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UNIVERSO DE LUZ deixou um comentário para Mons. Dom ++Fernão Gomes 17 Nov

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Em 21:55 em November 17th, 2009, UNIVERSO DE LUZ disse...
MINHA BENÇA DOM FERNAO.SERA QUE O SENHOR PODE ME FALAR UM POUCO SOBRE AS ALMAS DO PURGATORIO ESQUECIDAS....OBRIGADO.
Em 10:07 em November 5th, 2009, Gilberto Rocha disse...

RESPEITO COM QUE SE DEVE
ASSISTIR À SANTA MISSA.



Diz o Concílio de Trento: "Se somos, forçosamente, obrigados a confessar que os fiéis não podem exercer obra mais Santa nem mais divina do que este Mistério terrível, no qual a Hóstia vivificadora, que nos reconciliou com Deus Pai, é, todos os dias, imolada pelos sacerdotes, parece bastante claro que devemos ter muito cuidado para fazer esta ação com grande pureza de coração e com a maior devoção exterior possível". Estas palavras dizem respeito tanto aos fiéis como ao celebrante.



O historiador Flávio Josefo relata que, no templo de Salomão, setecentos sacerdotes e levitas estavam ocupados, todos os dias, em imolar as vítimas, em purificá-las, em queimá-las sobre o altar, e que isto se fazia com profundo silêncio e perfeito respeito. Entretanto, estes sacrifícios eram somente símbolos do Sacrifício da Santa Missa. Com que fervor, com que silêncio e atenção devemos assistir, pois, ao sacrifício verdadeiro!



Os primeiros cristãos nos deram admiráveis exemplos a este respeito. Segundo o testemunho de S. João Crisóstomo, ao entrar na Igreja, beijavam, humildemente, o assoalho e guardavam, durante a Santa Missa, tal recolhimento que se julgava estar em lugar deserto.

Era de observar o preceito da liturgia de S. Tiago: "Todos devem se conservar no silêncio, no temor, no medo e no esquecimento das coisas terrestres, quando o Rei dos reis, Nosso Senhor Jesus Cristo, vem imolar-se e dar-se em alimento aos fiéis".

São Martinho conformou-se, exatamente, com esta recomendação. Nunca se sentava na igreja; de joelhos, ou em pé, orava com ar compenetrado de um santo assombro. Quando lhe perguntavam pela razão desta atitude, costumava dizer: "Como não temeria, visto que me acho em presença do Senhor?".



Como outrora a Moisés, Deus poderia ainda dizer-nos hoje: "Tirai os sapatos de vossos pés, porque o lugar onde estais é Santo". Mais santas ainda são as nossas igrejas sagradas, com tanta profusão de unções e orações, e santificações, cada dia, pela oblação do Santo Sacrifício.

Caro leitor, David eleito de Deus, tremendo, aproximava-se da Arca da Aliança, e nós não tremeríamos, ao entrar na igreja, onde se acha o Santíssimo Sacramento? Não nos esqueçamos da severa advertência do Senhor: "Tremei diante de meu santuário" e da exclamação de Jacó: "Quanto é terrível este lugar! É, verdadeiramente, a casa de Deus e a porta dos céus" (Gen. 28, 17).



À vista disto, que pensar dos cristãos que se comportam, na igreja e durante a Santa Missa, como se estivessem na rua, ou em casa? Os Anjos adoram, tremendo e prostrados, a divina Majestade, e entre os assistentes há cristãos que lançam, aqui e acolá, olhares curiosos e provocadores; ocupam-se das pessoas presentes, pensam nos negócios do mundo, nas suas vaidades, falam sem pudor em coisas inúteis, talvez, más, semelhantes aos vendedores no templo que "faziam da casa de oração uma casa de ladrões". As nossas igrejas são mais que uma casa de oração: são a casa de Deus, habitada por Jesus Cristo, dia e noite.



Ora, se o próprio Jesus expulsou, a chicote, os profanadores do templo, como tratará estes cristãos audaciosos?



Dizes: "É mister responder a quem interroga".

- Não é proibido responder a uma pergunta útil nem dizer uma palavra necessária; é proibido, conversar coisas inúteis, fazer observações sobre o próximo, saudar-se mutuamente, como se estivesse na rua, e outras coisas semelhantes que impedem seguir, atentamente, a Santa Missa.

Jesus Cristo nos preveniu: "Os homens darão conta, no dia do Juízo, de toda palavra ociosa" (Mt. 12, 36). Ora, haverá palavras mais inúteis do que as proferidas durante o tremendo Mistério do Altar?



São Crisóstomo opina que os que falam e riem, durante a Santa Missa, merecem ser fulminados na Igreja. Com esta ameaça, o santo Doutor aponta também os que, por direito e dever, deveriam impedir as irreverências: os pais que não repreendem nem corrigem os filhos dissipados; os mestres e amos que não vigiam a atitude de seus alunos e criados.



Testemunhamos ainda nosso respeito, assistindo à Santa Missa, de joelhos. São Paulo nos convida, quando diz que, "ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e nos infernos" (Fl. 2, 10). Com mais razão ainda, devemos guardar esta atitude durante a presença real do divino Salvador, isto é, desde a elevação até a Comunhão.

Muitas pessoas, homens sobretudo, têm o mau costume de ficar em pé durante toda Missa; apenas inclinam-se à consagração para levantar-se logo depois, como se Jesus não estivesse presente.



Quem não puder permanecer de joelhos durante toda a Missa, poderia ficar em pé até o momento da consagração e depois da Comunhão. A presença real de Nosso Senhor torna também inconveniente o costume de muitas pessoas de sentarem-se, sem motivo de força maior, imediatamente depois da elevação. Se estivessem na presença dos grandes da terra, em alguma reunião mundana, a força não lhes faltaria, mesmo para tomar atitudes muito mais penosas do que a de estar de joelhos!



A piedosa imperatriz Leonor, esposa de Leopoldo I, assistia sempre, de joelhos, à Santa Missa. Quando lhe aconselhavam poupar a saúde e servir-se duma cadeira de braços, dizia: "Todos se inclinam diante de mim, pobre pecadora, ninguém de minha corte ousaria sentar-se em minha presença, e teria eu a coragem de fazê-lo em presença de meu Deus e Criador?"



Aconselharíamos, de boa vontade, às mães, que não trouxessem à Missa os pequenitos que, com os choros, poderiam perturbar o silêncio e incomodar o sacerdote no altar: quanto aos que estão bastante crescidos para aí ficarem quietos, é muito bom conduzi-los.



Terminando, reprovamos ainda outro deplorável abuso: o das senhoras e moças que vão à Missa vestidas à última moda, às vezes bastante indecente para lugar tão santo. Estas pessoas não medem a imensa dívida que contraem para com Deus. Jesus Cristo, do alto da cruz, parece dizer-lhes: "Vê, minha filha, estou atado a este lenho, inundado de sangue, coberto de chagas, para pagar o escândalo de teus trajos inconvenientes. Tu, por ironia cruel, apareces aqui ostentando a elegância; não te envergonhas de mostrar-te a meus fiéis? Toma cuidado para que teu luxo e tua vaidade não te lancem ao fogo do inferno!"



A garridice, o luxo é como um archote que acende desejos ilícitos até no coração dos justos; que fogo não acenderá nos levianos e impuros! As pessoas adornadas com tanto cuidado são sempre perigosas: desviam do altar a atenção dos homens e são a causa de distrações e pensamentos criminosos. Quem prepara o veneno comete um pecado mortal, mesmo que não o tome aquele a quem é destinado; o mesmo acontece com estas pessoas: pecam pelo único fato de expor os outros à tentação. Sua falta é ainda mais escandalosa, quando assim se apresentam na Santa Missa. Como responderão por suas vítimas no dia do Juízo? Acrescenta a isso que são uma ocasião de pecado para outras senhoras, a quem servem de figurinos de imitação.



Terminamos, caro leitor, com uma súplica: [...] lê e relê com atenção. Teu amor para o divino Sacrifício e a Santa Comunhão crescerão, porque, de mais a mais, compreenderás a excelência da Santa Missa, e o tesouro imenso que lucras, assistindo a ela fielmente.

Será, porém, na hora da morte, principalmente, que experimentarás quanto o Senhor é bom para os que honram os sagrados Mistérios do Altar, ao passo que os indiferentes e tíbios meditarão, num amargo, mas inútil arrependimento, o prejuízo que fizeram a seus interesses eternos.



Rogamos a Deus que, por Nosso Senhor Jesus Cristo, seu Filho único, e pela virtude do Espírito Santo, esclareça a inteligência e fortifique a vontade dos que lerão estas linhas, a fim de que aproveitem para sua alma e nos façam participar de suas orações, no Santo Sacrifício.
Em 23:08 em October 25th, 2009, Mons. Dom ++Fernão Gomes disse...
Não havendo maior cego do que aqele que não quer ver, Vc está cheio de razão.
Em 22:40 em October 25th, 2009, REMIDIO PEREIRA disse...
prezado "mons." eu percebi claramente que tu gosta mesmo de discussões tolas e vãs,e vejo também que és um homem frustrado, por não ter vinculo verdadeiro com a igreja que JESUS CRISTO fundou. eu entendo isso e por esse motivo também te perdoo. mas,uma "gracinha" ve se o sr. pratica o ato de pensar,antes do falar ! e quando falardes use a boca e a mente ,não o cotovelo.
Em 16:30 em October 25th, 2009, REMIDIO PEREIRA disse...
mons. mons. procure realmente a melhor parte ! tudo que dissestes para mim, foi o que ouvistes no barulho de sua mente ortodoxa ,e achou não servia para ti,por isso passou para frente, eu apenas lhe fiz uma pequena exortação . mostra-me com isso que és um cidadão irrepreenssível,rancoroso e muito mal humorado. infelizmente a igreja catolica não faz ecumenismo com essas pseudos igrejas lusos- hispanicas,que realmente não fizeram parte da inquisição catolica, é verdade ,mas não conheceram JESUS CRISTO, quando disse: nem as portas do inferno prevalecerão sobre ela( igreja catolica apostolica romana)
Em 14:59 em October 25th, 2009, REMIDIO PEREIRA disse...
"mons." se é que eu entendi bem, o senhor disse que cada apóstolo fundou sua igreja,por onde caminhava ? a igreja catolica fundada por JESUS CRISTO, através de PEDRO,atualmente é comandada por seu sucessor BENTO XVI. a que frequenta ,decende de qual apostolo ? gostaria que fosses realmente sucinto e objectivo na sua resposta. l.s.n.s.J. CRISTO e salve MARIA !
Em 0:26 em October 25th, 2009, REMIDIO PEREIRA disse...
"mons." desculpe-me, pela minhas vistas curtas,mas ,gostaria de saber de vós: por quêm o senhor foi ordenado bispo ? e quando diz, não têr nada contra, a verdadeira e una: igreja catolica apostolica romana e também contra o papa, quer dizer que tens algo a favor deles ?
Em 2:41 em October 19th, 2009, ARNOLDO disse...
Adorar = Venerar?

Eis aqui um dos maiores absurdos sem lógica, sem pé nem cabeça. Protestantes aqui fazem uma salada que é um verdadeiro samba do criolo doido…
A MENTIRAOs protestantes dizem:

1. Alguns Conceitos
Depois dessa breve introdução, faz se necessário citar o que um conceituado dicionário, da Língua Portuguesa, diz sobre a ação de adorar.

Adorar (do lat. Adorare.) significa:
V. t. d. 1. Render culto a (divindade). 2. Reverenciar, venerar: … 3. Amar extremamente; idolatrar: … 4. Fam. Gostar muitíssimo de; ter grande predileção a: … 5. Cultuar, reverenciar, venerar: Os antigos egípcios adoravam a vaca por divindade. Int. 6. Prestar culto de adoração. P. 7. Amar extremamente, venerar (a si mesmo). 8. Amar-se mutuamente ao extremo: …
V t. d. 1. Tributar grande respeito a; render culto a; reverenciar: Os pagãos veneravam inúmeros deuses. 2. Tratar com respeito e afeição. 3. Reverenciar, acatar, respeitar: “O hindu, como se sabe, venera a vaca, enquanto o muçulmano lhe come a carne”. (Raul Bopp, Coisas do Oriente, p. 28.) 4. Ter em grande consideração: Homem culto venera as letras e as artes.1ADORAÇÃO/VENERAÇÃO À MARIA

Este ensino de exaltação à Maria também viola claramente os ensinos da Escritura Sagrada. Apenas o Criador, o Pai e o Filho, devem ser adorados/venerados. Embora a Escritura Sagrada não lhe apresente como estando morta, também, em lugar algum declara que ela foi trasladada, a semelhança de Enoque e Elias, e muito menos que houve a assunção de Maria. (Êxodo 20:4-6; Deut.4:15-19 e Atos 10:25-26).

A igreja Católica publicou o Dogma da Imaculada Conceição em 08/12/1854 (Papa Pio XIX). E o Dogma da Assunção de Nossa Senhora (Maria), em 1/11/1950 (Papa Pio XII).

Se paga promessa para quem?

Ora, devolvo as seguintes perguntas. Se esse moço ai adoece a quem ele recorre primeiro? A um médico ou a Deus? A quem ele paga a consulta do médico? Para o proficional ou para Deus? Ora, então quem procura um médico esta idolatrando o médico? Non sense… Agora, que mal há em se pedir a um santo que se junte a nós para pedir a Deus?

ONDE SE ENCONTRA:
http://www.adventistas.com/dezembro2004/messiasXsatanas.htm
A VERDADE:
Imagens e Santos
06:57 @ 02/08/2006
Antes de tudo vamos entender três conceitos para darmos início ao nosso estudo:
Existem três tipos de cultos:
1. culto de latria (grego: “latreuo”) quer dizer adorar – É o culto reservado a Deus;
2. culto de dulia (grego: “douleuo”) quer dizer honrar;
3. culto de hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra) ou acima do culto de honra, sem atingir o culto de adoração.
Logo:
A latria é o culto que se deve somente a Deus e consiste em reconhecer nele a divindade, prestando uma homenagem absoluta e suprema, como criador e redentor dos homens. Ou seja, reconhecer que ele é o Senhor de todas as coisas e criador de todos nós, etc.
O culto de dulia é especial aos santos, como sendo amigos de Deus.
O culto de hiperdulia é o culto especial devido a Maria Santíssima, como Mãe de Deus.
Do significado e da interpretação:
Adorar significa reconhecer como Deus, criador de todas as coisas.
Idolatrar significa em certo sentido o oposto, pois designa a ação de adorar uma criatura em vez de adorar o Criador.

O Aurélio diz que adorar, venerar, idolatrar, amar extremamente são sinônimos, mas não há sinônimo que seja absolutamente equivalente.

Sinonímia – É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados iguais ou semelhantes – SINÔNIMOS.

ONDE SE ENCONTRA A VERDADE

http://www.lepanto.com.br/DP2-6-99.html

http://www.grupos.com.br/blog/crisma.santarita/permalink/6649.html
http://montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20040826175607&lang=bra
http://www.presbiteros.com.br/Catequese/Resumo%20do%20Catecismo%20da%20Igreja%20Cat%F3lica/Tema%2045%20O%20primeiro%20Mandamento%20Amar%20a%20Deus%20sobre%20todas%20as%20coisas.htm
http://www.grupos.com.br/blog/crisma.santarita/month/8-2006.html
http://catecumenato.wordpress.com/2007/02/28/catolico-adora-imagens/

(Êxodo 29,29)
Os ornamentos sagrados de Aarão servirão para seus filhos depois dele, que os vestirão quando se lhes der a unção e forem empossados.
Aliás isso é legal pra quem critica as vertes liturgicas da igreja…
(Êxodo 31,10) (Jeremias 17,2)
nos ângulos de seus altares. (Lembrando-se de seus filhos), (pensam) em suas estelas e marcos sagrados, junto das árvores verdejantes no alto das colinas elevadas.
(Êxodo 31,14)
Guardareis o sábado, pois ele vos deve ser sagrado. Aquele que o violar será morto; quem fizer naquele dia uma obra qualquer será cortado do meio do seu povo.

(Êxodo 34,15)
Guarda-te de fazer algum pacto com os habitantes do país, pois, quando se prostituírem a seus deuses e lhes oferecerem sacrifícios, poderiam convidar-te e tu comerias de seus banquetes sagrados;

(Números 7,9)
Aos filhos de Caat, porém, não deu carros nem bois, porque tinham o cuidado de objetos sagrados que levavam aos ombros.

(Números 10,21)
Os caatitas partiram em seguida, levando os objetos sagrados. E, antes que chegassem, era montado o tabernáculo.

(Números 18,3)
Eles farão o serviço que te é devido e o serviço da tenda, mas não se aproximarão dos objetos sagrados, nem do altar, para que não morram, e vós juntamente com eles.

(I Crônicas 16,29)
tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome. Trazei oferendas e chegai à sua presença, adorai o Senhor com ornamentos sagrados.

(II Crônicas 5,5)
e transportaram-na com a tenda de reunião e todo o seu mobiliário de utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levíticos que fizeram essa transladação.

(Salmos 46,9)
Deus reina sobre as nações, Deus está em seu trono sagrado.

(I Macabeus 4,49)
Fizeram novos vasos sagrados e transportaram ao santuário o candeeiro, o altar dos perfumes, e a mesa.

(Salmos 28,2)
Rendei-lhe a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor com ornamentos sagrados.

(Eclesiástico 26,22)
Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura.

(Ezequiel 42,14)
Uma vez que tiverem entrado, os sacerdotes não sairão do lugar santo para o átrio exterior, sem ter deixado ali as suas vestes litúrgicas, porque esses paramentos são sagrados. Eles se revestirão de outros hábitos para penetrar nos lugares destinados ao povo.
Paramentos são sagrados??? Alguns acham que não… Mas como é possível isso? Não esta dito na bíblia??? A cereja em cima do bolo…
o dicionário ainda aponta que
(Ezequiel 45,6)
Para o domínio da cidade, assinalareis uma porção de cinco mil côvados de largura, por vinte e cinco mil de comprimento, paralelamente ao espaço sagrado já reservado. Ela pertencerá a toda a casa de Israel.

(Joel 4,17)
Sabereis então que eu sou o Senhor, vosso Deus, que habita em Sião, minha montanha santa. Jerusalém será um lugar sagrado onde os estrangeiros não tornarão mais a passar.

(Miquéias 5,13)
Extirparei de tua terra os bosques sagrados e arrasarei tuas cidades.

aliás … pela mesma fonte, temos que…
consagrar

Conjugar

de sagrar

v. tr., tornar sagrado; sagrar; dedicar a Deus; converter (pão e vinho) no corpo e sangue de Jesus Cristo; oferecer em homenagem; destinar; dedicar ao culto; sancionar;

v. int., ant.,
jurar pela sagrada hóstia;

v. refl.,
dedicar-se.

Continuando… Se ’sagrado’ é aquilo que é ‘profundamente venerável’ e consagrar é ‘tornar sagrado’. Quando ouvimos muitos religiosos dizerem que eu me consagro a Deus, podemos ter que esta pessoa esta por seus méritos próprios (por seus ‘poderes’) SE tornando sagrado e portanto digno e profundamente venerável…?

Ora, me parece que de duas, uma… Ou o dicionário não se presta a responder quesitos da fé… Ou temos muitos hipócritas por ai…

santo
do Lat. sanctu

adj.,
sagrado; bem-aventurado;
venerável; virtuoso; bondoso; santificado (dia);


s. m.,
indivíduo que morreu em estado de santidade ou foi canonizado; por ext. homem reconhecidamente virtuoso e bom.

campo -: cemitério;

lugar -: a igreja; qualquer templo;

nariz de -: algo que se faz meticulosamente;

remédio -: remédio eficaz;

Santo Ofício: tribunal da Inquisição;

- de pau carunchoso: pessoa sonsa, velhaca; o m. q. santo de pau oco;

- de pau oco:vd. santo de pau carunchoso;

- sacrifício: missa.

Assim acaba o raciocínio de que o dicionário aponta como sendo “santo” o que é sagrado;
venerável…

Se a bíblia fala que “(Êxodo 29,31)
Tomarás o carneiro de inauguração e farás cozer a sua carne em um lugar santo.” Temos então que EXISTE um lugar santo…

Se diz que “(Êxodo 30,35)
Farás com tudo isso um perfume para a incensação, composto segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo.” Temos um perfume SANTO…

“(Levítico 2,3)
O que sobrar da oblação será para Aarão e seus filhos; isto é, o que há de mais santo entre os sacrifícios feitos pelo fogo ao Senhor.” Existe um sacrificio SANTO…

“(Levítico 6,11)
Todo varão entre os filhos de Aarão comerá dela. Essa é uma lei perpétua, no tocante às partes destinadas a vossos descendentes, das ofertas feitas pelo fogo ao Senhor. Todo aquele que tocar essas coisas será santo.” ” Existem homens SANTOS…”(Levítico 11,44)
Pois eu sou o Senhor, vosso Deus. Vós vos santificareis e sereis santos, porque eu sou santo. Não vos contaminareis com esses animais que se arrastam sobre a terra, …”

Se existem santos (que são sagrados;bem-aventurados;veneráveis) e se sagrado é o profundamente venerável… Alguém me explica porque cargas d’água falam que católicos são idolatras por venerar um santo?

Então antes de usar um dicionário como instrumento de estudo teológico, vamos pensar.

Autor: Hєnriquє Pєralva

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=16526173250327508851
Cai a farsa.

Venerar (do lat. Venerare.), segundo o mesmo dicionário, significa:
Em 18:59 em October 17th, 2009, REMIDIO PEREIRA disse...
depois que JESUS CRISTO morreu na cruz, qualquer esoterismo sobre cruz, é pura "vaidade" para nós catolicos, devemos nos gloriar da cruz de CRISTO,o resto é: + sinal matematico.
Em 13:39 em October 17th, 2009, Gilberto Rocha disse...

"POVO MEU, onde ides todos vós? Caminhais com uma venda nos olhos e não conseguis enxergar quem fala comigo... Não sabeis mais onde ir... Vão se perder muitos, se não discernirem. Estou dando a chance de salvação a todos, todos, todos...todos! EUCARISTIA SEGUNDO O VATICANO A COMUNHÃO DE JOELHOS É A ADORAÇÃO A DEUS

Postado por sebastião/ Tridentina/Portugal

D. Albert Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos - Vaticano.

O Prefácio de D. Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos à obra “Dominus Est - Riflessioni d un Vescovo dell'Asia Centrale sulla sacra Comunione”, escrito por D. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar de Karaganda (Cazaquistão)

No livro do Apocalipse, São João narra que tendo visto e ouvido o que lhe havia sido revelado, se prostrava em adoração aos pés do Anjo de Deus (cf. Ap. 22, 8). Prostrar-se ou ajoelhar-se ante a majestade da presença de Deus, em humilde adoração, era um hábito de reverência que Israel manifestava sempre ante a presença do Senhor.

Diz o primeiro livro dos Reis: “Quando Salomão acabou de dirigir a Javé toda essa oração e súplica, levantou-se diante do altar de Javé, no lugar em que estava ajoelhado e de mãos erguidas para o céu. Ficou em pé e abençoou toda a assembléia de Israel” (1 Reis 8, 54-55). A postura da súplica do Rei é clara: ele estava genuflectido perante o altar.

A mesma tradição se encontra também no Novo Testamento onde vemos Pedro ajoelhar-se diante de Jesus (cfr Lc 5, 8); Jairo para Lhe pedir que cure a sua filha (Lc 8, 41); o Samaritano quando volta para agradecer-Lhe e a Maria, irmã de Lázaro, para Lhe pedir a vida em favor de seu irmão (Jo 11, 32). A mesma atitude de se prostrar, devido ao assombro causado pela presença e revelação divinas, nota-se não raramente no livro do Apocalipse (Ap 5, 8, 14 e 19, 4).

Estava intimamente relacionada com esta tradição a convicção de que o Templo Santo de Jerusalém era a casa de Deus e portanto era necessário dispor-se nele em atitudes corporais que expressassem um profundo sentimento de humildade e de reverência na presença do Senhor.

Também na Igreja, a convicção profunda de que sob as espécies eucarísticas o Senhor está verdadeira e realmente presente, e o crescente costume de conservar a santa comunhão nos tabernáculos, contribuiu para a prática de ajoelhar-se em atitude de humilde adoração do Senhor na Eucaristia.

Com efeito, a respeito da presença real de Cristo sob as espécies Eucarísticas, o Concilio de Trento proclamou: “in almo sanctae Eucharistiae sacramento post panis et vini consecrationem Dominum nostrum Iesum Christum verum Deum atque hominem vere, realiter ac substantialiter sub specie illarum rerum sensibilium contineri” (DS 1651).

Além disso, São Tomás de Aquino já tinha definido a Eucaristia latens Deitas (S. Tomás de Aquino, Hinos). A fé na presença real de Cristo sob as espécies eucarísticas já pertencia então à essência da fé da Igreja Católica e era parte intrínseca da identidade católica. Era evidente que não se podia edificar a Igreja se esta fé fosse minimamente desprezada.

Portanto, a Eucaristia – Pão transubstanciado em Corpo de Cristo e vinho em Sangue de Cristo, Deus em meio a nós – devia ser acolhida com admiração, máxima reverência e atitude de humilde adoração.

O Papa Bento XVI recordando as palavras de Santo Agostinho “nemo autem illam carnem manducat, nisi prius adoraverit; peccemus non adorando” (Enarrationes in Psalmos 89, 9; CCLXXXIX, 1385) ressalta que “receber a Eucaristia significa colocar-se em atitude de adoração d’Aquele que comungamos (...) somente na adoração pode amadurecer um acolhimento profundo e verdadeiro” (Sacramentum Caritatis, 66).

Seguindo esta tradição, é claro que adotar gestos e atitudes do corpo e do espírito que facilitam o silêncio, o recolhimento, a humilde aceitação de nossa pobreza diante da infinita grandeza e santidade d’Aquele que nos vem ao encontro sob as espécies eucarísticas, torna-se coerente e indispensável.

O melhor modo para exprimir o nosso sentimento de reverência para com o Senhor Eucarístico seria seguir o exemplo de Pedro que, como nos narra o Evangelho, se lançou de joelhos diante do Senhor e disse “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” (Lc 5, 8).

Ora, nota-se que nalgumas igrejas, tal prática se torna cada vez mais rara e os responsáveis não só impõem aos fiéis receber a Sagrada Eucaristia de pé, mas inclusive tiraram os genuflexórios obrigando os fiéis a permanecerem sentados ou em pé, até durante a elevação das espécies eucarísticas apresentadas para a Adoração.

É estranho que tais procedimentos tenham sido adotados em dioceses, pelos responsáveis da liturgia, e nas igrejas pelos párocos, sem a mais mínima consulta aos fiéis, se bem que hoje se fale mais do que nunca, em certos ambientes, de democracia na Igreja.

Ao mesmo tempo, falando da Comunhão na mão é necessário reconhecer que se trata de uma prática introduzida abusivamente e à pressa nalguns ambientes da Igreja imediatamente depois do Concilio, alterando a secular prática anterior e transformando-se em seguida como prática regular para toda a Igreja. Justificava-se tal mudança dizendo que refletia melhor o Evangelho ou a prática antiga da Igreja.

É verdade que se se recebe na língua, se pode receber também na mão, sendo ambos órgãos do corpo de igual dignidade. Alguns, para justificar tal prática, referem-se às palavras de Jesus: “Tomai e comei” (Mc 14, 22; Mt 26, 26). Quaisquer que sejam as razões para sustentar esta prática, não podemos ignorar o que acontece a nível mundial em todas partes onde é adotada.

Este gesto contribui para um gradual e crescente enfraquecimento da atitude de reverência para com as sagradas espécies eucarísticas. O costume anterior, pelo contrário, preservava melhor este senso de reverência. Àquela prática seguiu-se uma alarmante falta de recolhimento e um espírito de distração geral.

Atualmente vêem-se pessoas que comungam e freqüentemente voltam aos seus lugares como se nada de extraordinário se tivesse dado. Vêem-se mais distraídas ainda as crianças e adolescentes. Em muitos casos, não se nota este sentido de seriedade e silêncio interior que devem indicar a presença de Deus na alma.

O Papa fala da necessidade de não só entender o verdadeiro e profundo significado da Eucaristia, como também de celebrá-la com dignidade e reverência. Diz que é necessário estar conscientes “dos gestos e posições, como, por exemplo, ajoelhar-se durante os momentos salientes da Oração Eucarística” (Sacramentum Caritatis, 65).

Além disso, tratando da recepção da Sagrada Comunhão, convida todos para “que façam o possível para que o gesto, na sua simplicidade, corresponda ao seu valor de encontro pessoal com o Senhor Jesus no Sacramento” (Sacramentum Caritatis, 50).

Nesta perspectiva é de apreciar o opúsculo escrito por S. Excia. D. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar de Karaganda, no Cazaquistão, sob o muito significativo título “Dominus Est” (é o Senhor). Ele deseja dar uma contribuição à atual discussão sobre a Eucaristia, presença real e substancial de Cristo sob as espécies consagradas do Pão e do Vinho.

É significativo que D. Schneider inicie a sua apresentação com uma nota pessoal recordando a profunda é eucarística da sua mãe e de outras duas senhoras; fé conservada no meio de tantos sofrimentos e sacrifícios que a pequena comunidade dos católicos daquele país padeceu nos anos da perseguição soviética.

Começando desta sua experiência, que nele suscitou uma grande fé, admiração e devoção pelo Senhor presente na Eucaristia, ele apresenta-nos um excursus histórico-teólogico que esclarece como a prática de receber a Sagrada Comunhão na boca e de joelhos foi recebida e exercitada pela Igreja durante um longo período de tempo.

Creio que chegou a hora de avaliar a prática acima mencionada, de reconsiderá-la e, se necessário, abandonar a atual, que de fato não foi ndicada nem pela Sacrosanctum Concilium, nem pelos Padres Conciliares, mas foi aceite depois da sua introdução abusiva nalguns países.

Hoje mais do que nunca é necessário ajudar o fiel a renovar uma fé viva na presença real de Cristo sob as espécies eucarísticas para reforçar assim a vida da Igreja e defendê-la no meio das perigosas distorções da fé que tal situação continua a criar.

As razões de tal medida devem ser não tanto acadêmicas, quanto pastorais – espirituais como litúrgicas –, em suma, as que edificam melhor a fé. D. Schneider neste sentido mostra uma louvável coragem, pois soube entender o significado das palavras de São Paulo: “mas que tudo seja para edificação” (1 Cor 14, 26).

+ Malcolm Ranjith, Secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos
 
 

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