AS LIÇÕES DE JOSÉ ( Parte 1 )
PROVÉRBIOS (14/29):" O longânimo (isto é, o conformado com os sofrimentos ou provações) é grande em entendimento, mas o que é de espírito impaciente mostra a sua loucura."
O cristão que deixa esta virtude agir quando necessário, é um ser possuído pela faculdade de conceber e entender as coisas. Tem ideia clara de tudo ao seu redor.
Mesmo em situações de extrema dificuldade, demonstra inteligência, razão. Mantém o juízo e faz justiça ISAÍAS (56/1), visto que a perseverança, ou seja, o conservar-se firme e constante, sem se deixar demover ou abalar, e a longanimidade, isto é, a conformidade com os sofrimentos ou provações, produzem glória, e a força desta glória enche-o de poder COLOSSENSES (1/11), levando-o, mesmo na condição de escravo ou encarcerado, que foi o caso de José, por exemplo, ao posto de cabeça e não calda, a estar em cima e não embaixo DEUTERONÔMIO (28/13).
GENÊSIS (39/1-6):" José foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda, egípcia, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado para lá.
O SENHOR era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.
Vendo Potifar que o SENHOR era com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em suas mãos, logrou José mercê perante ele, a quem servia; e ele o pôs por mordomo de sua casa e lhe passou às mãos tudo o que tinha.
E, desde que o fizera mordomo de sua casa e sobre tudo o que tinha, o SENHOR abençoou a casa do egípcio por amor de José; a benção do SENHOR estava sobre tudo o que tinha, tanto em casa como no campo.
Potifar tudo o que tinha confiou às mãos de José, de maneira que, tendo-o por mordomo, de nada sabia, além do pão com que se alimentava."
É evidente que José não havia estudado o conjunto de matérias de ensino ou lições sobre administração.
No entanto, sem sombra de dúvida, fundamentando na longanimidade, e nos demais frutos do Espírito ( amor, gozo, paz, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança) GÁLATAS (5/22,23), com maestria, ou seja, com extrema habilidade costumava pôr em prática as funções que o seu senhor lhe havia ortorgado, até atingir o ponto, de Potifar, tudo o que tinha confiar às suas mãos, de maneira que, tendo-o por administrador dos bens de sua casa, de nada sabia, além do pão com que se alimentava.
Postado por Juarez Fragata às 10:03
Tags: luz, verdade
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