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Ceifadores on-lineVacina & morte
Cinco pessoas morrem na Suíça após serem vacinadas contra gripe A
07/12/2009 - 18h01 ( - Agência EFE)
Cinco das sete vítimas fatais em decorrência da gripe A registradas na Suíça morreram depois de terem sido vacinadas, segundo os dados divulgados hoje pela Swissmedic, o organismo suíço regulador de remédios.
Em quatro dos casos, a vacina utilizada foi a Pandemrix, fabricada pela empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No entanto, não foi divulgada a marca da administrada no quinto caso.
Todos os pacientes eram maiores de 60 anos (um deles maior que 80) e em quatro dos casos sofriam de doenças crônicas graves. Por isso, "pode ser excluída a relação com a vacina", informou a Swissmedic.
O último caso, referente ao paciente de 80 anos, ainda está sendo analisando.
Também foi registrada a morte de dois fetos no útero após suas mães terem sido vacinadas com Focetria, fabricada pela empresa Novartis.
Em um dos casos, a morte fetal é atribuída a "fatores de risco já existentes", enquanto o segundo caso segue sob análise.
No total, desde o início da vacinação, no final de novembro, foram detectados 197 casos de efeitos secundários da vacina, mas não se sabe o número de pessoas que foram imunizadas.
Do total, 169 casos receberam Pandemrix, 25, Focetria e 3, Celtura, outra vacina fabricada pela Novartis.
O porta-voz da Swissmedic, Joachim Gross, explicou que estes dados não indicam que a Pandemrix seja a vacina que fornece mais riscos, mas é a mais utilizada.
Entre os efeitos secundários, em 44 dos casos foi registrada "uma reação grave e conhecida", ou seja, um efeito que estava previsto no prospecto do remédio, na maior parte reações alérgicas.
Em outros 28 casos houve "efeitos secundários com reação grave e desconhecida", entre elas cinco perdas de consciência após a vacinação e um caso de convulsões.
E DAS MÃOS DO SACERDOTE.
CATECISMO ROMANO
"Devemos, pois, ensinar que só aos sacerdotes foi dado poder de consagrar a Sagrada Eucaristia, e de distribuí-la aos fiéis cristãos. Sempre foi praxe da Igreja que o povo fiel recebesse o Sacramento pelas mãos dos sacerdotes, e os sacerdotes comungassem por si próprios, ao celebrarem os Sagrados Mistérios. Assim o definiu o Santo Concílio de Trento; e determinou que esse costume devia ser religiosamente conservado, por causa de sua origem apostólica, e porque também Cristo Nosso Senhor nos deu o exemplo, quando consagrou Seu Corpo Santíssimo, e por Suas próprias mãos O distribuiu aos Apóstolos.
De mais a mais, com o intuito de salvaguardar, sob todos os aspectos, a dignidade de tão augusto Sacramento, não se deu unicamente aos sacerdotes o poder de administrá-lo: como também se proibiu, por uma lei da Igreja, que, salvo grave necessidade ninguém sem Ordens Sacras ousasse tomar nas mãos ou tocar vasos sagrados, panos de linho, e outros objetos necessários à confecção da Eucaristia.
Destas determinações podem todos, os próprios sacerdotes e os demais fiéis, inferir quão virtuosos e tementes a Deus devem ser aqueles que se dispõem a consagrar, a ministrar, ou a receber a Sagrada Eucaristia".
CATECISMO MAIOR DE SÃO PIO X
"No ato de receber a sagrada Comunhão, devemos estar de joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a sagrada Hóstia, com a boca suficientemente aberta e com a língua um pouco estendida sobre o lábio inferior. Senhoras e meninas devem estar com a cabeça coberta".
MISSAL ROMANO (Forma Extraordinária)
O Missal Romano determina que a partir do momento da consagração, o sacerdote deve manter juntos os dedos indicador e polegar, de tal forma que, ao elevar o cálice, ao virar as páginas do missal ou ao abrir o sacrário, aqueles dedos toquem somente a Hóstia consagrada. No final da missa, o sacerdote passa com a patena sobre o corporal e limpa-o para dentro do cálice, para que possa ser recolhida e consumida com reverência a menor Partícula que possa ter aí ficado. Após a comunhão, as mãos do sacerdote são lavadas sobre o cálice com água e vinho – consumidos reverentemente, impedindo que alguma Partícula seja profanada.
SANTO TOMÁS DE AQUINO
"Pertence ao sacerdote distribuir o Corpo de Cristo por três motivos.
Primeiro, porque é ele que consagra na pessoa de Cristo. Assim como Cristo consagrou o seu corpo na Ceia, assim também distribuiu-o aos discípulos. Por isso, assim como pertence ao sacerdote consagrar o Corpo de Cristo, assim também o de distribuí-lo.
Segundo, porque o sacerdote se constitui intermediário entre Deus e o povo. Portanto, como lhe pertence apresentar a Deus as oferendas do povo, assim também lhe pertence distribuir ao povo os dons divinamente santificados.
Terceiro, porque por respeito à Eucaristia, nada a deve tocar que não esteja consagrado. Por isso, consagram-se os corporais, os cálices, igualmente as mãos do sacerdote para tocarem este sacramento. Não é lícito, pois, a ninguém mais tocá-lo, a não ser em caso de necessidade, por exemplo se cair no chão ou em outro caso semelhante"
(Suma Teológica, III, q.82, a.III).
"Depois da consagração, o celebrante une os dedos, isto é o polegar com o indicador, que tocaram o Corpo consagrado de Cristo, para que, se alguma partícula aderira a eles, não desprenda. Manifesta o respeito devido ao sacramento" (Suma Teológica, III, q.83, a.VI, ad5).
SÃO FRANCISCO DE SALES
"Começa já na véspera do dia da comunhão a te preparar com repetidas aspirações do amor divino e deita-te mais cedo que de costume, para te levantares também mais cedo. Se acordas durante a noite, santifica esses momentos por algumas palavras devotas ou por um sentimento que impregne tua alma de felicidade de receber o divino esposo; enquanto dormes, ele está velando sobre o teu coração e preparando as graças que te quer dar em abundância, se te achar devidamente preparada. Levanta-te de manhã com este fervor e alegria que uma tal esperança te deve inspirar, e depois da confissão aproxima-te com uma grande confiança e profunda humildade da mesa sagrada, para receber este alimento celeste, que te comunicará a imortalidade. Depois de pronunciares as palavras: "Senhor, eu não sou digno ...", já não deves mover a cabeça ou os lábios para rezar ou suspirar; mas, abrindo um pouco a boca e elevando a cabeça de modo que o padre possa ver o que faz, estende um pouco a língua e recebe com fé, esperança e caridade aquele que é de tudo isso ao mesmo tempo o princípio, o objeto, o motivo e o fim".
O SANTUÁRIO DE DEUS PAI
Em algum lugar sempre preciso de alguém para escrever os meus assuntos. Aqui no Brasil tenho este pequeno varão; por Mim vem se dedicando durante quase a metade de sua vida. Por esta razão é que dei a ele Meu Santo Nome, e agora Minha Face em sua capela, a qual será reconhecida com Santuário de Deus Pai.
Assim como, no Monte Sinai, Moisés me viu em forma de luz, aqui se vê meu rosto, o qual não foi feito pelas mãos dos homens e sim, por Meus Anjos.
Numa noite, enquanto todos estavam dormindo, os Anjos entraram nesta pequena capela, conferiram tudo e depois estamparam o meu rosto ao lado de uma pintura que mostra uma transfiguração minha diante de Pedro, Tiago e João. É o que vem acontecendo contigo, Meu pequeno varão: um Deus conversando com um pequeno homem do povo. Isto é para provar que não sou um Deus dos mortos, e sim um Deus dos vivos (Lc. 20, 38).
O maior exemplo que a natureza deu, neste último século, foi o Meu Santo Nome: "DEUS". Bastou Eu olhar para o pé de árvore que estava na tua frente, meu filho, e as letras foram se formando, faltando uma só, a qual, no outro dia, encontraste naquela mesma hora. Pronto, te entreguei a última letra, o "D".
(02/05/00)
Tudo bem Júlia, é muito bom saber que você fez uma comunidade usando nossasmontanhas como símbolo para quem gosta dessa terrinha. Sou da Pastoral do Batismo da Paróquia de Santo Antonio. Uma abraço.