hoje. E muitas vezes, inchados de orgulho, para justificar as suas mentiras, recorrem ao fanatismo emocional ou dizem que a Igreja errou muito no passado e deixou de existir, ou então que Nosso Senhor Jesus Cristo não fundou nenhuma Igreja.Essa é uma mentira flagrante que revela a extrema desonestidade, visto que em qualquer uma das afirmações nega a Bíblia e chama Jesus Cristo de mentiroso.

É só olharmos a Bíblia: em Mt 16,18 Jesus diz: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela". Quem nega esta verdade, e diz estar seguindo a Bíblia, esse sim, é prevaricador e mentiroso, porque é filho do pai da mentira, e por isso têm ódio contra tudo que vem da parte de Deus (Cf Gen. 3,15), e odeia aquela Mulher a quem o próprio Deus concedeu-lhe o poder de esmagar a cabeça da serpente e Satanás. De fato, o ódio entre os filhos da luz e os filhos das trevas; a descendência da Mulher e a descendência de Satanás, a antiga serpente. Que a Santíssima Virgem e Mãe de Deus interceda por esses infelizes que se deixaram prender e escravizar nas armadilhas de Satanás, para que a Misericórdia de Nosso Senhor e Deus chegue até eles, para que se convertam à única Igreja do Senhor Jesus, à qual foi confiado todo o Patrimônio da Verdadeira Fé (I Tim 3,15; Ef 3,10).

O ESPIRITISMO NÃO CONDUZ A ALMA DE VOLTA PARA DEUS

"... e se então alguém vos disser: eis aqui está o Cristo; ou, ei-lo acolá; não creias! Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão sinais e prodígios para seduzir, se possível for, até os escolhidos. Eis que vos preveni de tudo" (Mc. 13.21-23).

Está na Sagrada Escritura (Bíblia), Palavra de Deus, o Espírito Santo falando aos seus profetas:

• No Livro de Levítico diz: "...Se alguém se dirigir aos espíritas ou advinhos para formicar com eles, voltarei meu rosto contra esse homem e o cortarei do meu povo" (Levítico 20,6). Obs: Esse Livro (Levítico) foi escrito há aproximadamente 400 anos antes do nascimento de Cristo: portanto somando-se 400 anos antes do nascimento de Jesus mais 1.999 após o seu nascimento (dias de hoje), dará uma soma de 2.399 anos, ou seja, o Espírito Santo de Deus já nos avisava há 2.399 anos o que iria estar ocorrendo nos dias de hoje; a confusão que o espírito das trevas, o pai da mentira, Satanás iria estar provocando.

À Partir do séc. XIX, na França, com Alan Kardec, surgiu essa grande fraude (mentira) que hoje já confunde e ilude a milhões de pessoas com essa falsa doutrina reencarnacionista. Essa doutrina desmente mais de 40 verdades da Sagrada Escritura (Bíblia); a não ser que você não acredite na Bíblia, e prefira os falsos profetas! Porém isto também foi antecipado por Deus ao Profeta Jeremias, 700 anos antes do nascimento de Jesus, onde diz, no capítulo 17, versículo 5:

• "Eis o que diz o Senhor Deus: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!..." Se você prefere renegar a Palavra de Deus, na Bíblia, e apoiar-se em homens, falsos profetas como Alan Kardec, Buda e etc., não tenha dúvidas que quando comparecer ao Tribunal Divino será cobrado por essa atitude incrédula, teimosa ou quem sabe até orgulhosa; pois avisado você foi!!! Ainda na mesma época, aproximadamente 400 anos antes do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador e Redentor – o Filho do Deus Vivo – temos o Livro do Deuteronômio e, portanto, mais uma vez o Espírito

Santo de Deus avisando aos homens sobre a falsa doutrina que viria, ou seja, o Espiritismo:

• "... Não se ache no meio de ti, quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê a adivinhação, a astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou a invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abominará aqueles que se dão a essas práticas..." (Deuteronômio 18,10-12).

Portanto, concluindo, que fique bem claro: "o espiritismo é abominável diante de Deus"; e como não existem três caminhos, são apenas dois, ou seja, o que conduz à Deus e o que leva ao inimigo de Deus, esteja pois, bem alerta, porque a ação do espírito das trevas é tirar as pessoas do verdadeiro Evangelho, o único que Jesus deixou; leia à seguir o que São Paulo diz na Epístola aos Gálatas, capítulo 1, versículos 6 à 10:

• "Mas, ainda que alguém, nós ou um anjo baixado do Céu, vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema. (maldito) Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebeste, seja ele excomungado!" (Gálatas 1,6-10).

Portanto, note bem, o evangelho segundo Alan Kardec é um anátema (maldito); seja ele e seus seguidores excomungados, alerta São Paulo!

Definitivamente, pois, siga o único e verdadeiro Evangelho que Jesus Cristo deixou e dentro da única Igreja que instituiu e entregou a Pedro, para ser o primeiro Papa; e que está muito claro no Evangelho de São Mateus, capítulo 16, versículo 18... "Pedro, tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja..." (Mateus 16,18). Todas as outras igrejas foram fundadas por homens, que se julgaram juízes da única Igreja que Jesus deixou, ou seja, dissidentes. Esses fizeram as suas "igrejas" somente à partir do século XV; portanto, por mais de 1400 anos, existiu apenas a Igreja que Jesus Cristo instituiu, o que deveria acontecer até hoje; isso, se todos os homens fossem obedientes! A obediência também está no Evangelho e Jesus deixou bem claro: "Ai daqueles que alterarem um só til das minhas palavras"; e mais "ai daqueles que julgarem antes de mim"! Medite e decida, porque Deus nos deu o livre-arbitro e a inteligência para escolhermos inclusive a quem queremos entregar à nossa alma.

"Divulgue, vamos resgatar almas das trevas e levar para única e verdadeira luz!"

O ESPIRITISMO É CRISTÃO?

Não, não é! Finalmente um espírita autêntico proclama esta verdade em alto e bom tom: No livro "À Margem do Espiritismo" (FEB, 3ª edição, 1981, pág. 214), do espírita Carlos Imbassahy, lemos:

• Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo como as demais seitas cristãs. Não aceita os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. A discussão, no terreno em que se acha, seria ótima com católicos, visto como católicos e protestantes baseiam seus ensinamentos nas Escrituras. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo."

O espiritismo nega dezenas de verdades cristãs proclamadas ao longo dos séculos:

• A Bíblia: pela frase acima, vemos que a Bíblia é uma das verdades negadas pelo Espiritismo. Seus doutrinadores se referem a esta em tom jocoso ou de superioridade, cegos por seu próprio orgulho, como outros tantos do passado: Voltaire, filósofo francês, que morreu em 1778, disse que depois de 100 anos de sua morte, o Cristianismo sumiria. A circulação da Bíblia aumentou. E, 50 anos depois, a Sociedade Bíblica de Genebra usou a gráfica e residência de Voltaire para imprimir Bíblias!!

Nem iluministas e maçons como Voltaire, ou Kardecistas hão de conseguir reduzir o papel da Bíblia. Hoje, a Igreja divulga a Bíblia, de modo que cerca de 98% da população do globo pode ter acesso a ela. Mais que isto, é o próprio Jesus que diz: "E eu vos garanto: enquanto não passar o Céu e a Terra, não passará um i ou um pontinho da Lei." (Mt 5,18). Quando citam a Bíblia, os espíritas chegam mesmo a fazer distorções grosseiras. O sr. Américo Domingos Nunes Filho, no livro "Por que sou Espírita" que o diga: citou Mt 18,8-9 e esqueceu a última palavra do versículo: "seres lançado no inferno de fogo eterno"; em Gn 44,5 atribui a José "a taça de fazer adivinhações", quando esta, na verdade, era do faraó do Egito... Quantas mais eu poderia citar aqui? Não precisa. A FEB já se manifestou: "O Reformador", no fascículo de janeiro de 1953, na página 13, sobre a Bíblia:

• "Do Velho Testamento, já nos é recomendado somente o Decálogo, e do Novo Testamento apenas a moral de Jesus; já consideramos de valor secundário, ou revogado e sem valor algum, mais de 90% do texto da Bíblia."

• Deus: no espiritismo, o papel de Deus é secundário. Reduz-se a um mero guarda de trânsito para o vai-e-vem dos espíritos, que estão "mergulhados no fluido divino". Para quem nega o panteísmo, Allan Kardec e sua turma escorrega bastante: Espíritos "se acham mergulhados no fluido divino" (A genese, p.56).

O espírita Rangel Veloso, em seu livro "Pseudos Sábios ou Falsos Profetas", ed. 1947, pág. 34, assim se expressa ao declarar ter ouvido em centro espírita a concepção panteísta de Deus: "Deus é uma folha de papel, rasgadinha em milhões, bilhões e não sei quantas mais divisões. Lançados esses pedacinhos de papel no Universo, cada pedacinho de papel representa um homem e um ser existente, e todos reunidos, formando o todo, é deus". Ora, este não é o Deus que nós Cristãos conhecemos ao longo de toda a história da humanidade. Não é o mesmo Deus que nos revelou através de Moisés e que disse: "Eu sou o que sou" (Ex 3,14).

• A Santíssima Trindade: É constrangedor o silêncio de Allan Kardec a respeito da Santíssima Trindade. Fala de Jesus, embora negando sua natureza divina, e esquece o que Ele disse a respeito do 'Pai e do Filho e do Espírito Santo'. Em alguns trechos, parece confundir o próprio Espírito Santo com Deus-Pai.

• Jesus: "Esse Jesus de Nazaré, sem dinheiro nem armas, conquistou milhões de pessoas num número muito maior que Alexandre, César, Maomé e Napoleão; sem o conhecimento e a pesquisa científica Ele despejou mais luz sobre assuntos materiais e espirituais do que todos os filósofos e cientistas reunidos; sem a eloquência aprendida nos bancos escolares, Ele pronunciou palavras de vida como nunca antes, nem depois, foram ditas e provocou resultados que o orador e o poeta não conseguem alcançar; sem ter escrito uma única linha, Ele pôs em ação mais canetas, e forneceu temas para mais sermões, discursos, livros profundos, obras de arte e música de louvor do que todo o continente de grandes homens da antigüidade e da atualidade" (Philip Schaff, historiador). Esse mesmo Jesus não é visto como Deus no Espiritismo, é apenas mais um "espírito evoluído que continua em evolução".

Cristo é enfático ao se revelar como Deus e assim proceder. Eis um dos motivos de sua crucificação... "Mas todo aquele que me negar diante dos outros, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus." (Mt 10,33).

• A Redenção: "É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de sua graça que ele derramou profundamente sobre nós", explicava São Paulo aos Efésios (1,7). Nossa redenção pela Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da Fé Cristã. Nisso consiste propriamente a "Boa Nova" ou o "Evangelho". Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de Allan Kardec. Segundo ele, cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema de "reencarnações". Leão Denis o enuncia cruamente quando escreve: "Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade.

O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo." (Cristianismo e espiritismo, p. 88). Daí esta doutrina de Allan Kardec: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes." (O céu e o inferno, 88).

• O Perdão: dentro desta ótica, não há espaço no Espiritismo para o perdão. Pasmem, o perdão seria uma injustiça, pois quebraria a frieza do "olho por olho, dente por dente" que é a Lei do Karma. A lei do Karma é fatal: é ela que "explica" as injustiças e desigualdades deste mundo. Se bem que ela é também quem ajuda a mantê-la. A Índia, um país reencarcionista, com seus mais de 700 milhões de habitantes, bem demonstra tal fatalidade, com uma sociedade dividida em castas. Não é a toa que a mensagem Cristã das Irmãs da Caridade e dos Jesuítas causou tanto impacto em um ambiente deste, de povo conformado com a lei do "karma", de "se expiar" para a vida posterior. O deus no Espiritismo é um fiscal, observando a "divida contraída que deverá ser paga".

Ora, tudo recebemos da graça de Deus. Não temos como restitui-lo totalmente. É por isto que Ele abre espaço para o perdão, pois quer "que todos se salvem".

• A Confissão: onde não há o devido espaço para o perdão, também não poderia haver para o seu respectivo Sacramento. No entanto: "Jesus disse-lhes de novo: 'A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio'. Após essas palavras, soprou sobre eles e disse: 'Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados serão perdoados. A quem não perdoardes os pecados não serão perdoados'." (Jo 20,21-23).

Ignoram a história da mulher adúltera, onde Jesus diz: "Erguendo-se, disse para a mulher: 'Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?' Ela respondeu: 'Ninguém, Senhor'. Jesus lhe disse: 'Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais'. (Jo 8,10-11). Jesus perdoou com o simples arrependimento. Arrependimento que, sendo sincero, apaga a falta e abre o Cristão para uma nova vida: "não peques mais". Em nenhum momento, Cristo impõe mais condições, do tipo vamos "renegociar a sua dívida".

• O Batismo: Jesus mandou os apóstolos irem pelo mundo inteiro, para ensinar a todos tudo quanto Ele lhes ordenara, batizando a todos "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19-20), esclarecendo: "Aquele que crer e for batizado será salvo; o que não crer será condenado" (Mc 16,16). No Brasil, os espíritas, fiéis à doutrina codificada por Allan Kardec, já não batizam nem fazem batizar seus filhos. Nem teria sentido. Pois é pelas reencarnações que os homens devem alcançar a perfeição...

• Os Sacramentos: Além dos já citados (Batismo e Confissão) o Espiritismo nega todos os outros Sacramentos: Confirmação, Eucaristia, Ordem e Unção dos Enfermos, só aceitando mesmo o Matrimônio. Consideram os Sacramentos como "meros ritos, formas, liturgia", ignorando que eles são graças derramadas por Deus sobre os homens, justamente porque não somos nada sem a graça divina. Sem esta, não há "religare" com Deus, pois não temos força em nós mesmos para chegarmos a tanto.

• A Igreja: Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus e o que ligares na terra será ligado nos céus e o que desligares na terra será desligado nos céus". (Mt 16,18-19). Mas os espíritas não dão nenhuma importância nem a Pedro e seus sucessores, nem à Igreja que Jesus dizia "sua", nem ao poder das chaves que o Senhor Jesus entregou ao chefe do Colégio Apostólico.

Jesus declarou aos apóstolos: "Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lc 10,16). Para os espíritas tudo isso já está superado, pois eles vão receber as orientações dos espíritos que baixam em seus centros. No livro "Depois da Morte" (p.80), profetiza Leão Denis: "Chegará a ocasião em que o Catolicismo, seus dogmas e práticas não serão mais do que vagas reminiscências quase apagadas da memória dos homens, como o são para nós os paganismos romanos e escandinavos". Enfim, a influência maçônica de ódio à Igreja ("a Infame", segundo Voltaire) se faz presente no Espiritismo. Nada estranho: León Hippolyte Denizart Rivail (=Allan Kardec) foi maçon de grau 33 junto à Grã-Loja Escocesa Maçônica de Paris.

• Fé e Obras: Dentro da orgulhosa doutrina espírita, a salvação virá exclusivamente pelas "boas obras" que cada um faz, "resgatando as suas dívidas". Ora, eis o que leio em S. Tiago: "Por minhas obras te mostrarei a fé". São necessários os dois. São interligados, como teoria e prática. A respeito da fé, ainda vemos: "Quem não crer será condenado" (Mc 16,16); "Sem fé é impossível agradar a Deus" (Hb 11,6).

• A Ressurreição: Por mais que São Paulo fale que a Fé Cristã é baseada na Ressurreição, e que sem esta seria vazia, os espíritas a ignoram totalmente. Falam em reencarnação, trazendo à tona os paganismos, contra os quais, S. Paulo tanto lutava. Qualquer pessoa pode abrir o Novo Testamento e ver o quanto é destacada a Ressurreição. Não há porque se ampliar demais no tema...

• As Aparições: A Bíblia enumera alguns casos de aparição, onde Anjos enviados por Deus vêm a Terra dar a sua colaboração no plano salvífico. Todas estas aparições que aí vemos são de iniciativa própria, única e exclusiva de Deus, mas os espíritas acreditam que elas podem ser provocadas, à total revelia do que demonstra a Bíblia. E os caos de "encarnações": espíritos invadindo corpos, simplesmente são alheios à Bíblia, o que dispensa maiores comentários. A mesma Bíblia que deixa claro: "não evocar os mortos". Não entendo como uma proibição do próprio Deus poderia ser fundamento de uma religião deste mesmo Deus!!!

• O Inferno: Não existe inferno nem demônios no Espiritismo. Há apenas espíritos atrasados que pouco podem contra nós. Mera questão de conveniência, já que a existência de um inferno eterno levaria abaixo toda a obra de Kardec. Mas como S. Mateus e S. Marcos eram inspirados, eis que fico com estes, onde facilmente lemos: "Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos". "Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo jamais será perdoado; será réu de um pecado eterno". Deus disse: "Se tua mão ou o teu pé te é ocasião de pecado, corta-os e lança-os longe de ti. É melhor para ti entrardes na vida coxo ou manco, do que seres lançado no inferno, onde o verme não morre e o fogo não se apaga". Qualquer um pode abrir a Bíblia e ver passagens como as supracitadas.

• O Purgatório: O Espiritismo distorce a idéia do purgatório Cristão, tentando ver neste o "mundo espiritual" para as purificações e reencarnações. Ora, quem está no purgatório tem o céu como destino, não a Terra ou outro Planeta. O ser humano, gozando de seu livre arbítrio e não do determinismo kármico, tem duas opções: negar a Deus ou aceitá-lo. A primeira hipótese, o conduz ao Inferno. A Segunda, abre as portas da salvação. E o que é preciso é apenas ser fiel a Deus e à sua Santa Igreja. Este último, que fez a opção correta pode, ao morrer, carregar consigo alguns pecados, impurezas que o mancham, e "nada de impuro entrará no céu". (Ap 21,27) Como tal, Deus não o condena, mas este há de purificar-se...

"Se a obra construída sobre o fundamento resistir, o autor receberá um prêmio; e aquele cuja a obra for consumida sofrerá o dano; ele, todavia, se salvará, mas como quem passa pelo fogo" (1Cor 3,14-15). Essa é a realidade do Purgatório. Há, porém, como já vimos um outro fogo, eterno e preparado para o diabo e seus anjos. Este é para quem disse "Não" a Deus. Um fogo bem diferente do fogo do purgatório ou do fogo de Pentecostes.

• A Revelação: Deus se revela ao homem em uma seqüência de tempo: Deus-Pai, Deus Filho-Jesus, e Deus Espírito Santo. O primeiro se revelou no Antigo Testamento, entregando as leis a Moisés. Os dois últimos se revelam no Novo Testamento: Jesus, é revelado pelo próprio Pai: "E do céu veio uma voz que dizia: 'Este é o meu Filho amado, de quem eu me agrado'" (Mt 3,17). E é reconhecido como tal: "Então ele perguntou-lhes:

'E vós, quem dizeis que eu sou?' Simão Pedro respondeu: 'Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo'. Em resposta, Jesus disse: 'Feliz és tu, Simão filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue quem te revelou isso, mas o Pai que está nos céus'" (Mt 16,15-17). A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade é também revelada no Novo Testamento, só que agora por Jesus Cristo: S. João 14, 15ss, "Eu pedirei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, que estará convosco para sempre. Ele é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis porque permanece convosco e está em vós. Não vos deixarei órfãos".

Realmente Cristo não deixaria os apóstolos e sua Igreja órfãos por 1800 anos. S. João 16, 5ss:

"Convém a vós que eu vá, pois, se eu não for, o Paráclito não virá a vós. Mas, se eu for, eu o enviarei a vós". "A vós": os Apóstolos, a Igreja nascente; não um indivíduo de outro século qualquer, seja ele Maomé, Allan Kardec, Reverendo Moon, Russel, ou qualquer pretensioso da espécie. "'Mas recebereis uma força, o Espírito Santo que virá sobre vós; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, até os confins da terra'. Dizendo isto, elevou-se à vista deles e uma nuvem o ocultou a seus olhos" (At 1,8-9).

"Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como de um vento impetuoso, que encheu toda a casa em que estavam sentados. E viram, então, uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e foram pousar sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia" (At 2, 1-4).

O plano de Deus não admite lacunas: Javé – Cristo – Espírito Santo. Sem intervalos onde o homem ficaria abandonado à sua própria sorte.

Eis que paramos por aqui, mas poderíamos dar continuidade, falando de outras incomensuráveis divergências como: a criação da alma humana; recusa da união substancial entre corpo e alma; repúdio dos privilégios de Maria Santíssima; ignorância da comunhão dos santos; não admissão do pecado original; contestação da graça divina; reprovação da ressurreição da carne; e desdém do juízo final. Em uma palavra: renúncia de todo o credo cristão.

Em que consiste, pois, seu anunciado "cristianismo"? Tudo é simplesmente reduzido à aceitação de alguns princípios morais do Evangelho, tal como Allan Kardec aprendera em sua juventude, no Instituto de Pestalozzi, em Yverdun, na Suíça. Instituto protestante liberal onde, baseados na "livre interpretação da Bíblia", cada um deduzia o que bem entendesse.

Comentário:

Como vemos, tudo no espiritismo é fraude, a começar pelo "encarnar-se". E a Bíblia é muito clara a respeito disso em Hebreus 9,27 quando diz muito claramente: "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o julgamento". O resto é um jogo arquitetado por Satanás, porque nega a Deus, Nosso Senhor e Nosso Único Salvador, pois, "Em nenhum outro há salvação. Porque debaixo do Céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4,12). E quem rejeita a Deus, sem dúvida alguma, irá para o sofrimento do fogo eterno. E foi com o infinito amor e supremo ato de sua Misericórdia que o Senhor nos revelou estas coisas, porque não deseja a nossa perdição. Mas, nunca se esqueçam: Deus nos concedeu o livre arbítrio para fazermos livremente a nossa opção...

Satanás e seus demônios espalham mentiras e confusões nas mentes obscuras e inseguras, desprovidas das sãs doutrinas e cheias de orgulho, as quais vivem ao sabor deste mundo apóstata, governado pelo perverso inimigo de Deus e nosso, e trabalhando incansavelmente pela perdição eterna de todos nós. E não há dúvidas que os espiritas, se rejeitarem até o fim de suas vidas terrenas este precioso tempo de misericórdia que o Senhor está nos concedendo, a nossa livre opção, irão inevitavelmente para os horrores do inferno por toda a eternidade, onde terão a indesejável companhia dos demônios e das almas que tiverem a mesma infelicidade. Isso é o que diz a palavra de Deus. Vejamos uma pequena passagem: Deut.18, 9-14:

• "Quando tiverdes entrado na terra que o Senhor teu Deus te dá, não te porás as práticas abomináveis da gente daquela terra. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem que se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus abomina tais práticas. As nações que vais despojar ouvem os agoreiros e os adivinhos; a ti, porém, o Senhor, teu Deus não o permite".

Quer mais?

• "Não vos dirigirás aos espíritas e adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Se alguém se dirigir aos espíritas para fornicar com eles, voltarei o meu rosto contra esse homem e o cortarei do meio de seu povo. Qualquer homem ou mulher que evocar os espíritos ou fizer adivinhações, seja morto. Serão apedrejados e levarão a sua culpa" (Levítico 19,31 e 20,6 e 27).

Os espíritas em geral se tornam pessoas dissimuladas e sarcásticas em tudo que diz respeito às verdades de Fé Católica, tendo em vista que eles trabalham para Satanás, o inimigo de Deus e da sua Santa Igreja, bem como da própria humanidade que Deus assumiu e redimiu. Assim, eles pensam zombar da Fé, enquanto que - pobres infelizes - zombam deles mesmos e do destino terrível que os aguarda, pois que de Deus não se zomba (Gál 6,7).



Data Publicação: 08/01/2008

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Os Extra Terrenos

Inúmeras são as fantasias que existem em nossos dias sobre os extraterrestres. São inúmeros os livros e os relatos exóticos e esotéricos sobre o assunto, e que a cada dia deixam as pessoas mais fascinadas. Diante das dificuldades da vida real, da luta dura de cada dia, as pessoas são levadas cada vez mais a buscar satisfação no ´´sensacional´´, no ´´maravilhoso´´, no ´´fantástico´´, esquecendo´se, muitas vezes, da lógica e da razão. Os romanos já diziam que ´´o povo gosta de ser enganado´´.

A Igreja Católica não se pronuncia sobre a questão da existência ou não de seres vivos e inteligentes como nós, fora da Terra, já que isto pertence ao campo da ciência e não da religião.

Entretanto, percebe´se, com clareza, nos dias atuais, que se dá uma conotação religiosa aos chamados OVNI (objetos voadores não identificados) e seus imaginários tripulantes extra´terrenos, os quais, segundo certas crenças, mantêm ´´contatos´´ com os terrenos. Nesta linha, vemos crescer a cada dia a multidão daqueles que vão em busca desses ´´contatos´´ . Os que aceitam o espiritismo, acreditam que eles vivem nas estrelas e nos astros, após atingirem a sua perfeição, depois de sucessivas reencarnações. Algumas crenças identificam os extra´terrenos com ´´espíritos desencarnados´´, dando, então, a eles, uma conotação religiosa. Nesta linha, muitos os evocam e buscam contatos com eles.

Sabemos que a fé católica proíbe a evocação dos mortos. Basta conferir na Bíblia (Deut 18,9s; Lv 19,31; 20,6.9.27; 1 Cr 10, 12:14, etc) e no Catecismo da Igreja, que diz:

´´Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas: recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras práticas que erroneamente se supõem ´´descobrir´´ o futuro. A consulta a horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e da sorte, os fenômenos da visão, o recurso a médiuns escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e finalmente sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos´´ (nº 2116).

E o Catecismo completa:

´´Essas práticas contradizem a honra e o respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus´´(idem). É a Palavra da Igreja!

Ora, se os extra´terrenos, são vistos por alguma crença, como espíritos dos mortos que atingiram a ´´perfeição´´, e são agora desencarnados, a sua evocação e o contato com eles é proibida pela fé católica.

A ciência séria, até hoje, não comprovou a existência de seres extra´terrenos. Há muitas pesquisas em andamento, mas até aqui nada há de real e comprovado pela ciência séria. Estudei durante três anos no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em São José dos Campos, como aluno de doutorado em ciências aero´espaciais, e alí, nunca ouvi de um cientista desta área, a comprovação da existência desses seres.

O Jornal Folha de São Paulo, no dia 14/11/95, publicou na página 1´14 (Caderno de Ciências) uma matéria sobre o assunto, retirada da revista New Cientist.

Entre outras coisas a matéria diz o seguinte:

´´Muitos cientistas aceitam a visão de Frank Tipler, da Universidade Tulane (EUA), segundo a qual seres humanos são a primeira inteligência da Via Láctea. Para Tipler, sociedades mais avançadas que fizessem viagens interestrelares levariam cerca de 1 milhão de anos para colonizar a galáxia, se viajassem a velocidades menores que a da luz. Como a galáxia existe há cerca de 10 bilhões de anos e não há evidências aceitas por cientistas de ETs, não é difícil concluir que os seres humanos estão sozinhos na Via Láctea´´.

Sabemos que para atravessar a Via Láctea são necessários 100 mil anos, viajando com a velocidade da luz (300.000km/s); e, para se chegar à galáxia mais próxima, Andrômeda, são necessários dois milhões de anos´luz.

Assim, vai ficando claro para os cientistas que, para que os extraterrestres chegassem a nós, caso existissem, teriam que se mover com a velocidade da luz. Como isto é impossível, segundo a Teoria da Relatividade de Einstein, fica mais difícil acreditar em reais extra´terrenos, embora a questão ainda esteja aberta para os cientistas.

Que se acautelem aqueles que gostam de fantasias!

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A Igreja aceitou a comunicação com os mortos?

Em síntese: Mais uma vez os espíritas propagam a falsa noticia de que a Igreja Católica já' reconhece e aceita a comunicação com os mor¬tos. 0 fundamento de tal notícia é inconsistente e confuso. Não há pers¬pectiva de que tal tenha acontecido ou venha a acontecer, já que se trata de algo proibido pelas Escrituras e amplamente explicado pela parapsicologia; os fenômenos mediúnicos nada tem de transcendental, mas são expressões do psiquismo do médium respectivo.

* * *

Por e-mail a Redação de PR recebeu a seguinte mensagem:

“Mais uma da nossa “amada” Igreja Católica...

0 Vaticano admite Consulta aos Mortos

Matéria transcrita da revista “0 Espírita”, de Brasília /DF, que, por sua vez, o transcreveu do Jornal “0 Popular” de Goiânia:

Há anos radicada na Europa, psicóloga goiana divulga a aprovação pela Igreja da comunicação com os mortos através de médiuns.

Oficialmente a Igreja Católica nunca admitiu o contato com os mor¬tos, como prega a doutrina espírita. Nem mesmo a atividade de médiuns e paranormais até há bem pouco tempo, era levada em consideração pelos religiosos. Essa opinião mudou. Através do jornal “L'Osservatore Romano”, órgão oficial da Igreja com sede em Roma, em edição de no¬vembro de 1996, o padre Gino Concetti concedeu uma entrevista, depois reproduzida em outros periódicos, como os italianos “Gente” e “La Stampa” e o mexicano “El Universal”, revelando os novos conceitos católicos em relação as mensagens ditadas pelos espíritos depois da morte carnal. Padre Gino Concetti, irmão da Ordem dos Franciscanos Menores, consi¬derado um dos mais competentes teólogos do Vaticano, admite ser pos¬sível dialogar com os desencarnados. Segundo ele, o catecismo moder¬no ensina que Deus permite aqueles que vivem na dimensão ultra terrestre enviar mensagens para nos guiar em determinados momentos da vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal, a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, desde que elas sejam feitas com finalidades religiosas e científicas e com muita seriedade'.

Alegria

A medida ditada pela nova cartilha da Igreja Católica deixou eufórica a espirita Terezinha Rey psicóloga e ex-professora goiana, que reside há mais de 40 anos na Suíça. Ela é tradutora e divulgadora do texto do padre Gino Concetti. De férias em Goiânia, faz a divulgação desse mate¬rial. Terezinha diz que as novas opiniões dos católicos a respeito da dou¬trina pregada por Allan Kardec são uma questão da evolução natural das coisas. “Tenho um grande respeito pela Igreja Católica e creio ser oportu¬na esta revisão de suas opiniões sobre o espiritismo”, afirma ela, que preside um centro espírita em Genebra, freqüentado por centenas de pessoas. Terezinha considera importantes as pregações do padre italia¬no porque tiram a culpa dos católicos por procurar os espíritas em busca de contatos com seus entes queridos. “Conheço padres na Europa que são médiuns”, revela a professora, citando como exemplo o padre Biondi, capelão dos jornalistas de Paris. Fundadora do Instituto Pestalozzi, Terezinha Rey foi para a Suíça em 1957 para fazer um doutorado em psicologia. Lá conheceu o renomado professor André Rey um dos cria¬dores da psicologia clínica, e acabou ficando em Genebra, onde também foi aluna da professa Hélène Antipoff educadora de grande prestígio no mundo inteiro. Hoje, paralelamente as atividades que desenvolve no centro espirita, faz palestras e organiza os arquivos científicos do marido”.

QUE DIZER?

1. lnconsistência da notícia

Não é esta a primeira vez que o espiritismo procura atrair para si o abono da Igreja Católica. Já em PR 434/1998, pp 324-327 foi publicada uma refutação da notícia em foco, transmitida (tal notícia) aproximada¬mente nos termos do texto atrás transcrito.

Voltamos ao assunto propondo quatro reflexões:

1) Toda decisão doutrinária da Santa Sé e publicada em documen¬to assinado pelo Santo Padre ou por seus colaboradores; a coleção "Acta Apostolicae Sedis" é o órgão através do qual são divulgados todos os atos oficiais da Santa Sé. Um teólogo isolado, dando entrevista a um jornal vagamente citado, não pode ser tido como representante do pen¬samento da Igreja.

2) 0 jornal LOSSERVATORE ROMANO1, ao qual G. Concetti terá concedido a sua entrevista, é citado de maneira imprecisa, sem data de edição - O que foge às normas de uma noticia cientifica.

3) O novo Catecismo da Igreja Católica também é vagamente aduzido, sem indicação de parágrafos alusivos a mediunidade. Aliás, estes não se acham no Catecismo; quem o percorre, só encontra aí a clássica doutrina da Comunhão dos Santos, sem referência a "diálogo com os falecidos". Vejam-se os parágrafos seguintes:

§ 958 “A comunhão com os falecidos. Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terres¬tre, desde os tempos primeiros da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos (...) e já que é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados” (2Mc 12, 46), também ofereceu sufrágios em favor deles. A nossa oração por eles pode não somente ajudá-los, mas também tornar eficaz a sua intercessão por nós.

§ 959 Na única família de Deus. Todos os que somos filhos de Deus e constituímos uma única família em Cristo, enquanto nos comuni¬camos uns com Os outros em mútua caridade e num mesmo louvor a Santíssima Trindade, realizamos a vocação própria da Igreja.

§ 2683 As testemunhas que nos precederem no Reino, especial¬mente as que a Igreja reconhece como santos, participam da tradição viva da oração, pelo exemplo modelar de sua vida, pela transmissão de seus escritos e pela sua oração hoje. Contemplam a Deus, louvam-no e não deixam de velar por aqueles que deixaram na terra. Entrando na alegria do Mestre, eles foram postos a frente de muito. A sua intercessão é o mais alto serviço que prestam ao plano de Deus. Podemos e deve¬mos pedir-lhes que intercedam por nós e pelo mundo inteiro".

A Igreja aceita a invocação dos santos (orações humildes dirigidas aos justos do céu para que intercedam por nós), mas não aceita a evocação dos mortos (pratica ritual que julga obter respostas e mensagens dos mortos).

4) 0 estudo da paranormalidade é algo de científico; consiste em observar o comportamento psíquico paranormal (= ao lado do normal). Precisamente a consciência de que existe um comportamento paranormal dissipa a concepção de que os fenômenos estranhos produzidos no es¬piritismo se devem ao além, pois se verifica que são suficientemente ex¬plicados pelo psiquismo do indivíduo paranormal.

A Igreja aceita tranqüilamente o estudo da paranormalidade que ela distingue da comunicação com os mortos. O sensitivo é o indivíduo dotado de paranormalidade mais ampla; não é necessariamente um médium espírita; só será médium se julgar que os seus fenômenos psí¬quicos paranormais são produzidos por espíritos do além.

Estas observações permitem concluir que a notícia em foco é falsa.

2. O testemunho bíblico

Para o católico, é importante o testemunho da Sagrada Escritura. 0 mesmo Deus que, segundo seus inscrutáveis desígnios, permite as vezes a aparição de santos ou defuntos, proibiu terminantemente a evocação dos mortos:

“Se alguém se dirigir aos que evocam os espíritos e aos advinhos, para se entregar as suas práticas, voltarei minha face contra esse ho¬mem e o afastarei do meu povo”. (Lv 20, 6).

“Todo homem ou toda mulher que evocar os espíritos ou se der a adivinhação, será punido de morte; lapidá-lo-ão; seu sangue recairá so¬bre ele”. (Lv 20, 27). Verainda Lv 19, 31,' Dt 18,11.

Não obstante estas proibições, sabe-se que o rei Saul, atribulado numa campanha bélica, foi ter com a pitonisa (ou adivinha) de Endor, pedindo-lhe que o pusesse em comunicação com a alma de Samuel, seu guia de outrora (cf. iSm 28, 7-14). O cronista bíblico acentua bem que esse feito foi ilícito: “Saul... se tornara culpado diante do Senhor... porque interrogara e consultara os que evocam os mortos” (1Cr 10, 13). Não obstante, Deus se dignou permitir que o espírito de Samuel evocado respondesse: permitiu-o, não por causa dos ritos da pitonisa, que eram totalmente ineptos para tanto, mas tornando como mera oca¬sião a visita do rei a adivinha o motivo por que então o Senhor atendeu a Saul foi, corno se depreende das palavras de Samuel, o desejo de admoestar o rei a penitência ao menos no fim de sua vida (o rei Saul havia de morrer no dia seguinte); a exortação dirigida a Saul em circuns¬tâncias tão extraordinárias seria particularmente eficaz. Disto, porém, não se segue que Deus se dirija aos homens por via tão estranha todas as vezes que estes o desejem.

A razão por que e proibida a necromancia, não é o falso pressu¬posto de que esta incomoda os mortos; deve-se simplesmente ao fato de que e uma crendice ou superstição.

3. E as visões dos Santos?

Bem diferentes dos fenômenos espíritas são as visões que os santos tem.

Estas são totalmente gratuitas, não resultando de ritos previamen¬te executados para as provocar. Não há dúvida, tais visões podem ser a resposta do Senhor a preces de almas justas desejosas de obter um sinal sobrenatural. Contudo, assim como o Senhor Deus pode atender a essas orações (caso isso ocorra para o bem dos fiéis), pode também não as deferir; nunca será lícito ao cristão crer que dispõe de meio seguro para se comunicar com as almas dos defuntos; todo o nosso intercâmbio com eles se realiza mediante insondável e soberana permissão de Deus. Mesmo quando uma pessoa devota julga estar sendo agraciada por vi¬sões, os mestres da vida espiritual aconselham-lhe toda a cautela na interpretação de tais fenômenos, pois Satanás não raro se dissimula em “anjo de luz” (cf. 2Cor 11, 14). As autênticas aparições de santos ou almas neste mundo (mesmo não provocadas) não são tão freqüentes quanto propalam as noticias!

Como se vê, este ponto de vista não se identifica com a posição dos espiritas, que afirmam poder entrar em contato com tal alma, por ocasião de tais ritos... Procedem como se ainda tivessem jurisdição ou poder sobre aqueles que não são mais da nossa convivência e cuja sorte só Deus conhece.

1 A notícia anterior a firmava que Gino Concetti falara ao jornal ANSA.



Data Publicação: 08/01/2008

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A Igreja aceitou a reencarnação no passado?

A reencarnação nunca foi uma doutrina católica; a Carta ao Hebreus (9,27) diz: “E como é fato que os homens devem morrer uma só vez depois do que vem um julgamento...” Basta esse versículo para mostrar que a doutrina católica nunca aceitou a reencarnação. “Acontece porém que no século III os monges discípulos de Orígenes, adotaram essa tese julgando que era doutrina do seu mestre. Na verdade, Orígenes propôs como hipótese a pré-existência das almas, mas como mera hipótese. Assim, professava até o século VI: Em 553 um sínodo de Constantinopla rejeitou radicalmente essa tese, que alias só era professada pelos origenistas. Assim, não se pode dizer que a reencarnação era doutrina comum que a Igreja eliminou do seu credo. Há tendências preconceituosas mesmo nos grandes estudiosos”.

Vejamos um pouco da reencarnação na Tradição da Igreja, como explica o saudoso D. Estevão Bettencourt em artigo citado a seguir.

São Clemente de Alexandria (†215) julga ser a doutrina da reencar­nação arbitrária, porque não se baseia nem nas sugestões da nossa cons­ciência nem na fé católica; lembra que a Igreja não a professa, mas, sim, os hereges, especialmente Basilides e os Marcionistas. (Cf.: Eciogae ex Scripturis Propheticis XVII PG 9, 706; Excerpta ex Scriptis Theodoti XVIII, PG 9, 674; Stromata Iii, 3; IV, 12 PG 1114s. 1290s). Todas as citações deste artigo estão na revista “Pergunte e Responderemos”, n. 442, 1999, pg.109.

S. Irineu († 202) observa que em nossa memória não se encontra vestígio de pretensas existências anteriores (Adv. Haer II, 33, PG7,B3Os); em nome da fé, opõe o dogma da ressurreição dos corpos: nosso Deus é bastante poderoso para restituir a cada alma o seu próprio corpo (lb. II 33, PG 7, 833).

Origenes de Alexandria (†254) propôs, apenas como hipótese, a preexistência das almas: todos os espíritos teriam sido criados desde toda a eternidade e dotados da mes­ma perfeição inicial; muitos porém, teriam abusado da sua liberdade e pecado. Por tal pecado Deus teria criado um mun­do material, a fim de servir de lugar de castigo e purificação. Conforme à falta cometida, cada espírito teve que tomar, em punição, um corpo mais ou menos grosseiro. Os que não se purificassem devidamente nesta vida, deveriam passar, depois da morte para "um lugar de fogo”. Mas finalmente todos seriam reintegrados na suprema felicidade com Deus; O In­ferno não seria eterno.

Estas idéias foram propostas com reservas e a título de hipóteses (cf. Peri Archon; PG 11,224). Todavia os discípulos de Orígenes, chamados origenistas, eram monges do Egito, da Palestina e da Síria, que se beneficiavam dos escritos ascéticos e místicos do mes­tre, mas eram pouco versados em teologia; por conseguinte, não tinham critérios para distinguir entre as verdades de fé e as proposições hipoté­ticas de Orígenes. Os origenistas, portanto, nos séculos IV - VI professa­ram como artigos de fé não só a preexistência das almas e a restauração final de todos na felicidade inicial, mas também a reencarnação. Contra­riavam assim o pensamento do próprio Orígenes, que era avesso à reen­carnação, tida por ele como "fábula inepta e ímpia" (In Rom. V. PG 14, 1015).

A tese da reencarnação, desde que começou a ser sustentada pelos origenistas, encontrou decididos oponentes entre os escritores cristãos mesmos, que a tinham como contrária à fé. Um dos testemunhos mais claros é o de Enéias de Gaza (†518) autor do "Diálogo sobre a imortali­dade da alma e a ressurreição em que se lê o seguinte raciocínio:

"Quando castigo o meu filho ou o meu servo, antes de lhe infligir a punição, repito-lhe várias vezes o motivo pelo qual o castigo e recomen­do-lhe que não o esqueça para que não recaia na mesma falta. Sendo assim, Deus, que estipula... os supremos castigos, não haverá de escla­recer os culpados a respeito do motivo pelo qual Ele as castiga? Haveria de lhes subtrair a recordação de suas faltas, dando-lhes ao mesmo tempo a experimentar muito vivamente as suas penas? Para que serviria o castigo se não fosse acompanhado da recordação da culpa? Só contri­buiria para irritar o réu e levá-lo a demência. Uma tal vítima não teria o direito de acusar a seu juiz por ser punida sem ter consciência de haver cometido alguma falta?" (ed. Migne gr:, t. LXXXV, 871).

As doutrinas dos origenistas chamaram a atenção das autoridades da Igreja. Em 543, o Patriarca Menas de Constantinopla redigiu e promulgou quinze anátemas contra Origenes, dos quais os quatro primeiros nos interessam diretamente:

1. "Se alguém crer na fabulosa preexistência das almas e na repudiável reabilitação das mesmas (que é geralmente associada àquela), seja anátema.

2. Se alguém disser que os espíritos racionais foram todos criados independentemente da matéria e alheios ao corpo, e que várias deles rejeitaram a visão de Deus, entregando-se a atos ilícitos, cada qual se­guindo suas más inclinações, de modo que foram unidos a corpos, uns mais, outros menos perfeitos, seja anátema.

3. Se alguém disser que o sol, a lua e as estrelas pertencem ao conjunto dos seres racionais o que se tornaram a que eles hoje são por se voltarem para o mal seja anátema.

4. Se alguém disser que os seres racionais nos quais o amor a Deus se arrefeceu, se ocultaram dentro de corpos grosseiros como são os nossos, e foram em conseqüência chamados homens, ao passo que aqueles que atingiram o último grau do mal tiveram, como partilha, corpos frios e tenebrosos, tornando-se a que chamamos demônios e espí­ritos maus, seja anátema”.

O Papa Vigílio (537-555) e os demais Patriarcas deram a sua aprovação a esses artigos. Concluímos, pois, que a doutrina da reencarnação nunca foi professada oficialmente pela Igreja Católica (contradiz ao Credo cris­tão); todavia após Origenes (século III) foi professada por grupos particul­ares de monges Orientais, pouco iniciados em teologia; em 543 foi sole­nemente rejeitada pelas autoridades da Igreja. A mesma condenação ocorreu nos Concílios ecumênicos de Lião (1274) e Florença (1439), que ensinam a imediata passagem desta vida para a sorte definitiva no além (DS 857 [464] e 1306 [693]). O Concílio Vaticano II, por sua vez, fala do "único curso da nossa vida terrestre (Hb 9,27)", mostrando assim opor-­se à teoria da migração das almas ( Cf. Lumen Gentium nº 48).

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Data Publicação: 11/08/2008

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caro arnoldo!!!
eu me recuso a respoder tanta atrocidades!!!!
o q fico tranquilo é ver q vc nao conhece absolutameten nada q é espiritismo!!!!
falou tanta inverdade, q dá pena!!!! e mesmo q estivessemos errados
"quem te nomeou juiz de teu irmao?" vc será julgado nas msmas proporções lembre-se.
vc me lembra muito os fariseus tanto combatidos por crsito!!!
fica ai pregando de santo, e acusando os outros sem conhecimento nenhum!!!! q nem os fariseus!!!!
outra coisa. vc acha q a Doutrina espirita, ta preocupada se a "santa madre pura igreja" trata a gente como cristã ou não???
agente ta mais preocupado, em ajudar os nossos irmãos de qulauer crença.
estamos mais preocupado com trabalho de verdade, pois a seara de trabalhadores de Jesus ta escassa, por conta de Muitos "doutores da lei" de hj, q ficam ai se enchendo de teoria, se acahno santo e puro, e nao movem uma palha pra ajudar ninguem!!!!
é revoltante vc falar tanta mentira!!!!

ARNOLDO disse:
A Igreja aceitou a reencarnação no passado?

A reencarnação nunca foi uma doutrina católica; a Carta ao Hebreus (9,27) diz: “E como é fato que os homens devem morrer uma só vez depois do que vem um julgamento...” Basta esse versículo para mostrar que a doutrina católica nunca aceitou a reencarnação. “Acontece porém que no século III os monges discípulos de Orígenes, adotaram essa tese julgando que era doutrina do seu mestre. Na verdade, Orígenes propôs como hipótese a pré-existência das almas, mas como mera hipótese. Assim, professava até o século VI: Em 553 um sínodo de Constantinopla rejeitou radicalmente essa tese, que alias só era professada pelos origenistas. Assim, não se pode dizer que a reencarnação era doutrina comum que a Igreja eliminou do seu credo. Há tendências preconceituosas mesmo nos grandes estudiosos”.

Vejamos um pouco da reencarnação na Tradição da Igreja, como explica o saudoso D. Estevão Bettencourt em artigo citado a seguir.

São Clemente de Alexandria (†215) julga ser a doutrina da reencar­nação arbitrária, porque não se baseia nem nas sugestões da nossa cons­ciência nem na fé católica; lembra que a Igreja não a professa, mas, sim, os hereges, especialmente Basilides e os Marcionistas. (Cf.: Eciogae ex Scripturis Propheticis XVII PG 9, 706; Excerpta ex Scriptis Theodoti XVIII, PG 9, 674; Stromata Iii, 3; IV, 12 PG 1114s. 1290s). Todas as citações deste artigo estão na revista “Pergunte e Responderemos”, n. 442, 1999, pg.109.

S. Irineu († 202) observa que em nossa memória não se encontra vestígio de pretensas existências anteriores (Adv. Haer II, 33, PG7,B3Os); em nome da fé, opõe o dogma da ressurreição dos corpos: nosso Deus é bastante poderoso para restituir a cada alma o seu próprio corpo (lb. II 33, PG 7, 833).

Origenes de Alexandria (†254) propôs, apenas como hipótese, a preexistência das almas: todos os espíritos teriam sido criados desde toda a eternidade e dotados da mes­ma perfeição inicial; muitos porém, teriam abusado da sua liberdade e pecado. Por tal pecado Deus teria criado um mun­do material, a fim de servir de lugar de castigo e purificação. Conforme à falta cometida, cada espírito teve que tomar, em punição, um corpo mais ou menos grosseiro. Os que não se purificassem devidamente nesta vida, deveriam passar, depois da morte para "um lugar de fogo”. Mas finalmente todos seriam reintegrados na suprema felicidade com Deus; O In­ferno não seria eterno.

Estas idéias foram propostas com reservas e a título de hipóteses (cf. Peri Archon; PG 11,224). Todavia os discípulos de Orígenes, chamados origenistas, eram monges do Egito, da Palestina e da Síria, que se beneficiavam dos escritos ascéticos e místicos do mes­tre, mas eram pouco versados em teologia; por conseguinte, não tinham critérios para distinguir entre as verdades de fé e as proposições hipoté­ticas de Orígenes. Os origenistas, portanto, nos séculos IV - VI professa­ram como artigos de fé não só a preexistência das almas e a restauração final de todos na felicidade inicial, mas também a reencarnação. Contra­riavam assim o pensamento do próprio Orígenes, que era avesso à reen­carnação, tida por ele como "fábula inepta e ímpia" (In Rom. V. PG 14, 1015).

A tese da reencarnação, desde que começou a ser sustentada pelos origenistas, encontrou decididos oponentes entre os escritores cristãos mesmos, que a tinham como contrária à fé. Um dos testemunhos mais claros é o de Enéias de Gaza (†518) autor do "Diálogo sobre a imortali­dade da alma e a ressurreição em que se lê o seguinte raciocínio:

"Quando castigo o meu filho ou o meu servo, antes de lhe infligir a punição, repito-lhe várias vezes o motivo pelo qual o castigo e recomen­do-lhe que não o esqueça para que não recaia na mesma falta. Sendo assim, Deus, que estipula... os supremos castigos, não haverá de escla­recer os culpados a respeito do motivo pelo qual Ele as castiga? Haveria de lhes subtrair a recordação de suas faltas, dando-lhes ao mesmo tempo a experimentar muito vivamente as suas penas? Para que serviria o castigo se não fosse acompanhado da recordação da culpa? Só contri­buiria para irritar o réu e levá-lo a demência. Uma tal vítima não teria o direito de acusar a seu juiz por ser punida sem ter consciência de haver cometido alguma falta?" (ed. Migne gr:, t. LXXXV, 871).

As doutrinas dos origenistas chamaram a atenção das autoridades da Igreja. Em 543, o Patriarca Menas de Constantinopla redigiu e promulgou quinze anátemas contra Origenes, dos quais os quatro primeiros nos interessam diretamente:

1. "Se alguém crer na fabulosa preexistência das almas e na repudiável reabilitação das mesmas (que é geralmente associada àquela), seja anátema.

2. Se alguém disser que os espíritos racionais foram todos criados independentemente da matéria e alheios ao corpo, e que várias deles rejeitaram a visão de Deus, entregando-se a atos ilícitos, cada qual se­guindo suas más inclinações, de modo que foram unidos a corpos, uns mais, outros menos perfeitos, seja anátema.

3. Se alguém disser que o sol, a lua e as estrelas pertencem ao conjunto dos seres racionais o que se tornaram a que eles hoje são por se voltarem para o mal seja anátema.

4. Se alguém disser que os seres racionais nos quais o amor a Deus se arrefeceu, se ocultaram dentro de corpos grosseiros como são os nossos, e foram em conseqüência chamados homens, ao passo que aqueles que atingiram o último grau do mal tiveram, como partilha, corpos frios e tenebrosos, tornando-se a que chamamos demônios e espí­ritos maus, seja anátema”.

O Papa Vigílio (537-555) e os demais Patriarcas deram a sua aprovação a esses artigos. Concluímos, pois, que a doutrina da reencarnação nunca foi professada oficialmente pela Igreja Católica (contradiz ao Credo cris­tão); todavia após Origenes (século III) foi professada por grupos particul­ares de monges Orientais, pouco iniciados em teologia; em 543 foi sole­nemente rejeitada pelas autoridades da Igreja. A mesma condenação ocorreu nos Concílios ecumênicos de Lião (1274) e Florença (1439), que ensinam a imediata passagem desta vida para a sorte definitiva no além (DS 857 [464] e 1306 [693]). O Concílio Vaticano II, por sua vez, fala do "único curso da nossa vida terrestre (Hb 9,27)", mostrando assim opor-­se à teoria da migração das almas ( Cf. Lumen Gentium nº 48).

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Data Publicação: 11/08/2008

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EU acedito q JESUS é o propio DEUS!!!

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Confusa sua explicação.

Em Lucas 23:46, Jesus clamou em voz alta. "Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito." Portanto Jesus é espírito e fala com Deus seu Pai (nosso). Ele, Jesus, não iria refererir-se a Ele mesmo chamando-se de Pai. Portanto Jesus é espírito e não é Deus que somente existe um. Outra tradução é escamotear a verdade. Porque insistem em nos passar falsas informações com estaparfúdios que não se sustetam em pé diante da verdade?

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Confusa sua explicação.

Em Lucas 23:46, Jesus clamou em voz alta. "Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito." Portanto Jesus é espírito e fala com Deus seu Pai (nosso). Ele, Jesus, não iria refererir-se a Ele mesmo chamando-se de Pai. Portanto Jesus é espírito e não é Deus que somente existe um. Outra tradução é escamotear a verdade. Porque insistem em nos passar falsas informações com estaparfúdios que não se sustetam em pé diante da verdade?

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Confusa sua explicação.

Em Lucas 23:46, Jesus clamou em voz alta. "Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito." Portanto Jesus é espírito e fala com Deus seu Pai (nosso). Ele, Jesus, não iria refererir-se a Ele mesmo chamando-se de Pai. Portanto Jesus é espírito e não é Deus que somente existe um. Outra tradução é escamotear a verdade. Porque insistem em nos passar falsas informações com estaparfúdios que não se sustetam em pé diante da verdade?

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