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Pastoral da Aids contraria dogma
16/06/2009
Pastoral da Aids contraria dogma religioso e defende uso de camisinha
Sendo considerado um dos maiores dogmas religiosos, o uso da camisinha já vem vencendo barreiras até mesmo entre os católicos. Padres, freiras e freis integrantes de entidades como a Pastoral da Aids – que está no Sudoeste, distribuem preservativos para a população vulnerável, além de realizar exames e palestras, algo que até há pouco tempo poderia ser tachado de sensacionalista. De acordo como frei Pedro Brondani, a igreja apóia as ações do governo no enfrentamento às doenças sexualmente transmissíveis, fato que encontra-se no documento 87/144 da CNBB de maio de 2008.
“A prevenção é apoiada pela igreja, tendo em vista que esse é um compromisso para com a saúde das pessoas e damos a nossa contribuição até além do que faz o estado, pois a igreja entra aonde o governo não entra”, conta o frei, que é de Curitiba, mas percorre todo o estado na batalha para erradicar a Aids.
O tema, que ainda é um tabu para muitos católicos é defendido pela Pastoral da Aids através de palestras em escolas e grupos de idosos através de uma linguagem direta e de fácil compreensão. Além disso, exames para detectar o vírus e distribuição de preservativos marcam a sua atuação em vários estados do Brasil, principalmente no Paraná.
A epidemia da Aids é uma realidade desde 1980. Muitas pessoas, organizações e setores da sociedade empenham suas energias há muitos anos no controle da doença. Esta realidade e a necessidade de envolver um número sempre maior de forças para lutar contra a doença aproximou também o Ministério da Saúde e a Igreja com a finalidade de contribuir na luta contra este malefício da sociedade. “O objetivo da Pastoral da Aids é trazer informações sobre isso, que já podemos chamar de pandemia, além de conscientizar a população para que proteja-se e realize o exame, pois ninguém está imune ao HIV”, explica o frei.
É com esta missão, que a pastoral está percorrendo neste mês de junho todo o Sudoeste. A rota teve início em Palmas, passando por outros municípios como Clevelândia, Pato Branco e desde a última quinta-feira, 12 está no Calçadão Central em Francisco Beltrão, local onde ficará até amanhã para partir à Barracão e toda a região de fronteira.
O trabalho desenvolvido pela pastoral é de extrema relevância, pois segundo o frei Pedro Brondani, foram realizados mais testes de HIV pelo ônibus do que nos pontos de saúde pública. Somente na passagem por Pato Branco foram 238 testes, sendo que lá, mais de dez mil pessoas foram atingidas pela pastoral. “Os teste que demoram em média quatro meses, aqui são feitos em três dias”, informa o frei, que também faz um alerta para que a prevenção seja estimulada. “A doença não escolhe classe, cor, religião. O HIV está ai e nós podemos conviver com ele sem saber. Nós somos responsáveis pela escolha dos métodos de prevenção e devemos fazê-lo da melhor maneira”, orienta.
O logotipo que representa a pastoral une dinamicamente dois símbolos de solidariedade: a cruz e o laço. A cruz representa a solidariedade de Deus com a humanidade. Por ela, a vida vence a morte. O laço vermelho é símbolo internacional da luta contra a Aids. Unidos, estes símbolos, procuram expressar o compromisso da igreja com quem é portador do HIV e com aqueles que também trabalham na prevenção de novas infecções.
fonte:aquisudoeste.com.br
observação: O ônibus da Pastoral da Aids está percorrendo o Sudoeste
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3º segredo de Nossa Senhora de Fátima: A Apostasia
Anna Katarina Emmerich (1774-1824), freira agostinha alemã que foi estigmatizada, profetizou igualmente a vinda da "falsa Igreja da escuridão":
"Vi uma Igreja estranha a ser construída contra todas as regras, como sendo a nova Igreja heterodoxa de Roma. A Igreja está em grande perigo. Estão já a exigir algo dele (do Papa). A doutrina protestante e a dos Gregos cismáticos espalhar-se-ão por toda a parte. A Igreja está a ser minada com grande sagacidade. Vi que muitos pastores deixaram-e levar por ideias perigosas à Igreja. Estavam a construir uma Igreja grande, estranha e extravagante. Toda a gente seria admitida nela para estarem todos unidos e com direitos iguais: Evangélicos, Católicos, seitas de todo o género. Assim viria a ser a nova Igreja."
A Irmã Emmerich resumiu assim a sua descrição da tribulação da Igreja: "Naqueles dias, a Fé cairá muito baixo, e só se conservará nalguns lugares, nalgumas casas e nalgumas famílias que Deus protegeu dos desastres e das guerras."
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3º segredo de Fátima:
Infelizmente, os Católicos hoje não estão bem instruídos na Tradição católica da antiguidade ou na ortodoxia do catecismo tradicional, mas, pelo contrário, no novo catecismo do ‘magistério vivo’ e da ‘tradição viva’ da Igreja Conciliar e da Nova Evangelização. A ‘renovação postconciliar’ que foi trazida pelo aggiornamento, a implementação das reformas postconciliares, produziram a ‘perda da Fé’ e a ‘desorientação diabólica’ a que o antigo Bispo de Fátima (D. Alberto Cosme do Amaral) e a Irmã Lúcia se referiram como sendo o ponto central do Terceiro Segredo de Fátima.
"A desorientação é diabólica," escreveu a Irmã Lúcia [29-12-1969], "não vos deixeis ser enganados." A desorientação é doutrinal: "nestes tempos de desorientação diabólica, não nos deixemos ser enganados por falsas doutrinas." [12-4-1970] É um "cancro na Igreja [29-5-1970] que afecta "sacerdotes" e "almas consagradas" que foram "desviadas": "É triste," escreveu a Irmã Lúcia [16-9-1970], "ver tanta desorientação, e em pessoas que ocupam cargos de desponsabilidade ... são cegos que guiam os cegos". Portanto, são os que ocupam as posições mais elevadas na Cúria Romana quem abriu caminho à Grande Apostasia.
O Padre Joaquín Alonso, que foi o arquivista oficial de Fátima durante dezasseis anos, acertou em cheio quando disse: "É, portanto, inteiramente provável que o texto (do Terceiro Segredo) faça referências concretas à crise da Fé na Igreja e à negligência dos próprios pastores," e às "lutas internas no próprio seio da Igreja e à grave negligência pastoral da hierarquia superior."
O Papa Gregório XVI declarou a todos os Bispos do mundo católico na Encíclica Mirari vos: "nada do que foi regularmente definido pode ser diminuído, alterado ou acrescentado, e recusa toda e qualquer alteração de sentido, ou até de palavras." Quem quer que mude, altere ou modifique o sentido ou o significado dos artigos da Fé definidos cai na heresia e incorre no anátema promulgado pelo Primeiro Concílio do Vaticano: "Se alguém disser que é possível que se atribua, por vezes, aos dogmas declarados pela Igreja um significado de acordo com o progresso da ciência, diferente do que a Igreja compreendeu e compreende: seja anátema." [D.S. 3043]
anátema
adj. 2 gén.
adj. 2 gén.
1. Maldito, excomungado.
s. m.
2. Excomunhão com execração.
3. Pessoa anatematizada.
Que as luzes do ESPIRITO SANTO estejam sempre em tua vida.
Padre Vergilio
www.radiokatolica.com
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(A.M.M. — RN)
A solução por excelência
Essa Medalha deveria ser muuuiiito mais distribuída no Brasil. As autoridades só ficam prometendo soluções, mas apenas criam mais problemas. Elas poderiam, ao menos, dar os meios pecuniários para que as associações religiosas e as famílias pudessem entregar uma Medalha Milagrosa para cada brasileiro. Quantos problemas pessoais, familiares, e mesmo da Nação, não poderiam ser resolvidos?
(L.O. — PA)
Graça de conversão
Meu nome é Raquel, eu li a matéria sobre a verdadeira história de Nossa Senhora das Graças, e confesso... ocorrem milagres até hoje... pois, só de ler essa matéria, eu me converti.
(R.D. — RJ)
Graças de Nossa Senhora
Nasci no dia 17 de novembro, mesma data em que nasceu a rainha Santa Izabel. Como minha mãe chamava-se Izabel, ela verificou uma outra data mais próxima, que foi 27 de novembro, dia de Nossa Senhora das Graças. Por isso meu nome é Maria das Graças em homenagem a Ela. Tenho devoção a Santa Izabel e a Nossa Senhora das Graças, e reconheço que sou muito abençoada!
(M.G.R.O. — SP)
A Medalha nos EUA
Sou brasileira, atualmente residindo nos Estados Unidos. Achei o site da revista Catolicismo através de uma pesquisa no Google sobre a Medalha Milagrosa. Gostei muito dos artigos oferecidos. Parabéns pelo trabalho!
(C.S. — EUA)
Que graças pedir?
Gostei muito da história de Nossa Senhora das Graças e de Santa Catarina Labouré, como contam na revista de novembro. Gostaria de saber o que é preciso fazer para receber as graças da Medalha Milagrosa e que tipo de graça devemos pedir.
(V.F.A. — AM)
Resposta da redação:
É recomendável portar com devoção e sempre a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças. Pode-se levá-la no pescoço, no bolso, na carteira ou no chaveiro. Convém tê-la em casa, no trabalho ou no automóvel. Sempre que for colocá-la ou tirá-la, recomenda-se osculá-la e rezar a jaculatória inscrita na própria Medalha (“Ó Maria Concebida Sem Pecado, Rogai Por Nós Que Recorremos A Vós!”).
Convém pedir as graças que mais se necessite, por exemplo, a conversão de alguém ou a graça de santificação própria, bem como a de abandonar os vícios, evitar as situações pecaminosas. Podemos pedir benefícios não apenas de ordem espiritual, mas também de ordem material, como bom emprego, auxílio nas dificuldades financeiras, saúde, proteção para os filhos, parentes, etc. Resignadamente subordinando-se à vontade de Deus, podemos pedir tudo — tanto para nós como para nossos conhecidos; tanto para o País como para o mundo e a Igreja. Pedir com toda confiança, por mais difícil que pareça, deixando nas mãos puríssimas de Maria o que Ela julgar mais conveniente. Ela é nossa Mãe, e melhor do que ninguém conhece nossas necessidades. Entretanto, Ela deseja que lhe dirijamos nossas súplicas com humildade, mas também insistentemente.
Mundo de ponta-cabeça
Meu Deus! Abro quase todas as manhãs o jornal, e não consigo acreditar no que estou lendo e vendo. Fico com a impressão de que ainda não estou acordada, que estou tendo pesadelos. Mais ou menos como alguém que vivesse naquelas casas construídas de ponta-cabeça. Dentro desse mundo de ponta-cabeça, vejo fantasmas girando, zumbindo e fazendo caretas em torno de minha cabeça. Vejo o venezuelano Hugo Chávez, um presidente fazendo palhaçadas, envergonhando o povo da Venezuela. Vejo um Evo Morales envergonhando os bolivianos, humilhando o Brasil com os seus desaforos e fazendo exigências absurdas, e nosso presidente se curvando às exigências. Vejo um Corrêa repetindo as sem-vergonhices do Morales, pois, como o Brasil cedeu, o presidente equatoriano também quer tirar um naco de nosso País. Agora aparece outro presidente, o do Paraguai, seguindo os passos de Morales na questão de Itaipu. Aliás, um presidente que é bispo?! Não estou mesmo tendo pesadelos?!
A solução tem sido fechar o jornal e abrir a revista Catolicismo. Muitas vezes fecho o jornal, falando sozinha: esses países estão sem governo? Quando abro o Catolicismo, vejo que, mesmo quanto às notícias “pesadeliformes”, as análises são inteligentes e lógicas, o que coloca minha cabeça em ordem. Em questões alarmantes que a revista publica, sempre aponta para um rumo acertado. O Catolicismo tem sido meu manual de sobrevivência nesta casa enorme feita de ponta-cabeça, que é o mundo de hoje.
(I.L.V. — MG)
Aparições de Nossa Senhora
Gostei muito do artigo sobre as aparições de Nossa Senhora, pois, além de relatar a importância das aparições, são sempre em defesa da vida e da fé no seu Filho Jesus Cristo.
(A.N.S. — BA)
Reagindo aos absurdos
Não gosto dos sem-terra e de todos os outros “sem”. Dizem que isto é ser reacionário. Contudo não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando o trânsito de ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando impedir o lento progresso do Brasil. Sou reacionário?
Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso País, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios, aculturados e (muito bem) preparados no exterior para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil. Sou reacionário?
Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros, parando o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros, se não agilizarmos as novas construções). Sou reacionário?
Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países.
Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e que estamos pagando com juros altíssimos. Sou reacionário?
Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim, racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo passar por negros. Sou reacionário?
Não gosto da farta distribuição de bolsas tipo família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos, com seus filiados corruptos, possam se perpetuar no poder. Sou reacionário?
Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como no caso do mensalão. Sou reacionário?
Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas se pode deixá-los sair para festinhas e “raves”, beber e consumir drogas. Eles podem roubar e até mesmo matar sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas; com 21 anos, já estão de novo na rua para cometerem novos crimes. Estou velho?
Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções a respeito disso.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele ainda acredita em comunismo! Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho, por ser amado por minha mulher. Nada mais me comove... Estou bem envelhecido!
Bem, sou um brasileiro “reacionário”, indignado com a bandidagem existente neste País.
(J.A. — RJ)
me add??
Amor é uma palavra que expressa e define um sentimento. O que sinto por vós vai além de palavras, é indescritível. O Meu amor é como uma chama que Me envolve e Me prende a vós. Esse impulso desconhece a razão, a ponto de fazer-Me sofrer e até chorar. Eu vos amo não apenas com palavras, mas com a Minha própria Vida. Ó filhos, se soubesseis o que Sou; se abrisseis o vosso coração, quanta coisa poderia ser melhor. Se a vossa entrega fosse um pouco mais sincera, quanto Eu poderia valer-vos.
Se confiasseis-Me totalmente o vosso coração e se vos rendêsseis aos Meus impulsos, o vosso caminho teria mais flores e o vosso cansaço mais prazeroso. Seria possível tocar e acalentar-vos, dando mais sentido ao vosso viver. Não tenho a intenção de incomodar ou forçar-vos ao que não quereis.
(continua em breve)
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