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Em 13:30 em October 17th, 2009, Gilberto Rocha disse...

"POVO MEU, onde ides todos vós? Caminhais com uma venda nos olhos e não conseguis enxergar quem fala comigo... Não sabeis mais onde ir... Vão se perder muitos, se não discernirem. Estou dando a chance de salvação a todos, todos, todos...todos! EUCARISTIA SEGUNDO O VATICANO A COMUNHÃO DE JOELHOS É A ADORAÇÃO A DEUS

Postado por sebastião/ Tridentina/Portugal

D. Albert Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos - Vaticano.

O Prefácio de D. Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos à obra “Dominus Est - Riflessioni d un Vescovo dell'Asia Centrale sulla sacra Comunione”, escrito por D. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar de Karaganda (Cazaquistão)

No livro do Apocalipse, São João narra que tendo visto e ouvido o que lhe havia sido revelado, se prostrava em adoração aos pés do Anjo de Deus (cf. Ap. 22, 8). Prostrar-se ou ajoelhar-se ante a majestade da presença de Deus, em humilde adoração, era um hábito de reverência que Israel manifestava sempre ante a presença do Senhor.

Diz o primeiro livro dos Reis: “Quando Salomão acabou de dirigir a Javé toda essa oração e súplica, levantou-se diante do altar de Javé, no lugar em que estava ajoelhado e de mãos erguidas para o céu. Ficou em pé e abençoou toda a assembléia de Israel” (1 Reis 8, 54-55). A postura da súplica do Rei é clara: ele estava genuflectido perante o altar.

A mesma tradição se encontra também no Novo Testamento onde vemos Pedro ajoelhar-se diante de Jesus (cfr Lc 5, 8); Jairo para Lhe pedir que cure a sua filha (Lc 8, 41); o Samaritano quando volta para agradecer-Lhe e a Maria, irmã de Lázaro, para Lhe pedir a vida em favor de seu irmão (Jo 11, 32). A mesma atitude de se prostrar, devido ao assombro causado pela presença e revelação divinas, nota-se não raramente no livro do Apocalipse (Ap 5, 8, 14 e 19, 4).

Estava intimamente relacionada com esta tradição a convicção de que o Templo Santo de Jerusalém era a casa de Deus e portanto era necessário dispor-se nele em atitudes corporais que expressassem um profundo sentimento de humildade e de reverência na presença do Senhor.

Também na Igreja, a convicção profunda de que sob as espécies eucarísticas o Senhor está verdadeira e realmente presente, e o crescente costume de conservar a santa comunhão nos tabernáculos, contribuiu para a prática de ajoelhar-se em atitude de humilde adoração do Senhor na Eucaristia.

Com efeito, a respeito da presença real de Cristo sob as espécies Eucarísticas, o Concilio de Trento proclamou: “in almo sanctae Eucharistiae sacramento post panis et vini consecrationem Dominum nostrum Iesum Christum verum Deum atque hominem vere, realiter ac substantialiter sub specie illarum rerum sensibilium contineri” (DS 1651).

Além disso, São Tomás de Aquino já tinha definido a Eucaristia latens Deitas (S. Tomás de Aquino, Hinos). A fé na presença real de Cristo sob as espécies eucarísticas já pertencia então à essência da fé da Igreja Católica e era parte intrínseca da identidade católica. Era evidente que não se podia edificar a Igreja se esta fé fosse minimamente desprezada.

Portanto, a Eucaristia – Pão transubstanciado em Corpo de Cristo e vinho em Sangue de Cristo, Deus em meio a nós – devia ser acolhida com admiração, máxima reverência e atitude de humilde adoração.

O Papa Bento XVI recordando as palavras de Santo Agostinho “nemo autem illam carnem manducat, nisi prius adoraverit; peccemus non adorando” (Enarrationes in Psalmos 89, 9; CCLXXXIX, 1385) ressalta que “receber a Eucaristia significa colocar-se em atitude de adoração d’Aquele que comungamos (...) somente na adoração pode amadurecer um acolhimento profundo e verdadeiro” (Sacramentum Caritatis, 66).

Seguindo esta tradição, é claro que adotar gestos e atitudes do corpo e do espírito que facilitam o silêncio, o recolhimento, a humilde aceitação de nossa pobreza diante da infinita grandeza e santidade d’Aquele que nos vem ao encontro sob as espécies eucarísticas, torna-se coerente e indispensável.

O melhor modo para exprimir o nosso sentimento de reverência para com o Senhor Eucarístico seria seguir o exemplo de Pedro que, como nos narra o Evangelho, se lançou de joelhos diante do Senhor e disse “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” (Lc 5, 8).

Ora, nota-se que nalgumas igrejas, tal prática se torna cada vez mais rara e os responsáveis não só impõem aos fiéis receber a Sagrada Eucaristia de pé, mas inclusive tiraram os genuflexórios obrigando os fiéis a permanecerem sentados ou em pé, até durante a elevação das espécies eucarísticas apresentadas para a Adoração.

É estranho que tais procedimentos tenham sido adotados em dioceses, pelos responsáveis da liturgia, e nas igrejas pelos párocos, sem a mais mínima consulta aos fiéis, se bem que hoje se fale mais do que nunca, em certos ambientes, de democracia na Igreja.

Ao mesmo tempo, falando da Comunhão na mão é necessário reconhecer que se trata de uma prática introduzida abusivamente e à pressa nalguns ambientes da Igreja imediatamente depois do Concilio, alterando a secular prática anterior e transformando-se em seguida como prática regular para toda a Igreja. Justificava-se tal mudança dizendo que refletia melhor o Evangelho ou a prática antiga da Igreja.

É verdade que se se recebe na língua, se pode receber também na mão, sendo ambos órgãos do corpo de igual dignidade. Alguns, para justificar tal prática, referem-se às palavras de Jesus: “Tomai e comei” (Mc 14, 22; Mt 26, 26). Quaisquer que sejam as razões para sustentar esta prática, não podemos ignorar o que acontece a nível mundial em todas partes onde é adotada.

Este gesto contribui para um gradual e crescente enfraquecimento da atitude de reverência para com as sagradas espécies eucarísticas. O costume anterior, pelo contrário, preservava melhor este senso de reverência. Àquela prática seguiu-se uma alarmante falta de recolhimento e um espírito de distração geral.

Atualmente vêem-se pessoas que comungam e freqüentemente voltam aos seus lugares como se nada de extraordinário se tivesse dado. Vêem-se mais distraídas ainda as crianças e adolescentes. Em muitos casos, não se nota este sentido de seriedade e silêncio interior que devem indicar a presença de Deus na alma.

O Papa fala da necessidade de não só entender o verdadeiro e profundo significado da Eucaristia, como também de celebrá-la com dignidade e reverência. Diz que é necessário estar conscientes “dos gestos e posições, como, por exemplo, ajoelhar-se durante os momentos salientes da Oração Eucarística” (Sacramentum Caritatis, 65).

Além disso, tratando da recepção da Sagrada Comunhão, convida todos para “que façam o possível para que o gesto, na sua simplicidade, corresponda ao seu valor de encontro pessoal com o Senhor Jesus no Sacramento” (Sacramentum Caritatis, 50).

Nesta perspectiva é de apreciar o opúsculo escrito por S. Excia. D. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar de Karaganda, no Cazaquistão, sob o muito significativo título “Dominus Est” (é o Senhor). Ele deseja dar uma contribuição à atual discussão sobre a Eucaristia, presença real e substancial de Cristo sob as espécies consagradas do Pão e do Vinho.

É significativo que D. Schneider inicie a sua apresentação com uma nota pessoal recordando a profunda é eucarística da sua mãe e de outras duas senhoras; fé conservada no meio de tantos sofrimentos e sacrifícios que a pequena comunidade dos católicos daquele país padeceu nos anos da perseguição soviética.

Começando desta sua experiência, que nele suscitou uma grande fé, admiração e devoção pelo Senhor presente na Eucaristia, ele apresenta-nos um excursus histórico-teólogico que esclarece como a prática de receber a Sagrada Comunhão na boca e de joelhos foi recebida e exercitada pela Igreja durante um longo período de tempo.

Creio que chegou a hora de avaliar a prática acima mencionada, de reconsiderá-la e, se necessário, abandonar a atual, que de fato não foi ndicada nem pela Sacrosanctum Concilium, nem pelos Padres Conciliares, mas foi aceite depois da sua introdução abusiva nalguns países.

Hoje mais do que nunca é necessário ajudar o fiel a renovar uma fé viva na presença real de Cristo sob as espécies eucarísticas para reforçar assim a vida da Igreja e defendê-la no meio das perigosas distorções da fé que tal situação continua a criar.

As razões de tal medida devem ser não tanto acadêmicas, quanto pastorais – espirituais como litúrgicas –, em suma, as que edificam melhor a fé. D. Schneider neste sentido mostra uma louvável coragem, pois soube entender o significado das palavras de São Paulo: “mas que tudo seja para edificação” (1 Cor 14, 26).

+ Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos
Em 18:25 em October 15th, 2009, Gilberto Rocha disse...
Ensinai-me a fazer a Vossa vontade
Sobre Comungar em Pé

“Livrai-me, Senhor, de meus inimigos, porque é em vós que ponho a minha esperança.Ensinai-me a fazer vossa vontade, pois sois o meu Deus. Que vosso Espírito de bondade me conduza pelo caminho reto”. (Sl 142, 9s) “

...fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração”.(Sl 39,9)

Dizia Santo Agostinho de Hipona:
"Vem, Senhor, iluminar as trevas do meu coração. Concede-me a fé verdadeira, a esperança firme, a caridade perfeita e a clara visão para cumprir Tua Vontade”. (Santo Agostinho de Hipona)

E também dizia Beata Paula Frassinetti:
“Vontade de Deus, tu és o meu Paraíso!” (Beata Paula Frassinetti)

Ora caríssimos, o que importa é fazer a VONTADE DE DEUS!
Sobre comungar em pé, digo-vos que é da vontade de Deus que se comungue de JOELHOS e NÃO em pé!

Vejamos porque:

1º- “Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos”.(Fl 2,9-10)

2º- “...Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará glória a Deus” (Rm 14,11)

3º- “...todo joelho deve dobrar-se diante de mim...” (Is 45,23)

4º- "Vinde, inclinemo-nos em adoração, de joelhos diante do Senhor que nos criou" (Sl 94,6)

Ai esta bem colocado a vontade de Deus quando nos colocamos a sua Presença. Devemos nos AJOELHAR. Ora, por acaso não se acredita que Jesus Cristo é Deus?

Por acaso o Sacramento da Eucaristia não é o Próprio Deus, feito carne. Não se diz: “HOC EST ENIM CORPUS MEUM - ISTO É O MEU CORPO”?
Ora, se Jesus é Deus e Deus Verdadeiro, e se a Santa Eucaristia é o Próprio Deus, com o seu Corpo, Alma, Sangue e Divindade, então porque não se AJOELHA para recebê-lo?
Em 23:30 em August 25th, 2009, Gilberto Rocha disse...
Estejam num só Pensamento
12/04/2001.
Entrai pela porta estreita, porque, depois de terdes entrado não sabereis mais o que ficou para trás.
“Vinde, benditos de Meu Santo Pai” (Mt. 25,34), porque acreditaram em mim e na Minha Santa Mãe e em Meu Pai de Criação, pois não olharam mais para o vossos pecados, mas permaneceram na fé e na esperança de estarem junto comigo. Que bom ver vocês nesta noite junto Comigo, dando-me Conforto. Porque, há dois mil anos atrás nessas horas, Eu estava acompanhado de poucas pessoas, pois acharam que Eu morri de uma vez.
Olhem, Meus filhos: Deus não morre. Deus apenas cumpriu o que os Profetas escreveram. Isto foi porque aqueles incrédulos não acreditaram nas Escrituras, conforme falavam de Mim. Meu Santo Corpo ficou todo ensangüentado pela flagelação e isto foi por amor a vós mesmos. Eu jamais tive medo. O que Eu disse a Meu Pai, foi: “SE for possível, afaste de Mim este cálice” (Lc. 22,42), isto foi porque vi que era por vingança e traição e não só pela morte. Se Eu nada disso passasse, o diabo seria o vencedor. Mas mostrei a ele que a morte não tem poder sobre Mim. Se ela tivesse, Eu não teria ressuscitado.
Estão vendo? Por amor a vocês fiz tudo isto! E quem mais sofreu foi Minha Progenitora, porque não sabia o que se passando Comigo. Seu Coração cheio de amor, fez com que derramasse todas as suas lagrimas. E por Ela Minha dor foi maior, pois não queria que Ela visse aquela cena, pelo amor que tem em Mim, sendo Eu Seu único Filho, sendo que achava que não mais Me teria. As lágrimas que derramou por Mim enquanto estava na Cruz, banhavam a terra junto com Meu sangue. Um ato que na Santa Missa se dá. De Mim jorrou o sangue e depois a água, mas as Suas lágrimas se misturaram com o Meu Sangue. Por isso a vós Eu peço: Quando estiverem orando diante do Sacrário, devem lembra que ali Minha Santa Mãe está junto, pois Eu continuo ainda dentro d”Ela, onde o Sacrário representa o Corpo d”ela. Muitas Mães choram, ás vezes por perderem um só dos seus filhos, mas a Minha não se conteve, por Eu ser Seu único Filho.
Quinta-feira triste para um coração tão puro que Me adora de todas as formas. Por isso já está escrito: Aquele que vier a desprezá-La, ama a morte (cfr. Prov. 8,36).
Eu fui o Cordeiro Imolado, mas Ela foi a vitima que mais sofreu. A dor que ela passou, nenhuma mãe passa porque seus olhos me viram agonizando, pregado na Cruz. Seu Coração só agüentou porque Eu lhe dava o conforto, mesmo morto na Cruz, diante dos homens, mas diante de Meu Santo Pai Eu estava vivo. Uma passagem que até ai poucos sabem disso. Nem os meus Profetas entendiam porque Me entreguei nas mãos dos carrascos. Pedro depois que me negou três vezes, ouviu o canto do galo e então chorou amargamente, batendo no peito e dizendo-Me: Perdão, Senhor, por não ter entendido o que me falava.
Agora que está quase no fim, a maioria fará o mesmo, mas daí será tarde, pelo fato de não mais Me honrarem.
(Jesus)
Em 3:25 em August 24th, 2009, ARNOLDO disse...
Lamentável Reforma Protestante!

Fonte: Catholic Defenders of The Truth (Defensores Católicos da Verdade)

Tradução: Jaime Francisco de Moura

"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem" (Salmos 126,1)

O mesmo fundador da "Reforma", Martinho Lutero, chegou a "lamentar", o dano que a sua rebelião contra a autoridade da Igreja, tinha causado. O espetáculo de seus escritos faz as seguintes observações ...
"Este aqui não ouvirá falar do Batismo, e aquele nega o sacramento, outro põe um mundo entre isto e o último dia: alguns ensinam que Cristo não é Deus, alguns dizem isto, alguns dizem isso: há tantas seitas e credos como há tantas cabeças. "Nenhum rústico é tão rude quando ele tiver sonhos e fantasias, e pensar que é inspirado pelo Espírito santo e deve ser um profeta."
De Wette III, 61. citado em O'Hare, Os fatos sobre Lutero, 208.

"Nobres, cidadãos, camponeses, parece que todas as classes entendem o Evangelho melhor que eu ou São Paulo. Eles são agora sábios e se pensam mais entendidos que todos os ministros."
XIV de Walch, 1360. citado em O'Hare, Ibid, 209.

"Nós concedemos como devemos nós, que tanto disso que eles (a Igreja católica) diga é verdade: que o papado tem a palavra de Deus e o escritório dos apóstolos, e que nós recebemos Bíblia Santa, Batismo, o Sacramento, e o púlpito deles. O que conheceríamos nós estes se não eram para eles?
Sermão no evangelho de St. John, rachaduras. 14 - 16 (1537), em vol. 24 dos trabalhos de Luther, St. o Louis, Mo: Concordia, 1961, 304.

Tudo isto e muito mais foi escrito pelo fundador da Reforma, só pouco tempo depois quando ele notou o caos que tinha criado. Antes deste tempo, Munzer tinha corrido nesta direção, em 1521, o mesmo ano que Lutero fugiu, Zwingli, tinha corrido em outra direção, Calvino numa outra, todos eles espalhando as ovelhas e levando o rebanho a dispersão. Lutero tinha deixado sair o gato da bolsa e ele era desamparado para repor isto. Ele tinha começado algo que não conseguiria mais parar. Certamente, tudo isso foi e continua sendo lamentável:
"Uma vez você abre a porta ao erro, aí você não pode mais fechá-la."
Como isso é verdadeiro! Lutero tinha se tornado a vítima sofrendo as conseqüências deste simples provérbio.

"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem."
(Salmos 126,10

Há um aumento acelerado em dividir o Corpo de Cristo por comunidades protestantes, apesar das palavras vinda de Jesus e dos Apóstolos.
"... e haverá um só rebanho e um só pastor." (João 10,16).

"...O Deus da perseverança e da consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Jesus Cristo, para que, com um só coração e uma só voz, glorifiqueis a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 15,5-6).

"...Completai a minha alegria permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos" (Filipenses2,2).

"...Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo Espírito e no mesmo sentimento" (1Coríntios 1,10).

Em 1600, devido à reforma protestante, havia mais de 100 divisões em várias seitas. Antes de 1900, havia 1000 ao redor. Antes de 1981 havia mais que 20.700. Hoje há mais de 33.800 dividindo o Corpo de Cristo, sendo fundadas por meras criaturas humanas. As comunidades protestantes aumentaram em número de aproximadamente 65% em só vinte anos. (Dados da Enciclopédia Cristã mundial, abril de 2001), uma publicação protestante.

É bom notar que algumas seitas preferem não ser chamadas de protestantes. Porém, sem nenhuma dúvida, a existência deles deve-se à Reforma, porque sem ela, as milhares e milhares de comunidades protestantes não existiriam hoje provavelmente. Então qualquer um que reivindica ser Cristão e que não é ativo na Igreja católica é um protestante, assim este arquivo aplica-se bem a todos os não-católicos, embora o que eles desejam se chamar.

"Deus não é o autor de confusão..." (1Coríntios 14,33)

"Cristo foi dividido?” (1Corinthians 1,13) Se foi, é culpa da Reforma. Veja só o que diz a Bíblia.

“Sede submissos e obedecei aos que vos guiam (pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta). Assim, eles o farão com alegria, e não a gemer, que isto vos seria funesto” (Hebreus 13,17)

Seguramente, Lutero e os outros reformadores sabiam dessas passagens, Mas não se acha um versículo Bíblico que dá a autoridade para desobedecer os superiores, e foi exatamente o que os reformadores fizeram, eles não exibiram obediência e foram ao contrário do que a Bíblia ensina. Não se acha um verso Bíblico que autoriza qualquer um quebrar a Igreja de Jesus Cristo para formar a sua própria igreja.
Se a autoridade não vier de Deus, então não há nenhuma autoridade.

"E ninguém vos seduza com vãos discursos. Estes são os pecados que atraem a ira de Deus sobre os rebeldes. Não vos comprometais com eles" ( Efésios 5,6-7).

" Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés. Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem" (Mateus 23,2-3).

Nós não deixamos Pedro e o resto dos Apóstolos por causa dos trabalhos de Judas. Ao longo da história Bíblica, pecaram os líderes e as pessoas escolhidas de Deus, contudo a comunidade de Deus, sobreviveu com uma só voz e um só pastor...

Abrão mentiu (Gêneses 12,13), contudo Deus o escolheu mudando seu nome para Abraão tornando, o pai de uma multidão de nações (Gênese 17,4).

Isaac mentiu (Gêneses 26,7-11), contudo o rebanho dele sobreviveu intato.

Jacó mentiu e enganou (Gêneses 27,24), porém, as pessoas escolhidas de Deus sobreviveram.

Moisés era desobediente a Deus e assim não foi permitido conduzir a comunidade à terra prometida (Números 20,1-12). Porém, a comunidade sobreviveu.

Aarão foi feito um alto sacerdote (Êxodo 28,1-3), contudo depois conduziu as pessoas em pecado fazendo um bezerro de ouro como ídolo, (Êxodo 32,21-35). Porém ele era o alto sacerdote (Êxodo 40,13) e a comunidade sobreviveu.

Davi cometeu assassinato e adultério (2 Samuel 11,1-27) ainda assim, a comunidade sobreviveu.

Salomão praticou idolatria e teve 700 esposas e 300 concubinas, e teve grande riqueza, (1Reis 11,1-43). Veja Deuteronômio 17,17 onde os reis não terão um grande número de esposas, nem acumule grande riqueza, contudo a comunidade de Salomão sobreviveu.

Pedro mentiu para Jesus (Mateus 26,35), e abertamente o negou três vezes (Mateus 26, 69-75), contudo ele se tornou o primeiro Bispo de Roma, e o primeiro Papa, e ele escreveu dois livros infalíveis que nós usamos até hoje, e a Igreja ainda sobreviveu com um só rebanho com um só pastor.

Um Apóstolo negou Cristo (Mateus 26, 69-75), o outro o traiu (Mateus 26,25), e outro duvidou (João 20,25), e todos correram e abandonaram ele (Mateus 26,56). Ainda assim, a Igreja que Jesus Cristo fundou, sobreviveu com um só rebanho e um só pastor, e todos os Apóstolos se tornaram santos.

Saulo perseguiu a Igreja impiedosamente e prendeu muitos cristãos (Atos 7, 58-59) e (Atos 8,1-2). Ainda assim a Igreja permaneceu, e Saulo se tornou Paulo, um dos maiores Apóstolos.

Como podemos ver, a autoridade da Igreja não é dependente nos trabalhos de qualquer um de seus membros. A Igreja é maior que qualquer um. É maior que Lutero, ou Calvino, ou Munzer, ou Zwingli, e de quaisquer um desses que fugiram para formar as suas próprias igrejas.

Em nenhuma parte da Bíblia é dada autoridade para qualquer um começar outra igreja diferente da que Jesus Cristo fundou. Porém, há muitos versos que advertem contra abandonar Deus, no qual ele constituiu uma autoridade (Antigo Testamento) ou Igreja (Novo Testamento) o qual Ele deu a função aos profetas, como Moisés em (Êxodo 3 e 40), e aos Apóstolos (João 20, 21-23), e para os sucessores (Hebreus 13, 7-8) (Hebreus 13,17).

Leia a rebelião de Coré contra Deus, na autoridade de Moisés (Números 16, 1-35). Veja como Moisés suplicou a ele e os seguidores para terminar a revolta que era na própria tribo de Moisés dos Levitas. Preste atenção ao que aconteceu a Coré, e para os seguidores dele em (Números 16, 25-35)..

Ainda se repete as mesmas coisas no decorrer dos tempos: Leia a história paralela de Martinho Lutero, no começo da reforma, onde ele exibiu a mesma obstinação a Deus, indo contra a autoridade da Igreja.

" Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho" (Atos 20, 29-30)

"Principalmente aqueles que correm com desejos impuros atrás dos prazeres da carne e desprezam a Autoridade" (2 Pedro 2,10)

Aqui é uma pequena amostragem das 33.800 denominações de protestantes, e as datas de fundação:

1521, Martinho Lutero começou os luteranos quando ele rompeu com a verdadeira Igreja que já tinha existido durante 15 séculos. Antes desta época, a falsa doutrina da "Sola Scriptura" ou " Só a Bíblia", não tinha existido, e nem o falso homem não tinha feito a doutrina da "Interpretação Individual" da Bíblia Sagrada.
1521, Thomas Munzer começou os Anabatistas rompendo com o Luteranismo no mesmo ano.
1534, O Rei Henrique VIII começou a Igreja da Inglaterra. (Anglicano)
1536, John Calvino, predestinação pedagógica, formou o Calvinismo.
1560, John Knox que estudou depois de Lutero começa com os presbiterianos
1582, Congregacionalistas começou por Robert Browne, como uma filial de Puritanismo.
1609, John Smyth formou os batistas. Eles subdividiram severamente desde então.
1739, John Wesley começou os Metodista, em uma divisão do Anglicanismo.
1774, Theophilus Lindley começou a igreja Unitária.
1789, Samuel Seabury começou com os Episcopais.
1793-1809, igrejas de Cristo tiveram quatro fundadores separados.
1830, Joseph Smith fundou os mórmons em Palmyra Nova Iorque.
1860, William Miller, um fazendeiro, começou o Adventismo.
1863, Ellen Gould White começou os Adventistas do Sétimo dia.
1865, William Booth começou o Exército de Salvação.
1875, Idade nova foi começada por Helena Blavatsky. Confira: (Colossenses 2,8)
1879, Mary Padeiro Eddy começou os Cientistas Cristãos.
1879, Charles Russell começou as Testemunhas de Jeová.
1895, Abbe francês, Alfred Loisy e , George Tyrrell começou o Modernismo.
1900-1920, Episcopalianos conservadores, luteranos, presbiterianos, e Metodistas, formam um consórcio, e começam o Fundamentalismo.
1901, Pentecostalismo foi começado nos Estados Unidos. Dividiu desde então em muitas denominações independentes.
1914, Felix Manalo começou Iglesia de Cristo.
1930, Igrejas independentes de América (IFCA), foi formado por um consórcio de igrejas.
1952, L. Ron Hubbard começou a Igreja da Scientology.
1965, Smith pancada começou Capela do Calvário.
1968, discípulos de Cristo, começados como uma divisão de Igrejas de Cristo.
1974, Ken Gullickson começou o Vinhedo Companheirismo Cristão.
20º século Assembléias de DEUS, e outras divisões de Pentecostais se juntam. É algumas das milhares de seitas novas fundadas por meros homens.

Será que Deus examinou e aprovou tudo isso?

"Não fareis nesse lugar o que nós fazemos hoje aqui, onde cada um faz o que bem lhe parece)... " (Deuteronômio 12,8)

"Então estaria Cristo dividido? " (1Coríntios 1,13)

"Jesus, porém, penetrando nos seus pensamentos, disse: "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir " (Mateus 12, 25) Isto não é exatamente o que está acontecendo com as comunidades protestantes?

Eles estão implodindo devido a estas divisões sem fim. As comunidades estão cada vez menores e menores, e eventualmente se isto continuar, cada membro será teoricamente a própria comunidade eclesial e individual.

Quaisquer destas pessoas recebeu autoridade de Deus para formar suas próprias comunidades ? Quaisquer destas pessoas recebeu autoridade da Bíblia Sagrada para formar as próprias comunidades ? Confira o que está escrito na própria Bíblia!

"Vou pedir contas aos profetas, cujas línguas não vacilam em proclamar: "oráculo do Senhor". Irei contra os profetas de sonhos enganadores que, ao narrá-los, ludibriam com mentiras e fatuidade o meu povo, quando nem missão lhes outorguei, nem mandato algum, e de nenhuma valia são para esse povo - oráculo do Senhor" (Jeremias 23, 31-32)

"Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina. Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado." (2 Pedro 2, 1-2).

"Mas vós, caríssimos, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os quais vos diziam: "No fim dos tempos virão impostores, que viverão segundo as suas ímpias paixões; homens que semeiam a discórdia, homens sensuais que não tem o Espírito" (Judas 1, 17-19).

"Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os. Esses tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio ventre. E com palavras adocicadas e linguagem lisonjeira enganam os corações simples" (Romanos 16, 17-18).

"Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem" (Salmos 126,1)

"Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão." (João 16, 13)

A maioria das seitas protestantes declara que o Espírito santo está lhes ensinando a verdade. Porém, só existe uma verdade. Com o advento da Sola Scriptura e interpretação individual da Bíblia, como pode o Espírito Santo interpretar de várias maneiras diferentes, a mesma passagem Bíblica, nas denominações protestantes?

1. Como o Espírito santo pode iluminar os luteranos mostrando que a Eucaristia é a verdadeira presença de Cristo , e depois mostra aos batistas que é só um símbolo?
2. Como o Espírito santo pode falar para os Metodista que é certo ter os ministros femininos, e então fala isto aos batistas que é anti-bíblico?
3. Como o Espírito santo pode mostrar aos Adventistas do Sétimo dia que o sábado é o dia de adoração, e então conta para os presbiterianos que o dia de adoração é o domingo?
4. Como o Espírito santo pode mostrar aos luteranos que Maria era e sempre permaneceu virgem, e então fala para os Assembleianos que teve outros filhos?
5. Como o Espírito santo pode falar para os batistas, que a Sola Fide está nas escrituras sagradas?
6. Como o Espírito santo pode dizer para Episcopalianos batizar as crianças e então contar para os Pentecostais que o batismo infantil é inválido?
7. Como o Espírito santo pode falar para os mórmons que a Trindade Santa não está em três pessoas, e então conta para Metodista que a Trindade de três pessoas está em um só Deus?

Eu poderia dizer que toda doutrina teológica, com exceção da existência de Deus que é ensinado através de uma igreja de não-católicos é negada por outra. Isso é o que mostra os ensinamentos diferentes do caos absoluto do resultado da reforma. Quem, destas comunidades protestantes, tem a autoridade para decidir as muitas disputas doutrinais que surgiram entre eles? Com certeza, eu poderia responder que isso parece mais com a história da torre de Babel (Gêneses 11, 1-9) onde as consequências são semelhantes. A reforma mais parece com esse versículo Bíblico: "Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão" (Amós 8,12).

"Quem não está comigo está contra mim; e quem não ajunta comigo, espalha" (Mateus 12,30). O que significa este verso? Diz que Jesus é o caminho e a verdade (João 10,16), e que esses que estão contra ele são os mentirosos. Quem são os mentirosos aqui?
Eles não são os fundadores das 33.800 seitas, onde se dividiram e espalharam o rebanho? Veja só o que diz a Bíblia! "Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem" (Jeremias 23,1)

Quem é o "autor da confusão?"
Você se lembrou de (1Coríntios 14,33)?

Além de tudo,vejam só o que eles dizem: "O Espírito santo me incita". Pode-se perceber que um dos três espíritos é que está "incitando" de fato.
São eles:
1. O Espírito santo.
2. O espírito humano dentro de cada um.
3. Um mal, ou espírito endiabrado.

Estes devem ser discernidos, como nos ensina as Santas Escrituras, a testar todos os espíritos. Confira: "Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo" (1 João 4,1).

Na Epístola de São Paulo aos Efésios 1,22-23, quando ele menciona o "Corpo", ele recorre ao Corpo de Cristo, chefe de uma só Igreja.
" E sujeitou a seus pés todas as coisas, e o constituiu chefe supremo da Igreja, que é o seu corpo, o receptáculo daquele que enche todas as coisas sob todos os aspectos"
Em (Efésios 4, 4-6), disse Paulo, "Um Corpo (só significando UMA Igreja), Um só Espírito,... Um só Deus, Uma só Fé, Um só Batismo, Um só Deus e Pai de todos... "

Aqui fica uma interrogação. Será que estas pessoas receberam autoridade Bíblica para fundar essas 33.800 denominações diferentes e contraditórias, uma das outras? Parece que não! Daí conclue-se que estas pessoas abandonaram (João 10,16) ou (João 17,20-23) ou (Romanos 15,5-6) ou (1 Coríntios 1,10) ou ( Filipenses 1, 27) ou ( Efésios 4,1-6) etc...etc...etc...

Então podemos deduzir com confiança, que o espírito atuante nas milhares de igrejas protestantes, que nós demonstramos nesse texto, não é obra do Espírito santo, mas dos falsos profetas.

Conclusão!

O primeiro protestante, apesar de sua mente doentia e conflitante, amou e honrou a Virgem Santíssima Maria, a Mãe de Deus, como fez os outros reformadores. Por que o Protestantismo vagueou longe do ensino de seus fundadores?

Escrito por Bob Stanley, acréscimos no conteúdo Jaime Francisco

“A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1 Tim 3,15)
"Todo aquele que divide Jesus é um anti-cristo" (1 Jo 4,3)
 
 

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