Conhecendo a Palavra de Deus
Iniciou este tópico. Última resposta por REMIDIO PEREIRA 12 Feb.
Respondeu 1. Oct, 2008
Respondeu 15. Aug, 2008
Publicado em April 25th, 2009 às 23:11 —
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Publicado em March 31st, 2009 às 19:32 —
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Publicado em March 26th, 2009 às 12:33 —
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Publicado em February 28th, 2009 às 15:06 —
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Publicado em February 11th, 2009 às 10:54 —
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Gilberto Rocha, visto que demostra ser um homem ignorante no que diz respeiro ao conhecimento das coisas, venho lhe explicar o significado do brasão do Santo Padre Papa Bento XVI, que vocÊ Gilberto Rocha - a exemplo dos hereges e fanaticos protestantes - pensa ser o brasão da besta, pois acreditam em fabulas e não buscam a verdade, pois preferem pregar mentiras, pois seguem o principe da mentira, satanás:
O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Os esmaltes: gules (vermelho) e jalde (ouro) são as cores de Roma: sangue e ouro. O campo de gules (vermelho) simboliza o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente no governo supremo da Igreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Pai espiritual de todos os cristãos deve dispensar aos seus filhos.
A Vieira (concha) tem três significados: o primeiro, de cunho teológico, recorda a passagem de Santo Agostinho, que, encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia; e, tendo obtido a resposta, explicou-lhe a sua vã tentativa, e, assim, Santo Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. Está aí expresso um convite ao conhecimento de Deus, mesmo se na humildade da incapacidade humana. O segundo significado da Vieira, já há séculos usado, é o do peregrino, simbolismo que Bento XVI quer manter vivo, no seguimento das pegadas do Papa João Paulo II, grande peregrino em todas as partes do mundo. E, por último, a Vieira também é o símbolo presente no brasão do antigo mosteiro beneditino de Schotten, perto de Ratisbona, na Baviera, ao qual o Papa se sente espiritualmente muito ligado. A Vieira, pelo seu metal, jalde (ouro), simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. A partição em mantel, em italiano chamada "cappa", é um símbolo de religião, indicando um ideal inspirado na espiritualidade monástica, e mais tipicamente na beneditina. Os campos de jalde (ouro), têm o significado já descrito deste metal; nestes campos encontram-se também dois símbolos provenientes da tradição da Baviera, que o Cardeal Joseph Ratzinger, ao tornar-se em 1977 arcebispo de Munique e Frisinga tinha introduzido no seu brasão arquiepiscopal.
Brasão cardinalício de Joseph Ratzinger.À dextra (esquerda), a cabeça de mouro, com lábios, coroa e colar de gules (vermelho), é o antigo símbolo da diocese de Frisinga, que surgiu no século VIII, tornando-se arquidiocese com o nome de Munique e Frisinga em 1818, depois da Concordata entre o Papa Pio VII e o rei Maximiliano José, da Baviera, em 5 de Junho de 1817. A cabeça de mouro, na tradição bávara é muito frequente, sendo denominada caput ethiopicum, ou mouro de Frisinga. À senestra (direita), o urso, de sable (negro), que carrega no seu dorso um fardo, relembra uma antiga tradição que o primeiro bispo de Frisinga, São Corbiniano, tendo-se posto em viagem a cavalo rumo a Roma, ao atravessar uma floresta foi atacado por um urso, que lhe devorou o cavalo; contudo, ele conseguiu não só aplacar o urso, mas carregar nele a sua bagagem fazendo-se acompanhar por ele até Roma. A fácil interpretação da simbologia quer ver no urso domado pela graça de Deus o próprio bispo de Frisinga, e costuma ver no fardo o peso do episcopado por ele carregado. O urso, por sua cor, de sable (preto) simboliza: sabedoria, ciência, honestidade e firmeza; e a carga, por sua cor, Gules, tem o significado deste esmalte, descrito acima; as amarras de argente (prata), traduzem: inocência, castidade, pureza e eloquência.
Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves "decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro, relatado no Evangelho de São Mateus, que narra que Jesus Cristo disse a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores.
A mitra pontifícia usada como timbre, recorda em sua forma e esmalte, a simbologia da tiara, sendo que as três faixas de jalde (ouro) significam os três poderes papais: Ordem, Jurisdição e Magistério, ligados verticalmente entre si no centro para indicar a sua unidade na mesma pessoa.
Bandeira da Guarda Suiça com o brasão do Papa Bento XVI com a tiara papal.O pálio papal (omofório), muito usado nas antigas representações papais, simboliza ser o Papa pastor universal do rebanho que lhe foi confiado por Cristo. O listel demonstra o seu lema da aspiração e do programa pessoal de vida do Papa Bento XVI que é o compromisso incondicional com a verdade, numa referência à passagem evangélica: "Seja o vosso 'sim' sim, e o vosso 'não' não. O que passa disso vem do Maligno" (Cf. Mt 5,37) e ainda a proclamação de que somente Jesus Cristo é o "Caminho, a Verdade e a Vida" (Cf. Jo 14,6)
E, "O sacerdote não é sacerdote para si.Não pode absolver a si mesmo.Não pode administrar os Sacramentos a si mesmo: Ele não é para si mesmo,é para vós".
ABençoe-nos! Afetuoso abraço.
Ser Mãe é assumir com carinho cada filho que depende da Sua atenção. É uma missão difícil, penosa e tensa. Toda mãe que vive integralmente esse papel, sabe o quanto exigem de Si Seus filhos. A Mãe não descansa e não relaxa enquanto um único filho não está bem. No Seu Coração persiste o desejo e esperança de conquistar o melhor para todos.
O instinto materno a impulsiona à realizar até o que parece impossível. Ser Mãe é Se doar por inteira por amor aos Seus. Em cada sorriso que transmite, Ela transparece a doçura do Seu interior. Dos Seus olhos emanam uma mensagem completa que nos faz meditar. Temos como Guia, uma Luz que ilumina e nos aquece. Sabemos que à nossa frente, caminham boas intenções e experiência.
A Mãe celeste não descansa um só segundo.
No Seu Coração arde sem cessar a chama de amor do Seu Imaculado Coração. O desejo de resgatar Seus filhos, A leva ao extremo. Suas lágrimas exprimem o que as palavras não conseguem.
A adoção de toda humanidade é uma tarefa árdua, pois muitos não reconhecem Suas intenções e belas palavras. Fica no ar um lamento, uma queixa eterna, porque por muitos, o amor e carinho não são reconhecidos. A chama de amor do Seu Imaculado Coração, tenta nos convencer de um amor, que nesta vida é impossível compreender. As rosas que circundam Seu Coração, expressam Seu afeto e sensibilidade por cada um de nós, e nos convida a acolhe-Lo com o mesmo apreço. Um conteúdo rico e divino implora lugar nos corações. A Mãe espera o reconhecimento e retorno dos Seus. Os pecados atuais também pelos meios de comunicação, privam muitas almas da graça de Deus.
A suplicante celeste nos convida a refletir:
- O que estais cultivando e vivendo, vos proporcionará o descanso e felicidade eterna?
- As lágrimas de Nossa Mãe Celeste, exprimem uma paixão compulsiva e incontrolável por aqueles que não têm a menor noção do perigo. Ela nos explica o sentido das Suas santas lágrimas:
- As Minhas lágrimas normais são por vós, filhos já consagrados. Pelo vosso comodismo e indiferença quanto aos que ainda não Me conhecem como deveriam. Eu choro pelos abandonados, que poderiam ser salvos se vos preocupassem mais com essas almas.
Eu sozinha não posso fazer muita coisa. Sois o Meu exército, o eco da Minha voz. Preciso de corações sensíveis e generosos. Preciso de filhos que se sacrifiquem pelos inocentes. Levem-Me a todos e introduzam-Me em cada coração.
Despertem em cada um o calor divino que vos alimenta. Filhos amados, o tempo é curto. Em breve não tereis mais tempo. Seja cada um de vós, um alento vivo para com os necessitados.
As lágrimas de sangue que choro, são pelo cinismo de muitos. A indiferença ao sangue do Meu Filho é o que mais Me faz sofrer. Como Me dói, pelo desprezo que muitos tratam os Meus apelos. Sei o que espera os arrogantes e rebeldes. É triste observar o destino que muitos estão tomando. O Meu inimigo se diverte com tanto pecado e desprezo ao que é santo. Hoje é comum, pessoas fazerem do seu trabalho um instrumento de desgraça e imoralidade. Muitos exaltam em suas canções o que estremecem os anjos do céu. Como é triste assistir a ruína de uma civilização. É aterrorizante e macabra a vida de muita gente. Como sofre O Meu Filho Jesus, que esperava outra resposta.
Filhos amados que já Me abraçaram: está tudo nas vossas mãos. Sois a luz verdadeira que pode iluminar as trevas que se propagam. Sejam fortes e destemidos. Não vacilem diante de tanta coisa por fazer. Seja cada um de vós, um consolo para Mim e para O Meu Filho Jesus.
Queridos filhinhos, Eu não vos esqueço um só momento. Sou Eu a indicada por Meu Filho Jesus, para vos guiar. Sois o presente mais valioso que recebi. Onde estou, está também O Meu Filho. No efeito das Minhas palavras, faço sentir em vós, a paz pela Sua santa presença.
Abracem-Me com todo ardor, e sereis alimentados e saciados pelo Vosso Salvador. Sou Eu os olhos de Meu Filho Jeus, pelos quais sois assistidos e alimentados pelo Seu divino tesouro.
Milton Florindo
Ó glorioso e bondoso Deus. Diante de Ti, posso entender a minha fragilidade, dependência e insignificância. Mas posso sentir o sublime toque do Teu amor. Sei que nada sou, e nada seria sem a Tua santa misericórdia. Uma sensação de paz e consolo me invadem, quando me rendo aos Teus pés. Senhor, tenha piedade da minha alma e não me deixe afastar de Ti, pois só em Ti encontro paz e serenidade.
Levo com amor a minha cruz, pois sei que em breve me libertarás. Mesmo no meu cansaço, o Teu carinho me convida a estar contigo. Sei que és fiel e não me deixarás abandonado. Suspiro sem cessar à espera do Teu chamado. Espero ansioso o Teu perdão por todas as minhas faltas, e o ingresso eterno no Teu paraíso. Sei que nada posso e nada mereço, mas pela Tua misericórdia me atrevo a Te chamar de Pai.
Arquidiocese de Olinda e Recife faz esclarecimentos perante artigo de D. Fisichella
SÃO PAULO, quinta-feira, 19 de março de 2009 (ZENIT.org).- A menina de nove anos da cidade de Alagoinha (Pernambuco, nordeste do Brasil) violentada pelo padrasto, do que resultou gravidez de gêmeos interrompida no dia 4 de março, foi tratada pela Igreja local «com toda caridade e doçura».
É o que afirma a arquidiocese de Olinda e Recife em uma nota oficial publicada nesta quinta-feira em seu site. O texto traz esclarecimentos perante o artigo intitulado “Dalla parte della bambina brasiliana”, de autoria de Dom Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, veiculado no L’Osservatore Romano, no dia 15 de março.
«Ninguém pensou em primeiro lugar em excomunhão», esclarece a nota. O texto afirma que quando a notícia do episódio de abuso sexual e da gravidez veio à tona em Alagoinha, no dia 25 de fevereiro, o pároco local, Pe. Edson Rodrigues, acompanhou o caso.
«Fui à casa da menina para prestar apoio e acompanhamento. Desde o primeiro momento houve preocupação com a menina. Falei com o arcebispo [Dom José Cardoso Sobrinho], e ele ficou muito preocupado com a criança», disse a Zenit Pe. Edson.
A nota da arquidiocese de Olinda e Recife –assinada pelo Pe. Cícero Ferreira de Paula, chanceler; mons. Edvaldo Bezerra da Silva, vigário geral; Pe. Moisés Ferreira de Lima, reitor do Seminário arquidiocesano; Dr. Márcio Miranda, advogado da arquidiocese e Pe Edson Rodrigues– destaca que se usaram «todos os meios ao nosso alcance para evitar o aborto e assim salvar as três vidas».
Pe. Edson Rodrigues «acompanhou pessoalmente o Conselho Tutelar da cidade em todas as iniciativas que visassem o bem da criança e de seus dois filhos».
«No hospital, em visitas diárias, demonstrou atitudes de carinho e atenção que deram a entender tanto à criança quanto à sua mãe que não estavam sozinhas, mas que a Igreja, ali representada pelo pároco local, lhes garantia a assistência necessária e a certeza de que tudo seria feito pelo bem da menina e para salvar seus dois filhos», afirma o texto.
Depois que a menina foi transferida de Alagoinha para um hospital da cidade do Recife, «tentamos usar todos os meios legais para evitar o aborto».
«A Igreja em momento algum se fez omissa no hospital. O pároco da menina realizou visitas diárias ao hospital.»
A nota da arquidiocese afirma que Dom José Sobrinho não se «apressou em declarar a excomunhão».
«O caso veio a público em Alagoinha na quarta-feira, dia 25 de fevereiro, o arcebispo se pronunciou na imprensa no dia 3 de março e o aborto se deu no dia 4 de março.»
A realização do aborto, segundo Pe. Edson, «foi algo silencioso e muito tramado». «Até hoje estamos lutando para ver surgir a verdade», diz, enfatizando que o Conselho Tutelar de Alagoinha ainda não recebeu qualquer parecer médico sobre a realização do aborto. «Essa documentação já era para ter chegado há 15 dias aqui», afirma. Frei tenho rezado pelo senhor pela sua maturidade espiritual obrigada´pelo seu compromisso.Paz e bem
17 Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo.
18 Ninguém vos roube a seu bel-prazer a palma da corrida, sob pretexto de humildade e culto dos anjos. Desencaminham-se estas pessoas em suas próprias visões e, cheias do vão orgulho de seu espírito materialista,
19 não se mantêm unidas à Cabeça, da qual todo o corpo, pela união das junturas e articulações, se alimenta e cresce conforme um crescimento disposto por Deus.
20 Se em Cristo estais mortos aos princípios deste mundo, por que ainda vos deixais impor proibições, como se vivêsseis no mundo?
21 Não pegues! Não proves! Não toques!,
22 proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que delas se faz, e que não passam de normas e doutrinas humanas.
23 Elas podem, sem dúvida, dar a impressão de sabedoria, enquanto exibem culto voluntário, de humildade e austeridade corporal. Mas não têm nenhum valor real, e só servem para satisfazer a carne. (Colossenses (BC) 2)
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