Comunidade da Biblia Catolica

Conhecendo a Palavra de Deus

Bíblia Católica Online

A Infalibilidade Papal

Pedro é católico e Elias é protestante. Os dois são bons amigos e colegas de faculdade. Durante uma conversa, Elias toca num assunto polêmico: a infalibilidade papal.

Elias: Não posso aceitar, Pedro, essa idéia de que o papa é infalível. Para mim é um absurdo, o cúmulo da arrogância e, perdoe-me, até uma forma de autodeificação. Imagine só! Um homem, como eu e você, dizer-se infalível! Só Deus é infalível, e a Bíblia. Aliás, é a própria Bíblia que diz que somos pecadores e falíveis. Leio em Rm 3:23: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus", e em Jr 17:5: "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!" É impossível confiar em um homem porque o homem é falível, sempre, em toda parte, em todos os tempos.

Pedro: Creio, amigo Elias, que você está confundindo a infalibilidade papal com coisas que nada têm a ver com ela. Veja, você fala da infalibilidade como se cada palavra do papa fosse infalível, como se ela implicasse em impecabilidade da parte do papa e como se ela fosse uma virtude natural do papa, algo que o papa é em virtude de seus méritos ou de sua natureza. Não é nada disto que os católicos crêem. Deixe-me explicar melhor.

Elias: Claro. Prossiga.

Pedro tira o Novo Catecismo da Igreja Católica de sua mochila.

Pedro: Primeiramente a infalibilidade não inclui todos os atos e palavras do papa, mas apenas alguns atos e palavras especiais do papa. Leio no número 891 do Catecismo: "Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispos, por força do seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis, e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé e aos costumes". Perceba que há aí uma série de condições para o exercício da infalibilidade: primeiro o papa precisa agir como pastor e doutor supremo dos fiéis, ou seja, precisa ensinar ex cathedra - termo em latim que quer dizer "da cátedra", da cadeira de onde os bispos ensinam a doutrina ao povo - com a autoridade de Sucessor de Pedro, para toda a Igreja; ele precisa deixar bem claro sua intenção de emitir um pronunciamento infalível, definitivo - se o papa não diz que um pronunciamento que vai fazer será ex cathedra, infalível, então ele não é infalível naquele pronunciamento. Depois o pronunciamento precisa versar sobre questões de fé e moral (costumes). O papa não é infalível quando fala de física, química, matemática, economia, psicologia ou política. Ele pode errar quando faz um cálculo, estabelece acordos com governos estrangeiros ou decide sair na chuva.

A infalibilidade papal faz parte da promessa que Cristo fez a Pedro e a Igreja. Posso pegar sua Bíblia? É uma tradução protestante, não?

Elias: Claro... a de João Ferreira de Almeida...

Elias entrega sua Bíblia a Pedro, que começa a folheá-la, procurando uma conhecida passagem do Evangelho de São Mateus.

Pedro: Aqui está. Vejamos... Mt 16,18: "Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus". Observe que aqui Cristo promete solenemente que as portas do inferno, as forças da cidadela da morte, da mentira e do pecado, não serão capazes de vencer sua Igreja. Ora, isto implica necessariamente na infalibilidade da Igreja como um todo. Se a Igreja falhar, se ela trair a Verdade que lhe foi confiada por Cristo, então na verdade serão as forças da cidadela infernal que terão prevalecido e destruído a Igreja. A promessa de Cristo seria desmentida e, portanto, sua autoridade refutada. Jesus não poderia ser o Messias, o Filho de Deus, se fizesse uma promessa e depois a história comprovasse que tal promessa não foi cumprida. A Igreja precisa ser visivelmente infalível, e é por isso que Cristo lhe dá um fundamento visível, uma rocha que todos podem ver e à qual todos podem recorrer quando se trata de discernir entre o bem e o mal, a sã doutrina e a heresia. Se Cristo é a rocha invisível infalível, Pedro é a rocha visível que participa da infalibilidade de Cristo por uma graça divina extraordinária. Tudo o que Pedro e seus sucessores ligarem, determinarem, estabelecerem, usando deste poder recebido de Deus, é imediatamente sancionado no Céu. A participação de Pedro na autoridade de Cristo Mestre e Pastor é evidente no texto.

Elias: Mas a Bíblia é a única autoridade doutrinal subordinada a Cristo que reconhecemos.

Pedro: Mas onde a Bíblia diz que ela, a Bíblia, é a única autoridade doutrinal que deve ser reconhecida? Em parte alguma! A Bíblia não ensina tal coisa. Diz, pelo contrário: "Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade" (1Tm 3,15). A Bíblia diz que é a Igreja, e não a Bíblia, a coluna e firmeza da verdade. É à Igreja que precisamos recorrer quando queremos saber a verdade e refutar o erro: "...e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano" (Mt 18,17). "Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação" (2Pd 1,20). A Bíblia não deve ser interpretada com autoridade por qualquer indivíduo, pois ela não veio da mente de um indivíduo qualquer, mas de Deus. A Bíblia deve ser interpretada com autoridade apenas por quem recebeu de Deus o dom de interpretá-la assim. Quem recebeu este dom foram os apóstolos e seus sucessores, os bispos, e sempre unidos a Pedro e aos sucessores de Pedro, os papas. "A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro, sobretudo em um Concílio Ecumênico", diz o Catecismo. Jesus, depois da promessa solene a Pedro, estendeu a todos os apóstolos o poder de ligar e desligar, em comunhão com Pedro: "Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu" (Mt 18,18). A infalibilidade é um carisma, uma assistência especial do Espírito Santo prometida à Igreja: "Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir" (Jo 16,13).

É a Pedro que o Senhor diz: "...Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos" (Lc 22,31-32). Pedro aparece aqui como aquele que confirma a fé dos discípulos de Cristo no momento da provação. Por três vezes Jesus confia a Pedro o encargo de cuidar da Igreja: "Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas" (Jo 21,17). Ora, tais funções não cessam com a morte de Pedro em Roma, mas continuam em seus sucessores, os bispos daquela cidade.

Elias escuta atento, em silêncio.

Pedro: Do que eu lhe disse até agora, dá para perceber que a infalibilidade não é impecabilidade. O papa e os bispos são pecadores, como eu e você, e se confessam pecadores diante de Deus. É comum ver protestantes confundindo infalibilidade com impecabilidade, e isto só demonstra o quanto de preconceito e incompreensão existe no meio de vocês. Dá para ver também que a infalibilidade não vem do papa ou dos bispos, mas de Deus mesmo, que assiste a Igreja sempre e se serve de canais humanos para transmitir a sua Palavra sem erro. Não confiamos na humanidade do papa, na sua inteligência ou no seu entendimento humano da Revelação, mas confiamos na assistência infalível do Espírito Santo que, através do papa e dos bispos, transmite-nos toda a verdade necessária para nossa salvação eterna, e de modo definitivo nas solenes proclamações que invocam a sua infalibilidade. A infalibilidade reside em Deus, mas se comunica até nós por canais visíveis, que se tornam, desta maneira, participantes da infalibilidade divina. Creio que este aspecto de "participação" em algo divino é uma das maiores diferenças entre o catolicismo e o protestantismo, e a raiz de quase todas as nossas discordâncias.

Elias: E todos esses dogmas novos, que o papa definiu com sua infalibilidade? A Imaculada Conceição, a Assunção? nada disto está na Bíblia ou nas crenças da Igreja primitiva...

Pedro: Na verdade estas verdades estavam presentes na crença da Igreja primitiva e também estão presentes na Escritura, mas de modo velado, implícito. Certamente nenhum fiel dos primeiros tempos conhecia estes dogmas que você mencionou na formulação usada hoje em dia, mas todos eles sabiam que Maria era a mulher mais excelsa e digna entre todas, que ela era uma digna Mãe do Filho de Deus, e de uma santidade singular. Esta noção foi sendo aprofundada pelos padres, doutores, santos, bispos, papas, e pelo próprio povo de Deus. Perscrutando a Bíblia e a Tradição com a consciência da sublime santidade de Maria, aos poucos foram sendo percebidos certos aspectos de seu mistério. Sua Assunção, por exemplo, tem entre suas bases bíblicas uma célebre passagem do Apocalipse (c. 12), os precedentes de Henoc e Elias, e também o fato de a Arca de Deus não ter sido destruída mas miraculosamente preservada por Deus (Maria é vista na tradição cristã como a Nova Arca da Aliança)... A santidade de Maria e a sua união profunda a Cristo tornam inaceitável a idéia de que ela conheceu a corrupção... Aquele que recebeu de Maria a vida do corpo não negaria a vida incorruptível ao corpo de Maria. Assim, a Virgem, em corpo e alma, foi assunta e glorificada por Cristo. Formular tal fato dogmaticamente e de modo adequado levou séculos, embora a antigüidade das tradições sobre a Assunção de Maria e a inexistência de relíquias de seu corpo sejam notórias. O papa Pio XII, usando a infalibilidade, não decretou isto como uma nova verdade, mas como uma verdade que já pertencia ao Depósito da Fé e que ainda não tinha sido explicitada como tal. Da mesma maneira, o dogma da Trindade professado em Nicéia, no ano 325 d.C., não era explícito na Igreja primitiva. Contudo, todas as igrejas cristãs, inclusive as protestantes, aceitam a autoridade do Concílio Ecumênico de Nicéia.

Elias: Bem, na óptica católica há mais coerência do que eu imaginava no início... mas ainda assim não sei se estou convencido.

Pedro: Talvez ajude se você pensar na sua própria igreja e em como vocês enxergam a questão da infalibilidade. Vocês transferiram a infalibilidade da Igreja hierárquica, papas e bispos, para o fiel, que individualmente lê a Bíblia e é, segundo a visão de vocês, iluminado de modo direto pelo Espírito Santo. Ora, tal transferência, a meu ver, só multiplicou o problema. Ao invés de um papa infalível em determinados momentos e sob condições estritas, obtém-se milhares, milhões de papas infalíveis em todos os momentos e sempre, com a Bíblia debaixo do braço e na ponta da língua. O pior é que todos esses papas discordam entre si, e fundam para si próprias suas próprias igrejas. Há 23.000 denominações protestantes no mundo de hoje, classificadas em vários blocos e dezenas de tradições doutrinais, e todos os dias surgem algumas dezenas mais. Uma verdadeira "Babel", unida por traços comuns, é verdade, mas também dividida doutrinalmente em pontos nada secundários (só para citar alguns exemplos: a predestinação, o batismo, a Ceia do Senhor, a eclesiologia, a segurança da salvação, etc.).

Elias: Eu sempre me perguntei qual a melhor igreja para servir ao Senhor... mas nunca tinha raciocinado desta maneira antes. Escute, preciso sair agora. Vou à igreja. Apresentarei os seus argumentos ao meu pastor e veremos o que ele irá dizer.

Ewerton Wagner Santos Caetano

"Mas visto que seria coisa bastante longa elencar, numa obra como esta, as sucessões de todas as igrejas, limitar-nos-emos à maior e mais antiga e conhecida por todos, à igreja fundada e constituída em Roma, pelos dois gloriosíssimos apóstolos, Pedro e Paulo, e, indicando a sua tradição recebida dos apóstolos e a fé anunciada aos homens, que chegou até nós pelas sucessões dos bispos, refutaremos todos os que de alguma forma (...) se reúnem prescindindo de qualquer legitimidade. Com efeito, deve necessariamente estar de acordo com ela, por causa da sua origem mais excelente, toda a igreja, isto é, os fiéis de todos os lugares, porque nela sempre foi conservada, de maneira especial, a tradição que deriva dos apóstolos" (Santo Ireneu de Lião, Mártir, + 202 d.C., Contra as Heresias, Livro III, Cap. 3, v. 2).

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Respostas a este tópico

Com certeza Pedro é o marco da Igreja Católica. Ficou bem claro quando Jesus disse a ele: "Sobre ti edificarei a minha Igreja". Pedro foi o primeiro Papa e os outros discípulos os primeiros padres. Que ordenaram outros padres com a imposição das mãos e estes ordenaram outros padres e assim vem desde aquela época. Com o protestantismo, houve uma quebra na imposição das mãos e por isto que sai desta linha não tem condições de realizar a Eucaristia. Jesus não veio pregar a Igraja Católica, mas a Igreja Católica é a única que segue a linha de Pedro e é a única que segue todos os ensinamentos de Jesus como deve der seguido. Batismo, Confissão, Eucaristia, Crisma, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos.

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Certamente Cristo confiou e delegou ao Apóstolo Pedro a função de guiar o rebanho, dando-lhe a chave principal e com isto o poder de decisão sobre os assuntos da Santa Igreja. E isto vem sendo passado para todos os sucessores de Pedro, que são o nosso supremo pastor na Terra.

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Pedro te entregarei a chave dos céus.

Para muitos iremos ver aquele homem de cabelos brancos com uma chave no portão e aquele arco enorme, escrito céu.

No pentecostes a chave foi utilizada em vida por aquele que era uma pequena pedra retirada da rocha.

Mas para que delongar mais.

O molho de chaves não esta mais com Pedro!!!

Esta com todos aqueles que "Vivem as escrituras"!!!

Negue a necessidade de conhece-las!!! e veja se a porta não se fecha!

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"Tudo que ligardes na terra , será ligado no céu " . Foi ligado que ele é infalível, e não como querem dizer," infantil"; portanto : O SANTO PADRE O PAPA é : INFALÍVEL !

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VASO,VASO,TU TÁ MAIS PARECENDO PRIVADA,ME DESCULPE SER SINCERO ! NÃO LESTES O CONTEÚDO COMPLETO, E JULGAS SEGUNDO AS HERESIAS DE LUTERO,QUE ESTÁ DO LADO OPOSTO DE ABRAÃO. INFALIBILIDADE ,NÃO É IMPECABILIDADE ! VOCÊ DEFENDE O PAI DA MENTIRA,PORQUE NÃO CONHECES OU NÃO ACEITAS A VERDADE QUE É JESUS,QUE INSTITUIU PEDRO COMO PRIMEIRO PASTOR DA IGREJA . AGORA TEMOS BENTO XVI GRAÇAS À DEUS,APASCENTANDO O REBANHO DO SENHOR ,NO QUAL VOCÊ NÃO FAZ PARTE. FAZER O QUÊ ? L.S.N.S.J. CRISTO E SALVE MARIA !

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Jonatas Aurélio Velozo Lourenço, 33 anos, o pastor Jonatas, acusado de pedofilia, foi preso em Curitiba na tarde de quarta-feira (19), por policiais do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria).
Pastor Jonatas se apresentava como cantor gospel, fazia amizades em igrejas evangélicas onde costumava ficar hospedado.
Segundo o mandado de prisão, em 2006 ele foi acusado de maus-tratos e abuso sexual contra sua enteada, uma menina de 6 anos.

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Boa noite a todos os Católicos, Crentes, Macumbeiros, Seicho-no-ie, Budistas e outras religiões também.

Antes de Instituir uma Igreja, Jesus Cristo veio como homem, para trazer a nova aliança.

Até então 06 haviam passado, e ele trouxe a sétima aliança, como todos podemos verificar nas escrituras.

DIzer que ele veio para dar para o Apostolo Pedro uma Igreja é não querer caminhar lado a lado com a verdade.

Até então havia a Torah, lei Judaica, dada a Moisés.

Na sétima aliança uma mulher foi pega em adultério a ordem era matar aquela mulher apedrejada, mas Jesus ensinou que não deveriamos atirar pedras.
Pedro era Petrus a Pedra cortada da Rocha, Rocha nas escrituras tem o significado de Jesus, e ao olhar a vida do Apostolo Pedro podemos garantir que ele teve a sua conversão verdadeira tão somente após a morte de Jesus, pois até então negou o Senhor, cortou a orelha do soldado, disse que ficaria com cristo até sua morte.

Mas vejamos a chave da porta do reino de Deus....

No pentecostes quantas foram as conversões?
Quem eram os apostolos que ali estavam?

Quando Pedro passava na rua as pessoas infermas eram trazidas e tão somente a sombra que refletia deles os curava.. A presenca de Cristo era na sua vida. Quando Cristo o fez pescador de homens, foi para a ocasião como o Pentecostes.

Gostaria que os senhores que estão no dialogo, colaborassem com o entendimento da função da 07 alianca (mais que uma igreja), e sobre o Pentecostes (portas abertas no céu)....

Deus abençoe no amor e na cruz de Jesus,

Jesus morreu na cruz do Calvario, nenhum outro foi em seu lugar...

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É Remidio, Paz do Senhor Jesus Cristo,

Eu te vejo no pulpito de uma Igreja Evangélica, junto do Pr. Marcelo Rossi, pregando a palavra do Senhor Jesus Cristo.

Mas antes você fica mais um tempinho aprendendo sobre Jesus.

Não chame os outros de privada, pois nela defecamos, e segundo o nosso estimado apostolo paulo a carta de efésios 4 não devemos lancar palavras torpes de nossa boca.

Esqueci, você não le bíblia...

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O documento que estar fazendo os evangelicos - protestantes - verem que os católicos estão certos e que eles, os protestantes, estão errados. Que nos somos os verdadeiros cristão e eles, os evangelicos, os ursusrpadores do cristianismo:

DEUS É IDOLATRA?

Não! Então, porque mandou que Moisés fizesse a imagem de uma serpente de bronze?

“Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida”. (Números 21, 4-9).

“Como Moisés levantou a serpente no deserto. Assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que todos que nele crer tenha a vida eterna”. (João 3, 14-21).

Obs: Quem usa uma cruz vazia, sem Jesus Cristo nela, comete o erro de se negar a olhar para aquele a quem as Sagradas Escrituras falou que seria levantado, como o foi a serpente no deserto que todos olhavam para ser curado da mordida de cobra - picada - Olhe para Jesus na cruz, como os hebreus olhavam para a serpente de bronze que Moisés fez e fixou-a sobre o poste. Porque, a cruz vazia é apenas um instrumento de morte. Já a cruz com Jesus Cristo nela: é símbolo de nossa salvação. Pois, também está escrito: “Com efeito, a linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas para os que estão sendo salvos, para nós, ela é poder de Deus. Pois, está escrito; eu destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes”. (I Coríntios 1, 18-20).

E mais tema dizer a bíblia, para maior entendimento da palavra de Deus?

“Nós, porém, pregamos um Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos, mas para os que são chamados, tanto judeus quanto gregos, ele é Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus”. (I coríntios 1, 23-24).

E para dissipar toda e, qualquer duvida a respeito da cruz de Jesus Cristo a bíblia declara?

“Eu, por mim, nunca vou querer outro titulo de gloria que não seja a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por ela, o mundo está crucificado para mim, como eu para o mundo”. (Gálatas 6, 14).

Vemos claramente, na passagem do livro de Gálatas, que não pode haver outro titulo de gloria para aquele que segue a Jesus, que a cruz onde ele pode ser visto, como era vista a serpente de bronze, pelos hebreus.

Os irmãos protestantes - que no Brasil são conhecido como, evangélicos - devem também lembrar que Deus mando que Moisés fizesse a imagem de dois anjos - querubins - para serem postas sobre a Arca da Aliança, onde estavam guardados Dez Mandamentos da Lei de Deus, como pode ser lido em Êxodos 25, 18. E, mais uma vez volto a perguntar? Deus é idolatra, por ter ordenado que Moisés fizesse a imagem de uma serpente para curar os hebreus da picada de cobras e por ter mandado que ele fizesse a imagem de dois querubins para serem colocadas sobre a Arca da Aliança? Por certo que não! Pois, quando Deus falou para o povo hebreu que não adorasse a ídolos e não fizesse para si, imagens deles, estava se referindo unicamente aos falsos deuses do Egito. Tanto é verdade que ele advertiu ao povo, avisado para que eles não construíssem para si, imagem daquilo que estava nas nuvens do céu - uma clara referencia aos desuses do Egito, em forma de pássaros - que não fizesse para si, imagens das coisas que caminhavam sobre a terra - os deuses do Egito em forma de cabras, bois, gatos e outros mais - que não fizessem para si, imagens das coisas que se moviam nas águas dos mares - os desuses do Egito em forma de crocodilo, de hipopótamo e outras coisas mais. Os falsos deuses do Egito, que vocês poderão ver, nas fotos abaixo:

“Não farás para ti ídolos ou coisas alguma que tenha a forma de algo que se encontre no alto do céu...”. (êxodo 20, 4):




O íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth.



O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão.


“...embaixo na terra...”. (Êxodo 20, 4):







Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptá. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.

Uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio - Per Bast - significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.


“...ou nas águas debaixo da terra.”. (Ê xodó 20, 4):




Um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representava o deus Sebek, uma divindade aliada do implacável deus Seth. Seu centro de culto era Crocodilópolis, na região do Faium, onde o animal era protegido, nutrido e domesticado. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adoração desse animal foi, sobretudo importante durante o Médio Império.




Tueris era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmea erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.

E, para que não haja mesmo qualquer dúvida de que Deus se referia aos falsos deuses do Egito, ao pedir que o povo não praticasse idolatria, apresentamos um trecho do livro de Josué, que foi quem substitui Moises, após a sua morte:

“Agora, pois, temei o Senhor e o servi-o com inteligência e fidelidade. Afastai os deuses aos quais vossos pais serviram do outro lado do rio e no Egito, e servi ao Senhor”. (Josué 24, 14”.


E para termos mais certeza de que Deus realmente falava dos falsos deuses do Egito, vejamos o que também fala, 8, 8-9-10:

“Filho do homem, disse-me ele, fura a muralha “ quando a furei, divisei uma porta. “Aproxima-te, diz ele, e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui”. Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e animais imundos e, pinturas em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel”.

Como podemos verificar, nessa passagem bíblica? Os sacerdotes estavam a adorar os falsos deuses em forma de répteis e animais, que Deus havia proibido que fossem adorados. Tanto é, que Deus enviou o castigo e destruiu os sacerdotes e os que praticavam aquela adoração abominável.

Por sempre fazer livre interpretação das Sagradas Escrituras, os protestantes - evangélicos - sempre cometem erros abomináveis, grotescos e perigosos, contra o Evangelho de Cristo. Errais, não compreendendo as escrituras, nem o poder de Deus”. (Mateus 22, 29).

“Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento - verdadeiros idolatras - terá herança no Reino de Cristo e de Deus.”. (Efésios 5, 5).

Obs. Dissoluto significa: devasso, corrupto e libertino.

O VINHO

Os protestantes - evangélicos - costumam afirmar que é proibido beber vinho, e correm dele, como o diabo, da cruz. Será que eles, os protestantes, nunca leram que Jesus bebia vinho? E que o seu primeiro milagre foi transformar água em vinho? E que na Santa Ceia, Jesus Usou vinho? Não venham me dizer agora, os protestantes - evangélicos - que não sabia dessas coisas. E que, não era do seu conhecimento que o vinho do tempo de Cristo embriagava, tal qual o vinho de hoje. Pois, como eles devem saber - se realmente se deram ao trabalho de ler a bíblia: - que Noé se embriagou, que Lot foi embriagado por suas duas filhas, que queriam engravidar dele, para deixar descendência sobre a terra, que Davi se embriagou e o próprio Jesus foi chamado de beberrão. Se Jesus aprovava o vinho e o bebia, porque então tem quem o chame de PROIBIDO? Porque você está proibido de beber vinho, se Jesus o bebia e a palavra de Deus diz que é proibido proibir?

“Se em Cristo estais mortos aos princípios deste mundo, por que ainda voz deixais impor proibições, como se vivêsseis no mundo? Não pegues,! Não toqueis! Proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que dela se faz, e que não passam de normas e doutrinas humanas. Elas podem sem dúvida, dar a impressão de sabedoria enquanto exibem cultos voluntários, de humildade e austeridade corporal. Mas não tem nenhum valor, e só servem para satisfazer a carne”. (Colossenses 2, 20).

Jesus na Santa Ceia tomou vinho. ( I Coríntios 11, 23-26).

O primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho. (João 2, 1-12).

Como pudemos ver: na época de Noé e de Jesus, como até aos dias de hoje, o vinho sempre embriagou.

“Noé, que era agricultor, plantou uma vinha. Tendo bebido vinho, embriagou-se”. (Gêneses 9, 20).

“Não continue a beber só água, mas toma também um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes indisposições”. (I Timóteo 5, 23).
Uma recomendação bíblica que não pode ser deixada de lado, por se achar que é proibido beber vinho.



JESUS TEVE IRMÃOS?

É comum, entre os protestantes - evangélicos - afirmar que Jesus Cristo teve irmãos de sangue. Porém, Em nenhuma parte da bíblia se encontra escrito que Maria e José tiveram filhos - visto que Jesus era filho legitimo de Maria, mas, filho adotivo de José, pois fora concebido pelo Espírito Santo, pois não nasceu de homem - Em defesa da verdade e das Sagradas Escrituras, vamos mais uma vez usar a palavra de Deus, para mostrar que os apóstolos e os demais que seguiam a Jesus, jamais foram seus irmãos de sangue. Começaremos pelo apostolo Tiago, que os protestantes - evangélicos - e outros, teimam em afirmar ser irmão de sangue de Jesus:

“Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estava numa barca, consertando as redes”. (Marcos 1, 14-20).

Como pudemos ver, através dos textos bíblicos: Os apóstolos Tiago e João eram irmãos e filhos de Zebedeu. Portanto, eles jamais poderiam ser filhos de Maria e de José.

“Tu és Simão, filho de João, será chamado de Cefas (que quer dizer pedra)¨. (João 1,42)”.

Se a bíblia é clara quando afirma que os apóstolos Tiago e João têm como pai, Zebedeu e o apostolo Pedro, tem como pai, a João, se torna impossível que eles sejam irmãos de sangue de Jesus. E quem assim acredita e prega, estará contradizendo as Sagradas Escrituras, a bíblia. Mas então, porque Jesus falou que eles eram seus irmãos? Lendo Hebreus 2, 10-13, podermos descobrir o porque dele ter falado isto:

“Aquele para quem e por quem todas as coisas existem, desejando conduzir à gloria numerosos filhos, deliberou elevar à perfeição, pelo sofrimento, o autor da salvação deles, para que santificador e santificados formem um só todo. Por isso Jesus não hesita em chamá-los de irmãos, dizendo: anunciarei teu nome a meus irmãos no meio da assembléia cantarei os teus louvores”. (Salmo 21,23).

E outra vez: “Quanto a mim, ponho nela a minha confiança”. (Isaias 8,17). E: “Eis-me aqui, eu e os filhos que Deus me deu”. (Isaias 8, 18).


O ARREBATAMENTO

Os protestantes - evangélicos - costumam pregar que o arrebatamento acontecerá antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que é um engano, mais um ensinamento protestante, que não consta das Sagradas Escrituras. Vejamos o que diz a bíblia, a respeito do arrebatamento e como e, quando ele se dará:

“Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança. Se, com efeito, nós cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também, aqueles que morreram, Deus, por causa deste Jesus, com Jesus os reunirá. Eis o que dizemos, segundo uma palavra do Senhor: nós os vivos, que houvermos ficado até a vinda do Senhor, não precederemos de modo nenhum os que morreram. Porque o Senhor em pessoa, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao toque da trombeta de Deus, descerá do céu: então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; em seguida nós, os vivos que tivermos ficado, seremos arrebatados com eles sobre as nuvens, ao encontro do Senhor, nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, confortais-vos uns aos outros com este ensinamento.” (I Tessalonicenses 4, 13-18).

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