Em 19:44 em December 16th, 2009, Gilberto Rocha disse...
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Maria Bendita, Por Que Honrá-La?
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Por que alguém iria querer honrar Maria? Afinal de contas, Jesus Cristo é o superior e deveríamos nos dirigir diretamente a Ele. Não precisamos dela.....ou precisamos? Vamos examinar esta questão com a Escritura e com nossos próprios poderes de razão concedidos por DEUS.
1. Quem é a primeira pessoa na Escritura a chamar Maria de "Bendita"? O primeiro lugar onde você encontrará a resposta é em Lucas 1,28. Se a sua resposta é Gabriel, então é a resposta errada. Gabriel é um Arcanjo, e a palavra grega "anjo", significa "mensageiro". Então Gabriel era só um mensageiro de alguém, mas de quem? Gabriel foi enviado por DEUS, então era mensagem de DEUS que Gabriel transmitiu. Se DEUS foi a primeira pessoa a chamar Maria "Bendita", pode alguma das criaturas de DEUS fazer menos do que isso? Como você, ou eu, ou qualquer outra pessoa ousamos refutar uma afirmação clara feita pelo Próprio DEUS? Qualquer um que tente fazer isso está se colocando acima de DEUS. Outros na Escritura também a chamaram "Bendita". Isabel o fez em Lucas 1,42, e uma "mulher na multidão" o fez em Lucas 11,27. A própria Maria disse em Lucas 1,48: "...eis que desde agora TODAS AS GERAÇÕES ME "CHAMARÃO" BENDITA". Você pode refutar o fato de que as palavras "desde agora" significam deste momento em diante, e que o verbo "chamarão" é um comando e não uma sugestão? Se você procurar a palavra "Bendita" no dicionário, ela significa "Santa", digna de "Veneração", "Reverenciada". DEUS nos está dizendo que Maria é Santa, e que ela deveria ser venerada e reverenciada. Como pode alguém se recusar a aceitar este comando específico em Lucas 1,48 e ainda assim alegar que segue a Bíblia?
2. Tudo bem, ela é "Bendita", mas isso significa que precisamos dela? Bem, o que foi que DEUS disse por meio de Gabriel em Lucas 1,30-33? "Vós encontrastes graça diante de DEUS." Bem alí, DEUS "venerou" Maria acima de todas as outras mulheres. No versículo 31 Ele lhe diz que conceberá. Quem ela conceberá? Ninguém menos que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que vai se manifestar como a "Palavra Encarnada". O Próprio DEUS precisou de Maria para conceber Seu próprio Filho, e para carregá-Lo por nove meses até o nascimento. DEUS precisou de Maria para ser o recipiente para dar à luz Seu Filho Divino. Se DEUS precisou dela, nós também não podemos precisar dela?
3. Então ela deu à luz um menino! Ela é uma mãe como qualquer outra mãe! Por que aquilo a faz especial? Isso nos leva a uma questão teológica básica. Quem é Jesus Cristo? Sabemos que Ele é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, o filho unigênito de DEUS. Sabemos também que Ele é a "Palavra Encarnada" conforme explicado em João 1,14, "...e o Verbo se fez carne e habitou entre nós." João 1,1 nos ensina que a "PALAVRA ERA DEUS". Maria deu à luz a "Palavra Encarnada", e a "Palavra" era DEUS. Pergunto, Maria deu à luz quem? A única resposta possível é que ela deu à luz DEUS. Alguns insistem que ela só deu à luz a "humanidade" de DEUS, mas o que isso significa? Jesus Cristo era a única pessoa jamais nascida com duas naturezas: uma humana e uma divina. Entretanto ele era uma pessoa só, não duas. Ele não podia ser uma pessoa humana e uma pessoa divina, pois isso O faria ser duas pessoas. A questão então se torna: "Jesus Cristo era uma pessoa humana ou Ele era uma pessoa divina"? De volta a João 1,1 e 14, a "Palavra Encarnada" era DEUS. Jesus Cristo é uma pessoa divina. Mães dão à luz pessoas, cada uma com uma natureza. Elas não dão à luz naturezas. O Próprio DEUS chama Jesus Cristo de Seu Filho divino (Hb 1,5-8). Sim, ela é uma mãe como qualquer outra mãe, mas que diferença entre os filhos.
4. Bem, ainda não estou convencido, você diz? Estabelecemos que Jesus Cristo é DEUS, que Ele nasceu de Maria, e que DEUS precisou dela para sua "Encarnação". Vamos ver o que a Escritura diz. Jesus Cristo não veio para destruir a "Lei", mas para cumprí-la. Em Mateus 5,17-20, Jesus afirmou isto e Ele também disse no versículo 18-19, "...Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens será declarado o menor no Reino dos céus..." Ele diz muito claramente para "guardar os mandamentos", todos eles. Agora você não acha que o Próprio Jesus Cristo guardou os mandamentos que Ele Próprio escreveu? Claro que Ele obedeceu, a todos eles, pois Ele disse:
"Se guardardes os Meus mandamentos, sereis constantes no Meu amor, COMO TAMBÉM EU GUARDEI OS MANDAMENTOS DE MEU PAI E PERSISTO NO SEU AMOR.", João 15,10.
Agora, e quanto a "honrar teu pai e tua mãe"? Você não acha que Ele também guardou este mandamento? Certamente há evidência Escritural mostrando que Ele honrou Seu Pai, e há evidência de que Ele honrou também Sua mãe. De fato, Ele, o Próprio DEUS, deve ter obedecido aos comandos "de mãe para filho" do dia-a-dia conforme crescia. Isto é mostrado em Lucas 2,51: "Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era SUBMISSO." Este é um versículo muito profundo se você pensar bem. Com efeito, diz que por muitos anos, o "Criador do Universo" obedeceu aos comandos de uma garotinha judia, de nome...Maria. Jesus também agiu à sugestão dela de que os convidados do casamento estavam sem vinho em Caná, ao fazer Seu primeiro milagre público quando transformou água em vinho em João 2,1-5. Jesus Cristo, dessa forma, guardou o mandamento "honre tua mãe" também. Se Jesus Cristo honrava Sua mãe, podemos fazer menos? Jesus Cristo ama Sua mãe como qualquer bom filho o faria. Ele a defenderá de todos os ataques feitos contra ela. Se você não honrou Maria, o que vai dizer ao Filho dela depois que tiver dado o último suspiro, e quanto O encontrar face a face e Ele lhe perguntar o porquê? Lembre-se de que naquele ponto do tempo, o "DEUS de Misericórdia" torna-se o "DEUS de Justiça". Então é muito tarde para corrigir a injustiça feita à Mãe de DEUS. São Louis Marie Grignion de Montfort disso isso da melhor maneira em seu livro "Verdadeira Devoção a Maria": "Que ninguém presuma esperar pela misericórdia de DEUS se ousa caluniar ou ofender a mãe de DEUS."
5. Em Suma:
a. DEUS chamou Maria de Bendita, e Ele a venerou.
b. DEUS precisou dela para gerar Seu Filho Divino.
c. DEUS escolheu Maria Bendita acima de todas as mulheres.
d. Maria Bendita deu à luz a "Palavra Encarnada" divina.
e. Quando criança, Jesus Cristo obedecia às ordens de Sua mãe.
f. Jesus Cristo honrou Sua própria mãe.
g. Jesus Cristo defenderá Sua mãe como qualquer bom filho o faria. Isso não faz com que Maria Bendita seja especial?
Isso não a faz digna de nossa honra? Podemos fazer menos do que o Próprio DEUS fez? Algum homem ou mulher tem o direito, ou a autoridade, de dizer que nós não deveríamos honrar Maria Bendita? Dei-lhe a autoridade Escritural para honrá-la. Peça à pessoa que lhe aconselha algo diverso que mostre na Escritura onde está dito para não honrá-la. Jesus Cristo foi a única pessoa na história que foi capaz de escolher Sua própria mãe. Por que Ele escolheu Maria? Porque ela é especial, este é o porquê...
DESEJO A TODOS OS MEUS AMIGOS DA COMUNIDADE BIBLIA CATÓLICA:
Natal com Jesus
Vim pra ficar na tua casa. Eu vim ao mundo, numa noite fria e eis que nasci em uma pobre manjedoura, pois não havia lugar para mim na hospedaria. Mesmo diante das circunstâncias que o mundo me ofereceu, recebi um profundo amor de Maria e José meus pais, que antes d meu nascimento prepararam tudo para a minha chegada. O tempo foi passando e eu fui crescendo em sabedoria e humildade, e fiz a minha opção em buscar as coisas do Pai. Em virtude desta minha escolha vieram muitas coisas boas, realizei curas, milagres, prodígios, com isso muitas pessoas mudaram de vida, se converteram, passaram a crer em Deus e suas vidas se modificaram. Mas ao aceitar os planos do Criador em minha história, apareceram as dificuldades, tribulações e sofrimentos que me levaram a morte de Cruz. Apesar de tudo o que passei; se fosse necessário faria tudo novamente, pois o Pai jamais me abandonou, e me ensinou que o significado do amor está em dar a vida por amor ao próximo, e é perdendo que se ganha à eternidade. E esta é minha história que se comemora a todo ano, recordando o menino que veio salvar o que estava perdido, e você pode se tomar um Salvador de Almas, acolhendo a estas palavras e deixando que eu entre em seu coração “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” AP 3,20. “Não temas; de agora em diante serás pescador de homens” Lc 5,10. ‘Um Santo Natal e que Jesus e Maria abençoe você e sua família... E venha um Ano Novo cheio de paz...
O mestre dos mestres
Que o
“Mestre da sensibilidade”
lhe ensine
a contemplar as coisas simples
nas águas da emoção.
Que o
“Mestre da vida”
lhe ensine
a não ter medo de
viver a superar os momentos mais
difíceis da sua história.
Que o
“Mestre do amor”
lhe ensine que a vida é o maior
espetáculo no teatro da existência.
Que o
“Mestre inesquecível”
lhe ensine que os fracos julgam
e desistem, enquanto, que os fortes
compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos.
Decepções, frustrações e perdas
sempre acontecerão.
Mas, Deus é o artesão do espírito
e da alma humana. Não tenha medo!!!
Todos nós passamos por determinadas angústias
e ansiedades, pois, algumas das mazelas da vida
são imprevisíveis e inevitáveis.
Na escola da existência aprende-se
que se adquire
experiência não só com os
acertos e as conquistas, mas,
com as derrotas, as perdas e
o caos emocional e social.
Foi nessa escola tão sinuosa que
Jesus se tornou o
“Mestre dos Mestres.”
Oi, eu sou Kathleen!
please how are you! Espero que são finas e em perfeito estado de health.I passou por seu perfil e eu lê-lo e teve interesse no mesmo, por favor, se você não se importa como você Eu vou-me a escrever sobre este ID (kathleen1000adisa@yahoo.com) Esperamos ouvir de você em breve, e eu vou estar à espera de seu e-mail porque eu tenho algo muito importante para lhe dizer.
Lots of Love!
Kathleen!
Hi, I am Kathleen !
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Lots of Love !
Kathleen !
CARÍSSIMA QUITÉRIA,DESCULPE PELA AUSÊNCIA ! ESTAVA COM PROBLEMA NO PC,MAS GRAÇAS À DEUS TUDO FOI RESOLVIDO.ESTIVE LENDO SUA POSTAGEM SOBRE A MENINA E SEUS FILHOS ASSASSINADOS POR ESSE BANDO DE CRIMINOSOS LEGALISTAS.QUE A PRETEXTO DA CARNE, FAZEM AQUILO QUE O INIMIGO DE DEUS ORDENA: MATAR,ROUBAR E DESTRUIR ! ELES RECEBERÃO A PAGA, DA MÃO DAQUELE QUE ESTÁ A DIREITA DE DEUS, E VIRÁ JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS. NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO. CONTINUE NO BOM COMBATE, PARA TERDES O RECEBIMENTO DA CORÔA IMPERECÍVEL DAS MÃOS DE NOSSO DEUS,QUE NOS FORTALECE E NOS ANIMA PARA EXERCERMOS BEM NOSSO MINISTERIO.L.S.N.S.J. CRISTO E SALVE MARIA !
olá! boa tarde srª quitéria ! gostei da sua mensagem,que talves seja da C.Ss.R.Redemptor.com bom conteúdo para evangelizar ! dali poderá sair argumentos bons, para ensinar evangélicos principalmente em arcoverde,não ?l.s.n.s.j. CRISTO E SALVE MARIA !
Ser cristão é ser diferente. A humildade é uma das características do seguidor de Jesus. É uma virtude de fama ruim. Nietzsche dizia que ela não é virtude, mas uma nojenta escravidão. Confunde-se o humilde com ser “bobo”, “pobre de espírito” (não no sentido das bem-aventuranças). Humildade é a rainha das virtudes, pois é o modo de o amor existir. Sem a humildade, as demais virtudes se tornam vazias. Imaginemos a oração sem humildade! É a virtude dos grandes homens e mulheres que marcaram o mundo. As pessoas sábias são humildes. Sabem a verdade sobre si, sobre os outros e sobre o mundo. Santa Tereza d’Ávila diz que a humildade é a verdade. Podemos dizer que é a aceitação de todos sem impor restrições. Não basta ser inteligente; é preciso ser sábio. A humildade liberta e não escraviza. É respeito e veneração para com a outra pessoa. Partimos, como sempre, da Virtude que é um raio da divindade. Deus é humildade. Tem todo o Ser e se manifesta como acolhimento de cada ser na sua realidade. O relacionamento no seio da Trindade se faz na humildade do mútuo acolhimento e da mútua entrega, por isso são três que são um: um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. É essa a extrema humilhação: acolher em totalidade a outra Pessoa divina. É acolhimento que é doação. Na Encarnação do Filho de Deus, Jesus Cristo, Deus chegou ao aniquilamento (Kénosis) no qual desapareceu a divindade e só se manifestou a humanidade assumida pelo Filho na Encarnação. A vida do Filho foi vivida na humildade desde o primeiro momento até a entrega na morte e sepultura. Era tido como homem, de uma raça, numa situação histórica e geográfica próprias. Em seu ministério esteve com os humildes, acolhendo-os. Este é o caminho que propõe: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humildade de coração” (Mt 11,29). Em Jesus vemos a Sabedoria e a Inteligência dominadas pela humildade. Assim é o discípulo.
Humildade nos faz grandes
Deus se inclinou e acolheu. Não se fez dono, fez-se presença. Ao vir a nós, não nos humilhou, mas aceitou nossa condição. Não se desfez do que é, Deus, mas se fez humano como nós. Assim é a humildade: reconhecer a grandeza da pessoa do outro, sem perder a sua. Jesus mostrou face do Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9). Transmitindo a mensagem do Pai, Jesus muda a concepção de grandeza: “Pois, qual é maior, quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, estou entre vós como quem serve” (Lc 22,27). O serviço humilde dá-nos autoridade e grandeza. “Aquele que quiser tornar-se grande entre vós, seja aquele que serve, e o que quiser ser o primeiro, seja o vosso servo” (Mt 20,26-27). A humildade desfaz o orgulho, que é uma falsa segurança.
Atitudes do amor
A humildade mostra, até nas pequenas coisas, uma mudança de comportamento. Aprendemos a respeitar as pessoas, promover e provocar a igualdade. Um senhor francês, de Tietê, Bernard Fétizon, dizia a sua esposa Beatriz Fétizon, que achava muito bonito os brasileiros chamarem até os mendigos de senhor e senhora, que são títulos de nobreza (agora se diz tio. Pena!). A humildade na vida pública e eclesial ensinará a respeitar o direito do pobre, do humilde, de toda pessoa, com igualdade. As autoridades aprendam de Jesus que era manso e humilde de coração e não apelem para poder antes do serviço. O que dá grandeza ao homem não são os títulos e as roupas, mas pelo coração humilde. Humildade é a ressurreição do ser humano.
Análise da Intervenção Social na comunidade da rua do lixo
Trabalho apresentado à disciplina Sociologia Reflexiva e Intervenção Social, ministrada pelo Professor Dr. Paulo Henrique Martins, pelas alunas: Izabella Moreira de Lucena, Juliana Queiroz Lapa Santos, Lúcia Helena Cardozo Gayão, Maria José da Silveira Alves, Rejane Maria Braz Amorim e Willimar Egizi da Silva.
Esse trabalho tem por objetivo relatar como se deu a intervenção na Comunidade da Rua do Lixo, localizada na periferia de Arcoverde, Interior de Pernambuco, a qual é constituída por catadores de lixo, quebradores de brita, biscateiros, migrantes, etc.
Hoje, a Fundação Terra atende a 400 (quatrocentas) famílias, aproximadamente, 2.000 (duas mil) pessoas. Conta com os serviços de mais de 200 (duzentos) funcionários e possui uma despesa fixa em torno de R$ 79.000,00 (setenta e nove mil reais) por mês, o que está sempre mobilizando a luta e a criatividade, pois não recebe nenhuma contribuição oficial e/ou fixa.
O Interventor, Pe. AIRTON FREIRE DE LIMA, nasceu de uma família pobre em 29 de dezembro de 1955, em São José do Egito-PE. Estudou Filosofia e Teologia no ITER (Instituto de Teologia do Recife) e Psicologia na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - PE. (FACHO). Foi ordenado sacerdote pela Diocese de Pesqueira - PE., em 13 de fevereiro de 1983. Fez formação Analítica no Centro de Estudos Freudianos em Recife e Pós Graduação na Metodologia de Ensino criada por PAULO FREIRE, pela Universidade Estadual do Ceará. Atualmente assessora a formação religiosa nos Colégios das Damas. Teve seu primeiro contato com a comunidade da Rua do Lixo em 1983, através de uma visita realizada ao local, à convite de um grupo de jovens da Paróquia de Cajueiro, no Recife.
Durante a contextualização do processo de intervenção serão analisados os mecanismos que atuaram como viabilizadores da referida ação.
Na época em que visitou a comunidade da Rua do Lixo em 1983, o Padre Airton encontrava-se em meio a uma crise da identidade sacerdotal e o que pôde ver lá o sensibilizou profundamente, levando-o a uma tomada de decisão - “Morar com e como os pobres”. Naquele momento, para ele, esse era o caminho para a resolução de alguns dilemas, como, por exemplo, a perturbação vivida permeada pela dúvida - “Ser padre, pra quê ?”
Essa decisão desencadeou uma série de conflitos e dificuldades. Uns físicos e biológicos como: a fome, a cólera, a seca. Outros emocionais, sociais e políticos como: os preconceitos, as proibições, as perseguições e as ameaças. Tornava-se difícil entender como seguir os princípios exigidos pela Igreja Católica, a exemplo do voto de pobreza - “ Como optar pelos pobres e manter-se distante deles ?”.
No entanto, por outro lado, o contato diário com as pessoas, o exercício da escuta, a troca de idéias a respeito das dificuldades que vivenciavam, facilitava o desenvolvimento do sentimento de grupo, de pertencimento, de capacidade, enquanto agente transformador.
Inicialmente, esse grupo auto denominou-se ASSOCIAÇÃO TERRA, posteriormente, FUNDAÇÃO TERRA e foi, gradativamente, construindo um projeto comum.
Preleciona Eugéne Enriquez:(...) “a necessidade de um projeto comum significa de início que o grupo possui um sistema de valores suficientemente interiorizado pelo conjunto de seus membros, o que permite dar ao projeto suas características dinâmicas... Trata-se de sentir coletivamente, de experimentar a mesma necessidade de transformar um sonho ou uma fantasia em realidade cotidiana e de se munir dos meios adequados para conseguir isso. Todo grupo funciona à base da idealização, ilusão e crença”(...).
Cada vez que o grupo identificava a problemática emergencial e, em conjunto, buscava as soluções e realizava as ações planejadas, crescia a consciência sobre coletividade, as noções de cidadania , as responsabilidades, a noção de poder.
Foi assim que nasceu essa intervenção, sem nenhum projeto pré-elaborado, sem nenhuma intenção externa, sem mesmo, sequer, a noção sobre a sua abrangência.
A mobilização da comunidade para reivindicar luz elétrica, água, saneamento básico, paulatinamente, ia apresentando resultados positivos. Desse modo, um grupo de jovens alemães ao visitar a Fundação, como amigos do Pe. Airton, acreditou na capacidade organizacional da comunidade e sentiu-se estimulado a buscar verbas para auxiliar o processo de mudança que iniciava-se.
Entre 1985 e 1989 a Alemanha viabilizava parte desta intervenção. Também a LBA em conjunto com a Prefeitura (1987) corroboraram para este projeto. Porém, com a queda do muro de Berlim, a verba enviada à Rua do Lixo foi sustada e destinada para as obras internas da própria Alemanha.
Até então, já havia sido construída a creche, o salão comunitário, a capela, e dois sítios para produção agropecuária.
A construção da creche foi motivada pela necessidade de reduzir o índice de mortalidade infantil. As crianças, desde muito cedo, entravam em contato com o lixo e o ritmo de aquisição das infecções e verminoses era altíssimo. Assim, a higiene básica e a alimentação adequada possível oferecidas, aumentavam as probabilidades da sobrevida.
O salão comunitário e a capela eram os locais onde se podia exercitar a fala - como voz ativa, a escuta - como instrumento reflexivo, a fé - como a esperança na objetivação da subjetividade, a unidade e a força do grupo como a mola mestra do processo. Eram os locais onde tudo se discutia, se planejava, eram os espaços vitais.
Os dois sítios destinavam-se, inicialmente, à recuperação de menores drogados através do aprendizado das técnicas de produção agropecuária para a profissionalização. Mas, esse objetivo inicial, estendia-se a outros, como a prevenção da subnutrição. Os legumes, as verduras, produzidos em um dos sítios, juntamente com a produção de aves, caprinos, suínos produzidos no outro, serviam como matéria-prima para a preparação da alimentação comunitária, onde a prioridade, além das crianças, eram as gestantes.
A finalidade era atacar o mal da subnutrição pela raiz. Já na fase intra uterina a medida preventiva era aplicada. Com as mães bem alimentadas, as crianças nasciam mais saudáveis e, portanto, os recursos que destinavam-se a essa problemática infantil poderiam ser destinados a outras obras. Começava-se a entender a preponderância da prevenção sobre a remediação.
Sem o apoio alemão havia a necessidade de manter os trabalhos iniciados. Sob pressão extrema, a criatividade assumiu relevante importância.
De ressaltar, a criação das fichas para implementar a adoção à distância. Elaboradas em papel ofício com dados da criança, uma foto 3x4 e um apelo explicativo do Pe. Airton, onde ele solicitava na época Cr$ 3,00 (três cruzeiros) ao mês para manutenção de uma criança.
Pe. Aírton começou a acelerar sua produção literária escrevendo um livro após outro, nas áreas da psicologia clínica e social, da religião, entre outras.
Começou a aproveitar seu Dom musical gravando CDs com músicas em várias línguas como: francês, latim, hebraico, alemão. Tudo, criativamente, planejado.
Com esse esforço e enormes dificuldades conseguiu-se manter os projetos iniciados e desenvolver outros novos.
Em todo o processo de desenvolvimento dos projetos da FUNDAÇÃO TERRA pode-se verificar uma interligação entre a necessidade imediata e a obra a ser desenvolvida. Ou seja, a demanda da própria comunidade é que gera cada novo projeto.
Percebe-se isso, claramente, no histórico do desenvolvimento das obras. A satisfação garantida pela construção da creche, logo cedia lugar a uma nova sensação de falta, ao se observar que as crianças, ao saírem da creche, retornavam à rua, ao lixo, fato que comprometia todo esforço inicial. Então, o que fazer para manter as crianças num ambiente digno e propício ao desenvolvimento? Inicia-se outro projeto: a escolinha, que atende ao Ensino Infantil e ao Ensino Fundamental I.
As relações familiares encontravam-se, seriamente, comprometidas. Havia problemáticas violentas entre gêneros; dispersão da energia masculina por alcoolismo; baixa auto-estima feminina; desorientação emocional da prole, entre outras dificuldades.
As interligações entre as obras, tornaram-se mais complexas e elaboradas.
A criação do curso de alfabetização para adultos, objetivava, além da leitura e da escrita, o despertar para a análise crítica da realidade, afim de extinguir a tendência à resignação fatalista comum àquela população.
Concomitantemente, ia se alterando a dinâmica familiar, enquanto os homens e mulheres começavam a repensar seus papeis, respectivamente.
As mulheres que inicialmente eram só espancadas e/ou exploradas, daí a baixa auto-estima já referida, foram estimuladas a identificar os motivos que desencadeavam tais atitudes masculinas. Ao detectar que grande parte relacionava-se ao fato de que estas não tinham nenhum recurso financeiro próprio, e que isso, estava diretamente ligado à concepção de poder naquela comunidade, iniciou-se o aprendizado das técnicas artesanais para confecção da “renascença” (renda feita à mão, característica da região). Isso gerou um retorno monetário para as mulheres, as quais, passaram a participar da divisão de poder, melhorando a relação conjugal e maternal, a auto - imagem e a identidade familiar de modo geral.
O curso de Corte e Costura surgiu para auxiliar as mães na recepção da constante chegada de novos membros à família, habilitando-as a confeccionar o enxoval para os próprios filhos e preservar as poucas roupas que possuíam.
Havia na comunidade um índice, razoavelmente, elevado de infecção ginecológica que derivava da falta de higiene, da falta de informação, do hábito constante de provocar abortos, por meios absurdamente precários.
Surge o centro Materno Infantil para oferecer assistência à saúde, dispondo dos serviços de ginecologia, clínica geral, pediatria e odontologia. Lá, também, as mães podem ser orientadas sobre a importância do aleitamento da relação mãe-filho e como se dá a repercussão dessa última no desenvolvimento da criança.
É válido ressaltar que, naquela periferia, a visão utilitarista econômica predominava com relação aos idosos, não diferenciando-se da nossa herança cultural, típica do ocidente, que experimentou o fato de ser colonizado. Ali, perder a capacidade produtiva estava, intrinsecamente, relacionada à perda de valor. No tocante aos atores sociais a lógica do mercado era o que prevalecia.
Para alterar essa concepção e resgatar o valor da pessoa em sua totalidade construiu-se o Abrigo de Idosos.
Nessa fase da vida eles passavam a representar um peso para a família, sendo privados das próprias aposentadorias, as quais eram subtraídas pelos mais jovens, antes mesmo de recebê-las.
O cuidado em desenvolver atitudes de respeito, de valorização, de reconhecimento da sabedoria dos idosos fica explícito até mesmo na arquitetura do abrigo, que, apesar de simples e modesta, é das obras a que recebeu maior esmero.
A velocidade com que está se processando a evolução tecnológica propiciou à Fundação Terra adquirir, através de doações, máquinas de escrever e computadores. O que para alguns estava ultrapassado, lá era recebido como objetos de grande valor. Iniciavam-se os cursos de datilografia e informática para facilitar o ingresso dos jovens no mercado de trabalho.
A marcenaria e a padaria originaram-se das demandas internas que careciam de móveis para creche e escola, como também da necessidade de minimizar os custos com à alimentação. Porém, ambas, visam também a profissionalização dos adolescentes.
Com os resultados obtidos através dessa prática interventiva, a Fundação Terra preocupa-se, agora, em ampliar o campo de atuação das ações sociais. Criou-se a Comunidade Vida que tem por finalidade a orientação no discernimento vocacional de jovens voluntários, o que lá denominou-se de OS SERVUS. Esses estudam, recebem missões e meditam, diariamente, além de preocuparem-se com o desenvolvimento de produtos como camisas e velas, e a comercialização dos CDs, do mel de abelha e dos livros de autoria do Pe. Airton.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
É interessante perceber a “dualidade da Sociologia, face a seu objeto - a sociedade. Para uns, como Alain Caillé (1992), a Sociologia está em crise, assim como as Ciências Sociais, em geral, em razão da impossibilidade de fundação de um pensamento autônomo, capaz de fazer face ao utilitarismo generalizado. (...) Para outros, como Alain Touraine, a Sociologia está sendo sempre revitalizada pelos novos movimentos sociais e culturais e pela perspectiva de um ator social que saiba resgatar a racionalidade instrumental sem descartar a perspectiva solidária das práticas comunitárias”. ( Paulo Henrique Martins ).
Percebe-se a identificação entre a Intervenção da Fundação Terra e o pensamento de Alain Touraine, quanto à preocupação com a prática coletiva.
Os três princípios adotados pela Fundação certamente foram os catalisadores do sucesso dessa intervenção.
1.SIMPLICIDADE - transparência nas ações;
2.COLEGIALIDADE - decisões tomadas em grupo;
3. EFICIÊNCIA - qualidade em tudo que realiza.
(...) “Todas as instituições, lembra Enriquez, estão sujeitas à morte e a única maneira de se assegurar a vida nas organizações se resume ao controle da gestão, efetuado por indivíduos competitivos e que sabem assumir riscos. Nessa perspectiva, pois, a sociedade deixa de ser vista como objeto passivo, para ser interpretada como ente vivo”. (Paulo Henrique Martins).
Ao realizar esse trabalho sobre a Fundação Terra foi percebida a evidência do caráter VIVO dessa entidade.
Intervenções, dessa espécie, fortalecem a credibilidade em nossos papeis enquanto cidadãos reflexivos, transformadores, que buscam assegurar o bem estar dos atores inseridos num sistema sócio-simbólico, modelo de uma democracia social.
Tenta buscar nos pássaros, não a perfeição do vôo, mas a ânsia dos que lutam por muito mais que um mero lugar seguro para pousar.
(Manoel Affonso de Mello)
ANÁLISE DA INTERVENÇÃO SOCIAL NA COMUNIDADE DA RUA DO LIXO ARCOVERDE-PE.
Recife-PE., agosto de 2000
Libertas Comunidade- UNICAP
Curso de Pós Graduação em Dinâmica de Grupo
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Deus não desiste de nós
Você já se deu conta de que Deus nunca desiste? Se ainda não havia percebido, observe o mundo ao seu redor. Se você amanhece triste, Deus lhe oferece o canto dos pássaros, antes mesmo do amanhecer, pois seu canto sonoro se faz ouvir quando a noite ainda não se despediu por completo. Se você se sente só no mundo, Deus lhe acena com inúmeras oportunidades de conhecer pessoas e fazer novas amizades, desfazendo essa sensação de abandono. Para aqueles que não gostam dos dias chuvosos, o Criador enfeita as folhas verdes com pequenas gotas brilhantes, como querendo mostrar que a chuva tem seus encantos e belezas. Para quem não gosta dos dias quentes, Deus oferece o espetáculo dos pássaros, em graciosa dança, a dizer que o verão tem sua graça. Aos Seus filhos que não apreciam os dias frios do inverno, Deus mostra as noites mais limpas e cravejadas de estrelas e os dias de céu mais azul, de todas as estações. Deus nunca desiste... Se você ainda hão havia percebido essa realidade, comece a olhar ao seu redor. Há muitos motivos para você acreditar que o criador está sempre fazendo o máximo para que você perceba seu empenho. Só no dia de hoje, quantas mostras da ação de Deus não se podem contemplar?! Se, para você, o dia parece inútil, as situações sem graça e os problemas sem possibilidade de solução, pare e observe melhor. Você notará uma árvore lhe oferecendo sombra, uma flor lhe dando perfume, um pássaro cantando para você, uma borboleta lhe convidando a bailar... porque Deus nunca desiste. Ainda que a morte se apresente como vencedora da vida... Mesmo que se diga o ponto final da relação de amor que nos une a outros seres... Ainda que se proclame devastadora de sentimentos e capaz de aniquilar sonhos... Não se deixe levar por essa farsante cruel... Porque do outro lado do túmulo a morte será desmascarada, porque Deus nunca desiste... E a vida segue estudante. O Criador tem planos de felicidade para você... E jamais desistirá, enquanto você não tomar posse dessa herança que lhe foi destinada. Essa herança está depositada no íntimo de cada um de nós, e mesmo que os milênios se escoem que nos pareça que jamais a conquistaremos, um dia a felicidade será realidade... Deus nunca desiste... Ainda que no dia de hoje você não tenha nenhuma conquista significante, que a tristeza lhe ronde as horas, que a alegria pareça distante e a esperança esteja de férias... Deus nunca não desiste. Quando o hoje partir e nada mais restar de suas horas, Deus lhe acenará com um novo dia, e novas oportunidades surgirão para que você dê mais um passo na direção da felicidade efetiva. E se esta existência não for suficiente para você atingir a felicidade suprema, ainda assim Deus não desistirá... Uma nova oportunidade irá surgir... Uma nova existência lhe será oferecida... E novamente teremos a prova de que... Deus nunca desiste. E se Deus não desiste é porque ele ama cada filho Seu... Graças, Senhor!...Pela graça da vida e da ressurreição!Graças pelo corpo que nos deste, Pelo ar que respiramos, pelo chão que pisamos, Pelo céu que nos cobre! Graças pelo corpo espiritual que há de vir Pela ressurreição em Cristo e pela herança do Reino!É maravilhoso, Senhor, que a Vida Não se limite ao corpo material. É maravilhoso que os mutilados e os cegos, Os mudos e os paralíticos, Os que não gozam de bênção no lar E os que se arrastam na mendicância, Possam esperar de ti a compensação Das suas aflições! É maravilhoso saber que os que choram Serão consolados, Os humildes serão exaltados
No milagre de tua misericórdia! É maravilhoso, Senhor, podermos ter a certeza Da recompensa futura na Vida Eterna, Sabermos que as coisas efêmeras não têm comparação Com a bênção que virá após os nossos sofrimentos! Raças, Senhor, pela paz dos povos Que se abrirá sobre o mundo em pétalas de luz Depois das aflições, das lutas e das guerras! Graças, Senhor, pela graça da fé Que nos reconcilia com a tua justiça E nos permite a graça de te agradecer!
- "Dirás tu o mais belo dos credos quando houver noite em redor de ti, na hora do sacrifício, na dor, no supremo esforço duma vontade inquebrantável para o bem. Este credo é como um relâmpago que rasga a escuridão de teu espírito e no seu brilho te eleva a Deus".
- "Menosprezai vossas tentações e não vos demoreis nelas. Imaginai estar na presença de Jesus. O crucificado se lança em vossos braços e mora no vosso coração. Beijai-Lhe a chaga do lado, dizendo: "Aqui está minha esperança; a fonte viva da minha felicidade. Seguro-vos, ó Jesus, e não me aparto de vós, até que me tenhais posto a salvo"".
- "O amor é a rainha das virtudes. Como as pérolas se ligam por um fio, assim as virtudes, pelo amor. Fogem as pérolas quando se rompe o fio. Assim também as virtudes se desfazem afastando-se o amor".
- "É preciso amar, amar e nada mais".
- "Quando Jesus vem a nós na santa comunhão, encontra alegria em Sua criatura. Por nossa parte, procuremos Nele a nossa alegria."
- "O santo silêncio nos permite ouvir mais claramente a voz de Deus".
- "Quando te encontrares diante de Deus, na oração considera-te banhado na luz da verdade, fala-lhe se puderes, deixa simplesmente que te veja e não tenhas preocupação alguma".
- "Quanto mais te deixares enraizar na santa humildade, tanto mais íntima será a comunicação da tua alma com Deus".
- "Resigna-te a ser neste momento uma pequena abelha. E enquanto esperas ser uma grande abelha, ágil, hábil, capaz de fabricar bom mel, humilha-te com muito amor perante Deus e os homens, pois Deus fala aos que se mantêm diante dele humildemente".
- "Uma só coisa é necessária: estar perto de Jesus".
- "As almas não são oferecidas como dom; compram-se. Vós ignorais quanto custaram a Jesus. É sempre com a mesma moeda que é preciso pagá-las".
- "Imitemos o coração de Jesus, especialmente na dor, e assim nos conformaremos cada vez mais e mais com este coração divino para que, um dia, lá em cima no Céu, também nós possamos glorificar o Pai celeste ao lado daquele que tanto sofreu".
- "O verdadeiro servo de Deus é aquele que usa a caridade para com seu próximo, que está decidido a fazer a vontade de Deus a todo custo, que vive em profunda humildade e simplicidade".
- "O trabalho é tão sagrado como a oração".
- "A maior alegria de um pai é que os filhos se amem, formem um só coração e uma só alma. Não fostes vós que me escolhestes, mas o pai celeste que, na minha primeira missa, me fez ver todos os filhos que me confiava".
- "Rezai e continuai a rezar para não ficardes entorpecidos".
- "As almas! As almas! Se alguém soubesse o preço que custam".
olá querida irmã, QUITÉRIA ! gostei de seus escritos,são muito proveitosos !
gostaria de saber de ti, se conheces ou tem algum vínculo com alguém que usa o pseudonimo de "vaso " ?
Se vocÊ receber as mensagens que começa bem assim: "Mensagem recebida pelo Confidente Católico Bento da Conceição", Atenção: Bento da Comceição não é católico, ele é de uma seita que se passa por igreja católica e os seus escritos e mensagens são criadas pelo próprio satanás, para enganar os verdadeiros católicos. Elias Monteiro também é dessa seita e lutam contra o Papa Bento XVI e a Igreja que Jesus fundou - Igreja Católica - não se deixem levar pelas tolices e heresias escritas por esses seguidores do mal. Devemos respeitar e amar ao atual papa, pois ele foi escolhido por Deus para guiar o rebanho católico. O livro: "A PALAVRA DE DEUS VIVA", do tal Bento da Conceição, é um livro satanico, que tenta enganar os católicos para lhes fazer perder a alma.
Nós juramos que amamos Jesus mas no entanto muitas vezes nós negamos a Sua verdade, como fez Pedro.
Quanto mais nos mostramos cristãos,mais devemos honrar o nome de Cristo, porque se não fizermos isso estaremos traindo a Jesus e as pessoas que confiam em nós.Os evangelistas e catequistas, devem ser como uma seta que orienta e nunca o ponto final que é JESUS.
O nosso exemplo deve ser reto para testemunhar o amor de Cristo, Sua Paz e os mandamentos da Sua justiça, nunca procurar matar a sua palavra com mentiras, maledicências, traições, hipocrisias, maldades,fornicação, idolatria ao dinheiro e aos homens, estímulos a contendas e ao ódio.
Evangelizar não é só afirmar que lemos a Bíblia, mostrar os versículos, provérbios, salmos, a vida de Jesus, devoção aos Santos, vangloriar-se de ser escolhido entre todos.
Evangelizar é convencer da Verdade de Jesus, e o único e verdadeiro caminho para isso em primeiro lugar é dar o exemplo de Cristãos, de Fé, mostrando coerências em nossas ações fora do pecado, e com muita alegria mostrando-se livres das coisas do mundo. Porque os hipócritas Jesus sempre os afastou de perto de Si.
(São João, 8, 31-38)
31. E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos;
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32. conhecereis a verdade e a verdade vos livrará.
33. Replicaram-lhe: Somos descendentes de Abraão e jamais fomos escravos de alguém. Como dizes tu: Sereis livres?
34. Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo.
35. Ora, o escravo não fica na casa para sempre, mas o filho sim, fica para sempre.
36. Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres.
37. Bem sei que sois a raça de Abraão; mas quereis matar-me, porque a minha palavra não penetra em vós.
38. Eu falo o que vi junto de meu Pai; e vós fazeis o que aprendestes de vosso pai.
Páscoa Antiga (Ex 3,7-15)
Em busca de terras mais férteis e querendo melhorar de vida, os 12 filhos de Jacó e suas famílias, Povo de Israel, foram parar no Egito. No começo tudo corria bem, mas aos poucos, o Povo de Israel virou escravo nas mãos dos faraós do Egito. Sem liberdade, o povo foi também perdendo a consciência da opressão em que vivia esquecendo suas raízes assumindo a mentalidade e a idolatria dos opressores.
Depois de quase 300 anos de opressão, no meio do povo surgiu um líder, seu nome, “Moisés”, Deus revela-se a Moisés como “Javé", nome que quer dizer “ele é”, isto é “Deus quer ser presença libertadora no meio do povo” Moisés sentiu-se chamado por Javé a colaborar na libertação de seu povo. Depois de um longo trabalho para unir e conscientizar o povo, depois de muita luta e sobretudo, com muita ajuda de Deus, Moisés conseguiu fazer o povo sair do Egito foi a “Páscoa (passagem) de libertação”!
Durante a caminhada pelo deserto (40 anos), aos pés do Monte Sinai, aquele povo fez, com Deus uma solene Aliança (pacto), comprometendo-se a viver como verdadeiro Povo de Deus e a seguir os 10 Mandamentos (decálogo Constituição do povo de Deus). A Páscoa de Libertação e a Aliança foram os fatos que, mais profundamente, marcaram o Povo de Israel e toda a sua história. Anualmente o Povo de Deus celebrava a Páscoa, com uma refeição sagrada, durante a qual se comia um cordeiro, símbolo da Aliança e da Libertação.
Quaresma (Mc 1,12-13) Ano litúrgico 'B' começa a quaresma dia 25 de fevereiro/09.
A quarta-feira de Cinzas marca o início da quaresma, tempo de preparação para celebrar, na aurora da Ressurreição do Senhor, a vitória da vida sobre a morte. O período quaresmal lembra os 40 dias que Jesus passou no deserto, preparando-se para sua missão, e os 40 anos em que o povo de Israel andou no deserto rumo a terra prometida. “Do hebreu Peseach, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se comemora a Passagem de Cristo - "deste mundo para o Pai", da "morte para a vida", das trevas para a luz".
A Páscoa é repleta de símbolos importantes para todos nós. Mesmo nos mais diferentes países e culturas, muitos elementos estão sempre presentes nos rituais há centenas de anos. O mais antigo símbolo da Páscoa é a cor branca, que simboliza a pureza, a paz, vitória, ressurreição e alegria. A cerimônia da imposição das cinza remonta o século X e recorda o tempo em que os penitentes públicos, usavam sacos e cobria a cabeça com cinzas, como sinal de arrependimento de seus pecados e do desejo de mudar de vida. Receber as cinzas na fronte significa manifestar publicamente, a disposição de iniciar um caminho de fé e conversão rumo a Páscoa.
É tempo de penitência, de dar coisas materiais, tempo de amar e perdoar. Todas essas atitudes devem ser vividas em clima de oração e de escuta da Palavra. A Quaresma é tempo de pedir perdão, fazer reconciliação para celebrar e viver a ressurreição do Senhor Jesus. Logo, é tempo de jejum, abstinência e oração. Esse tempo termina no Domingo de Ramos.
Domingo de Ramos (12,12-19) 05 de abril/09
Jesus montado num jumento coberto de mantos, vai a Jerusalém, onde comemora a Páscoa. Pelo caminho o povo espalhava suas capas pelo chão para Jesus passar e o aclamavam com ramos de oliveiras nas mãos. Ao começarem a descer do Monte das Oliveiras, uma multidão de discípulos exultava de alegria. Agradeciam a Deus em voz alta, pelos milagres que viram Jesus fazer e exclamavam seguidamente “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor Paz no Céu e Glória a Deus”.
Quinta-feira Santa (Mt 26,26-29) 09 de abril/09
Jesus antes de entregar sua vida por amor a nós, quis celebrar com seus amigos, os Apóstolos, a Última ceia, na Quinta-feira Santa. Nesta Ceia Ele instituiu a Eucaristia, seu maior sacrifício.
Na noite em que foi preso, pouco antes, Jesus revivia, com seus amigos, a Festa da Páscoa dos Judeus. Naquele momento Jesus, tomando o pão e o vinho da refeição pascal, explicou aos amigos de que ele, como ensinara João Batista, era o verdadeiro cordeiro de Deus, o Libertador, que seria sacrificado para que o mundo fosse liberto do pecado e de suas conseqüências. E pediu para que daquele momento em diante, a Páscoa tivesse outro sentido, mais completo e verdadeiro. E a comemoração fosse a comunhão com ele, o Libertador “Tomai e Comei, isto é meu corpo, entregue... Tomai e Bebei, isto é o meu sangue, sangue da Nova e Eterna Aliança, sangue derramado para a libertação”.
Terminada a Ceia, Jesus foi orar no monte Getsêmani. Ali os Judeus o prenderam e condenado durante a noite de quinta-feira para sexta-feira, no tribunal religioso, Ele foi levado a Pilatos para o processo civil-político. Na Quinta-Feira Santa comemoramos a instituição da Santa Eucaristia e o Lava-Pés.
Sexta-feira Santa (Mc 15,1-39) 10 de abril/09
A Paixão e Morte de Jesus e a conseqüência de toda sua vida dedicada aos outros: “Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos!” (Jo 15,13). Jesus, o Filho de Deus feito gente, assume sobre seus ombros toda injustiça, todo mal, todo pecado da humanidade e oferece sua vida, como cordeiro pascal, pela libertação e pela vida da humanidade. Ele viveu e morreu pela nossa salvação. É tempo de abstinência.
Sábado de Aleluia 10 de abril/09
Vigília Pascal: A Igreja permanece junto ao Santo Sepulcro do Senhor, meditando em Sua Paixão e Morte.
É o silêncio de Deus que se faz sentir e nos prepara para a grande solenidade da Vigília Pascal e, sobretudo para a Manhã da Ressurreição. Nesta celebração, o altar é caracterizado com seus objetos e adornos novamente, que são trazidos em procissão pelo povo. É nesta missa, também, que é aceso o Círio Pascal, aquela grande vela que simboliza a presença da luz de cristo ressuscitado junto a nós. A partir da chama do Círio Pascal, os paroquianos vão acendendo as suas velas, e em poucos minutos toda a Igreja está iluminada somente pelas velas, sem qualquer iluminação artificial! Daí chamamos esta celebração de Missa da Luz.Confira alguns momentos marcantes desta celebração.
Domingo de Páscoa (Lc 24,1-6)
Parecia um fracasso total naquela sexta-feira! Mas o amor é sempre mais forte do que o ódio, a vida é sempre mais forte do que a morte, Deus é sempre mais forte que o homem! E, assim, Jesus ressuscitou! Jesus venceu a morte! Ele é o Senhor! No terceiro dia após a morte de Jesus, num Domingo em que os judeus celebravam a antiga Páscoa da Libertação, os discípulos bem cedinho, foram ao sepulcro, onde tinham enterrado o corpo de Jesus, e o encontraram vazio (Jo20,11-18), esteve com os apóstolos reunidos no Cenáculo (Jo20,19-29), caminhou na estrada de Emaús com dois discípulos (Lc24,13-35). O fato da ressurreição de Jesus Cristo continua sendo o centro da nossa fé, a alegria, a certeza e a força que impulsiona nossa vida de cristãos.
JESUS RESSUCITOU, quer dizer que... O Crucificado está vivo! Vivo na Glória do Pai, intercedendo por nós, como Senhor do Universo! Vivo sempre presente na história dos homens como libertador e salvador da humanidade. Vivo e presente, de modo especial, em sua Igreja e em nossa vida de cristãos: como nosso Senhor. Mas reparem em todas as aparições do Ressuscitado, os Evangelhos fazem notar que seus discípulos não o reconhecem imediatamente nem facilmente. Isso quer dizer que precisamos reconhecer Jesus presente em nossa vida, com os olhos da fé.
... Ele venceu o mal e o pecado da humanidade. As forças do mal, da injustiça, da violência, do pecado, já foram vencidas pela raiz, Jesus Cristo é o Senhor e Libertador! A vida, o amor e a graça de Deus são mais fortes do que o mal. A Páscoa de libertação, já está em andamento, dentro de cada um de nós e no mundo. E na força de Cristo Ressuscitado, nosso Senhor, que podemos realizar, cada dia a nossa Páscoa, libertando-nos do egoísmo e do pecado, para sermos homens novos e viver uma Nova Vida.
... Como Ele e com Ele, nós também havemos de ressuscitar, vencendo o último mal, a morte. A ressurreição de Jesus é o penhor e a certeza da nossa própria ressurreição ( 1Ts4,13-14 ).
Debater: O que podemos fazer para realmente viver a Páscoa?
Ler e refletir: IICor 4, 14 – 5,1
As cinzas: “Converteu-vos a mim de todo o vosso coração” (Jl 2,12).
Recorda-nos a nossa condição débil e caduca. Põe-nos diante da nossa fragilidade.
Expressa a conversão, o desejo de libertar-nos do mal que há em nós no caminho para a Páscoa. É um gesto de humildade e de súplica diante do Deus da Vida. É um sinal de começo. Com as cinzas começamos o caminho para a Páscoa. Recorda-nos que a vida é cruz, morte, renúncia; mas por sua vez assegura-nos que o programa pascal é deixar-se alcançar pela Vida nova e Gloriosa do Senhor Jesus. Das cinzas Dios saca vida, como o grão de trigo que se afunda na terra. É símbolo de que participamos da cruz de Cristo, para com Ele passar à Vida. Um sinal pedagógico que nos recorda a nossa debilidade e o nosso pecado para que deixemos Deus atuar em nós, incorporar-nos na ressurreição de seu Filho e lavar-nos com a água batismal da Páscoa. Recorda-nos que ser cristão supõe uma luta contra o mal que há em nós e à nossa volta.
A Cruz:
“Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me” (Lc 9, 23).
Símbolo predileto para representar Cristo e o seu mistério de salvação. Símbolo da nova aliança realizada na Páscoa de Jesus.
Ilumina a nossa vida. Dá-nos esperança. Ensina-nos o caminho. Assegura-nos a vitória de Cristo. Compromete-nos a seguir o mesmo estilo de vida de Jesus para chegar à nova existência do ressuscitado. Na cruz está concentrada a Boa Nova do Evangelho
O sinal da Cruz.
Gesto simples cheio de significado. Este sinal da Cruz é uma verdadeira confissão da nossa fé: Deus salvou-nos na Cruz de Cristo. É um sinal de pertença: ao fazer sobre a nossa pessoa este sinal é como se disséssemos: estou batizado, pertenço a Cristo, Ele é o meu Salvador, a Cruz de Cristo é a origem e a razão de ser da minha existência cristã. O repetir o gesto recorda-nos que estamos salvos, que Cristo tomou posse de nós, que estamos de uma vez para sempre benzidos pela Cruz que Deus traçou sobre nós. Desde o batismo estamos assinalados com a Cruz de Cristo como sinal de pertença, com o compromisso de conhecê-lo e segui-lo e como prova de que Cristo nos fortalece com o sinal da sua vitória
Uma vida segundo a Cruz. Quando colocamos uma Cruz em nossas casas, ou a vemos na Igreja, ou fazemos o sinal da Cruz ao começar o dia, ao sair de casa, ao começar a Eucaristia ou ao receber a bênção final, deveríamos dar ao nosso gesto o seu autêntico sentido. Deveria ser um sinal da nossa alegria por sentir-nos salvos por Cristo, por pertencer-lhe desde o Batismo. Um sinal de vitória e de glória: como cristãos nos “gloriamos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal 6,14). E deixamo-nos abarcar, consagrar e bendizer por ela. A imagem ou sinal da Cruz repetida quer ser um compromisso: indicar-nos o caminho “pascal” de morte e ressurreição, que Cristo já percorreu, e que nos convida agora a nós a percorrer.
Convida-nos a escutar e assimilar uma mensagem de salvação e esperança, de morte e ressurreição, de vida cristã entendida como serviço.
Recorda-nos também todos os que sofrem no nosso mundo. Cristo na Cruz é como o porta-voz de todos os que choram e sofrem, por sua vez é a garantia e a proclamação de vitória para todos.
Temos que reconhecer na Cruz todo o seu conteúdo, para que não seja um símbolo vazio. E então sim, pode ser um sinal que alimente a nossa fé e o estilo de vida que Cristo nos ensinou.
O Jejum solidário: “Dias hão de vir em que lhe tirarão o esposo, e então jejuarão” (Mt 9, 15).
É uma voz profética para recordar-nos que tudo é bom, mas relativo, que os valores materiais não são absolutos, que há que cuidar dos valores sobrenaturais. Torna-nos livres. Optar contra a espiral consumista que a sociedade de hoje nos está impondo. Ensina-nos a sentir em nós mesmos a debilidade dos que se vêem obrigados a jejuar por necessidade todo o ano. Ensina-nos misericórdia. Converte-nos em mais transparentes e disponíveis para os outros, menos cheios de nós. Educa-nos o egoísmo e a auto-suficiência e a abrir-nos mais a Deus e aos irmãos. Sinal sacramental da nossa entrada na Vida de Páscoa. O mistério que celebramos é Morte e Ressurreição. Por isso a nossa sintonia com ele é também morte, renúncia, jejum, sacrifício, e ressurreição, aceitação da nova vida. Converte-se em sinal exterior da nossa conversão, símbolo da nossa luta contra o mal e o pecado, da nossa aceitação em incorporar-nos na Cruz de Cristo e na sua Vida Pascal.
Jejuar com alegria.
Muitas pessoas jejuam por motivos distintos: para estar em forma, por prescrição médica, por inspiração de espiritualidades orientais, para dar a conhecer a decisão de conseguir um objetivo, porque não têm que comer.
Os cristãos realizamos este gesto do jejum para expressar a nossa vontade de conversão à Páscoa de Cristo. No meio de uma sociedade que estimula o gasto e a satisfação de todo o tipo, os cristãos fazemos um gesto profético de protesto: o jejum. Que não consiste tanto num exercício corporal de ascética, mas que quer ser a linguagem simbólica de uma atitude interior. Realizamo-lo com alegria, sem alardes de virtude, sem buscar o aplauso e a admiração dos homens: “Quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas que desfiguram o rosto para que os outros vejam que jejuam” (Mt 6,16). Fazemo-lo com uma dimensão comunitária: toda uma comunidade paroquial, apostólica, religiosa, ou familiar assume um compromisso coletivo de jejum com conseqüências econômicas de ajuda aos mais necessitados. É um gesto que seguirá sendo sempre educador e pedagógico: que por sua vez nos ajuda a expressar o nosso controle sobre nós mesmos e a abrir-nos a Deus e aos nossos irmãos.
Jejum agradável aos olhos de Deus. Estende a mão ao teu inimigo. Mantém uma atmosfera de paz no teu trabalho e na tua família. Tem valentia e confessa a tua fé em Cristo quando for necessário. Descobre as necessidades dos mais próximos. Liberta-te de algum capricho: álcool, tabaco, T.V. Busca o silêncio
O caminho: “Jesus viu um publicano chamado Levi, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: “Segue-Me” (Lc 5,27).
A vida cristã é seguir Jesus, é fazer caminho. Os primeiros cristãos identificaram com freqüência a fé com o caminho (Act 9,2). Paulo fala da corrida de um cristão (Ga 2,2; 5,7; 1 Co 9,24-26).
A Igreja peregrina na terra, a Igreja em marcha (LG 9) é a expressão simbólica de um povo que persegue uma meta e para ela se põe a caminho. Como Israel no Antigo Testamento caminhou como povo para a liberdade rumo a terra prometida, a Igreja está sempre em marcha. As diversas classes de procissões, peregrinações e deslocações dentro das celebrações na Quaresma, são como um símbolo desta realidade.
A comunidade:
“Sai” de um lugar, abandona uma situação e um estilo de vida, uma vida de pecado, converte-se, “caminha em união”, uns com outros em fraternidade, sublinhando assim a comum unidade dos cristãos no seu caminho de conversão. Para uma “meta”, que pode ser um santuário, uma igreja, ou o altar para a comunhão: sempre um lugar simbólico do mistério cristão, num processo de identificação com o que isto quer significar.
O “marchar”,
o caminhar na vida cristã e mais na celebração, vem a ser uma parábola da Igreja em caminho. Uma comunidade escatológica que de certo modo se transcende a si mesma e avança para a meta proposta. Que se sente peregrina, sem se fixar excessivamente nem num lugar nem numa situação.
O “Caminhar é uma expressão de que viajamos com esperança, com os pés no “hoje e aqui” e convencidos da presença de Cristo no meio de nós, companheiro de caminho, como em Emaús: Cristo é o caminho.
A QUARESMA É TEMPO DE ORAÇÃO E CONVERSÃO
Mensagem 01/03 1995
Meu filho, Eu Sou a Rainha da Paz e contigo agora estou.
Bento, Meu filho, Me alegro toda vez que posso falar contigo e pedir para que transmitas aos outros filhos o Meu pedido de Mãe que sofre tanto. Nas Minhas aparições pelo mundo, venho pedindo a conversão de todos para que não deixem de rezar, pois Eu não agüento mais ver o mar de lama em que os Meus filhos estão entrando. O diabo Me odeia tanto, que se fosse possível ele Me eliminaria para não incomodar mais os seus planos.
Veja, Meu filho, que o Meu coração de Mãe não pára de doer. As lágrimas que continuam caindo da Minha imagem são verdadeiras, não é truque de quem quer que seja. Este sinal, Meu filho, é pela reparação dos que estão se afastando do Meu Filho Jesus, por eles choro. A beleza que tenho em Meu rosto, dia após dia, está se desfigurando como uma pétala de rosa que murcha para cair. Este sofrimento que estou passando é uma passagem que não tive antes, a não ser quando mataram o Meu Filho Jesus. Mas logo reconheci que foi para o bem da humanidade que Ele sofreu as piores dores do mundo, e que um homem, na terra, não agüentaria uma hora sequer.
Agora, Meu filho Bento, começa a quaresma. É tempo de oração e de conversão, mas onde está o respeito por esses quarenta dias em que Jesus sofreu pelos pecados dos homens? Não há lugar na terra onde os governantes proíbam, nestes dias, a diversão, a imoralidade e o desrespeito. É demais! Estou sempre com os Meus olhos cheios de lágrimas, não fico tempo nenhum com eles enxutos só por Meus filhos estarem fazendo o que o diabo quer. As Minhas bênçãos Eu não paro de lançar sobre a terra, defendendo-a do enorme castigo que o diabo já tinha formado.
A respostas do Meu Amor, Meus filhos, não estão entendendo? Esqueceram que Deus também pôs em Minhas Mãos a segurança da Sua grandeza. Elas foram-Me dadas por ser Eu a Mãe de todos e uma Mãe amo-rosa não quer perder os seus filhos, mas este reconhecimento é feito por poucas almas que ainda vivem na face da terra. É como, Meu filho, se o mundo estivesse pendurado por um cordão que o está segurando para não despencar. Meu Filho Jesus não cansa de orar por estes que ainda aguardam a Sua volta, porque Ele sabe que mesmo o pouco que tem é fiel a Ele.
Bento Meu filho, como Rainha da Paz te peço que nas tuas orações incluas as pessoas que confiam em ti, porque algumas delas ainda podem cair em tentação. Isto, porque o diabo está cada vez mais feroz, ele está fazendo miséria na face da terra. Mas com as tuas orações Bento, que és um porta-voz de Deus, tens força de salvar muita gente que ainda está em dúvida.
Meu filho, cada alma que tu conseguires livrar do satanás mais aumenta o teu poder na terra. Meu Filho Jesus está contigo dia e noite, Ele te ama muito. Filho querido, como Mãe de todos Me orgulho da tua coragem, és uma pessoa de grande brilho que de longe se vê. Confio em ti pelo trabalho e dedicação que colocaste à inteira disposição do Meu Santo Filho Jesus.
As preces feitas por uma boca que louva a Deus todos os dias, são como um rio de maior correnteza que leva para o mar. Tudo funciona na mais perfeita união. Água pura não se desperdiça, pois ela é sempre boa e saborosa. Assim, Meu filho, os teus cantos e louvores enchem muitos corações que estão com sede de receber a Água da Vida. A fonte que jorra sem parar para muitos matarem a sede é colocada no meio de todos os filhos de Deus. O seu fundamento sai diretamente da fonte principal; é um poço que Deus criou para saciar a muitos. Essa fonte produz a melhor essência que um filho pode beber, porque tem o sinal de Javé.
Meu filho Bento, onde quer que tu vás Eu, Sua Mãe, estou sempre a teu lado, como também Meu Santo Filho Jesus. Eu não poderia Me despedir agora sem te pedir novamente que lutes com toda a força do teu coração a tua recompensa será grande. E aos outros Meus filhos: Não se deixem dominar pelo diabo, rezem, rezem sem parar, para que Eu, Vossa Mãe, possa defendê-los das grandes tragédias que irão acontecer.
Minhas bênçãos de Mãe que continua sofrendo e chorando por todos.
Obrigada, Meus filhos. Eu vossa Mãe amo a todos.
Maria, Rainha da Paz
REFLITA NESTA QUARESMA
"Alma que amo, por que Me desprezas? Não basta que Me ofendam os mundanos? Mas tu, por que Me tratas assim?..."
"Aquele que nunca precisa de perdão não é o mais feliz, mas antes aquele que teve de se humilhar muitíssimas vezes!"
"Não preciso de nada mais, em minhas almas, senão do abandono e do amor... sim, amor ao Coração que se consome de Amor!"
"Sim, amo todas as almas, mas com que predileção as que são mais fracas e mais pequenas!"
"Sabeis que espero de vós reparação e amor. O amor se prova com atos."
"Retirei-Me ao Jardim de Getsêmani, isto é, à solidão. Assim a alma há de procurar a seu Deus, longe de tudo, dentro de si mesma."
"Em vez de Me amarrares tu com teus pecados, Eu é que te prenderei com os laços do Meu Amor."
"Não creias que Eu possa cessar de te amar por causa de tuas misérias! Não, meu Coração te ama e jamais te abandonará." "Vós Me ofendestes: Eu vos perdôo...".
"Vós Me perseguistes: Eu vos amo!"
"Vós Me feristes com palavras e com ações. Eu quero fazer-vos bem e abrir para vós os Meus tesouros!"
"Vós, que procurais amor e que nunca vos sentis saciados, fostes feitos para amar não o que passa, mas o que é eterno..."
"Aquele que nunca precisa de perdão não é o mais feliz, mas antes aquele que teve de se humilhar muitíssimas vezes!"
"Alma que amo, por que Me desprezas? Não basta que me ofendam os mundanos? Mas tu que Me és consagrada, por que me tratas assim?..."
"Rouba-Me o Coração com o teu amor e dele farás o quanto quiseres." "Se não fossem as vossas ingratidões e os vossos pecados que Mo impedem, por vós faria verdadeiras loucuras de amor, tão extremosamente vos amo."
"Imagina que neste mundo só existimos nós dois. Como podes amar e ir em busca do afeto e estima de quem já para ti não existe?"
"Deveríeis todos andar transbordantes de amor para Comigo, tão providente e bondoso sou para cada um de vós."
"O puro amor e a genuína espiritualidade não se alcançam senão através do pleno desapego de todos e de tudo."
"Porque Me compadeço de tuas faltas? Porque te amo e não sei resistir a dor que experimentas com elas, se te voltares confiadamente para Mim, implorando auxilio e perdão. O vosso olhar, quando chega ao Meu Coração, é capaz de o comover todo."
"Se desejas ser a preferida, sê a mais humilde."
"Guarda silêncio quanto puderes e muitas das tuas faltas se não repetirão mais."
"Fala menos com as criaturas e chega-te a Mim para Me escutares..."
"Não te parece que é mais fácil guardar silêncio que falar bem?"
"Se Eu, Sabedoria Eterna, falei tão pouco, quanto mais deves tu guardar silêncio, que nem sequer és capaz de falar com ponderação!"
"Estou ansioso para que bem depressa a nossa união chegue a ser perfeita, num místico esponsalício, com igual sinceridade afetiva."
Escritos de São Francisco
CARTA AOS FIÉIS
( Exortação aos irmãos e irmãs da penitência)
Em nome do Senhor
(Cap. II) Dos que não fazem penitência
(Exortação aos irmãos e irmãs da penitência) Em nome do Senhor! (Cap. II) Dos que não fazem penitência Todos aqueles e aquelas, porém, que não fazem penitência, não recebem o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivem no vício e no pecado, no caminho da má concupiscência e dos maus desejos de sua carne, não observam o que prometeram ao Senhor, servem ao mundo com seu corpo cedendo aos desejos carnais, às solicitudes e aos cuidados deste mundo: escravos do demônio, de quem são filhos e cujas obras praticam (cf. Jo 8,41), são cegos, porque não vêem a verdadeira luz, Nosso Senhor Jesus Cristo. Não possuem a sabedoria espiritual porque não possuem o Filho de Deus, que é a verdadeira sabedoria do Pai. E é deles que se diz: "Sua sabedoria foi tragada" (Sl 106,27), "malditos os que se apartam de teus mandamentos" (Sl 118,21). Vêem e conhecem, sabem e fazem o mal, perdendo eles mesmos suas almas. Reparai, ó cegos, enganados pelos vossos inimigos, a carne, o mundo e o demônio: é agradável ao corpo praticar o pecado e amargo servir a Deus. Pois, como diz o Senhor no Evangelho (cf. Mc 7,21), todos os vícios e pecados "procedem do coração do homem". Nada tendes de bom neste mundo nem no outro. E pensais fruir por muito tempo das vaidades deste mundo, mas vos enganais, porque virá o dia e a hora na qual não pensais, e que ignorais completamente. Adoece o corpo, a morte chega e deste modo morre na amargura da morte. Onde, quando e como quer que um homem venha a morrer em pecado mortal, sem penitência e satisfação, se pode satisfazer e não satisfaz, o demônio lhe arranca a alma do corpo sob tal angústia e tribulação, que ninguém pode saber a não ser quem o experimenta em si mesmo. Todos os talentos, todo poder, toda "ciência e sabedoria" (2Cr 1,12) que julgavam possuir "ser-lhes-ão tirados" (cf. Lc 8,18; Mc 4,25). Deixam seus bens aos parentes e amigos. Estes se apossam deles e os distribuem entre si e depois dizem: "Maldita seja sua alma, porque ela poderia ter dado e ganho para nós muito mais e não o fez". Os vermes devoram o corpo e a alma neste breve século, indo para o inferno, onde serão atormentados por toda a eternidade.
A todos que receberem esta carta, rogamos na caridade, que é Deus (cf. 1Jo 4,16), que acolham benignamente, com divino amor, estas odoríferas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo. E os que não sabem ler façam-nas ler com freqüência por outros, tenham-nas consigo e as ponham em prática numa vida santa até ao fim, pois "são espírito e vida" (Jo 6,63). E aqueles que as não observarem terão de "dar contas delas no dia do último juízo" (Mt 12,26), "diante do tribunal de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Rm 14,10).
- ESCRITOS DE SÃO FRANCISCO -
CARTA A TODOS OS CLÉRIGOS
Consideremos todos nós clérigos o grande pecado e ignorância que alguns manifestam com relação ao Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo e seu Santíssimo Nome, e palavras escritas que tornam santamente presente o Corpo (de Cristo). Sabemos que o corpo não pode estar presente se antes não for tornado presente pela palavra. Pois nada temos nem vemos corporalmente d'Ele, do próprio Altíssimo, neste mundo, senão o Corpo e o Sangue, os nomes e as palavras pelas quais fomos criados e remidos "da morte para a vida" (I Jo 3,14). Logo, todos aqueles que administram tão sacrossantos mistérios e especialmente aqueles que os ministram sem a reta discrição, considerem no seu intimo como são vulgares os cálices, corporais e panos de linho sobre os quais é oferecido em sacrifício o Corpo e Sangue de Nosso Senhor. E muitos o guardam em lugares bem comuns e o levam de modo lamentável (pela rua) e o recebem indignamente e o ministram indiscriminadamente. Igualmente os seus nomes e palavras escritas são às vezes calcados aos pés; pois "o homem animal não percebe as coisas de Deus" (I Cor 2,14). Não excitam porventura tais fatos a nossa piedade e devoção por esse bom Senhor quando se digna vir colocar-se Ele próprio em nossas mãos e nós o tocamos e o recebemos todos os dias em nossa boca? Ou ignoramos que um dia havemos de cair em Suas mãos? Emendemo-nos, pois depressa e firmemente dessas e de outras faltas. Onde quer que o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que o tirem dali para colocá-lo e encerrá-lo num lugar ricamente adornado. De modo igual sejam recolhidos e colocados em lugar decente os nomes e palavras escritos do Senhor sempre que forem encontrados em lugares imundos. Sabemos perfeitamente que estamos estritamente obrigados a observar tudo isto, em virtude dos Mandamentos do Senhor e dos preceitos da santa Mãe Igreja, e os que o não fazem saibam que deverão prestar contas perante Nosso Senhor Jesus Cristo no dia do juízo. E os que mandarem copiar esta carta a fim de que seja mais amplamente observada saibam que serão abençoados por Deus nosso Senhor.
Frei Francisco, o menor dos servos de Deus.
Quem é você, Francisco?
Hoje sou seu irmão, mas fui um jovem, que procurava o prestígio, a riqueza e o poder... Vivi uma juventude agitada e superficial, mas senti um grande vazio...
Foi então, quando me encontrei com o Bom Amigo Jesus, e O vi pobre e crucificado... Tomei minha decisão quando vi que Jesus se fez pobre por nós... Quando ouvi que nos mandava ser irmão de todos... Quando O vi humilhado e servindo, sem ter onde reclinar a cabeça.
Ele me conduziu entre os pobres e os leprosos, entre os mendigos e entre os que desconheciam o Evangelho.
E me propus a seguir Seus passos... Quis ser um semeador de Paz e Bem para todos os homens... Quis compartilhar as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias de toda a humanidade.
Descobri então o que significa realmente o amor a Deus e o amor aos irmãos... É Ele que nos ensina que temos um Pai em quem confiar... E que esse Pai é o Único, total e Sumo Bem.
São Francisco de Assis Cantor da Paz e da Alegria.
CARÍSSIMA QUITÉRIA, CUIDADO COM ESSES LOBOS DISFARÇADOS DE OVELHAS ! ESSES ABAIXO ,QUE ANUNCIAM UM TAL FALSO PROFETA E HEREGE, BENTO DA CONCEIÇÃO,UM DETURPADOR DO EVANGELHO E DA SÃ DOUTRINA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !CUIDADO IRMÃ ! L.S.N.S.J. CRISTO E SALVE MARIA !
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Maria Bendita, Por Que Honrá-La?
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Por que alguém iria querer honrar Maria? Afinal de contas, Jesus Cristo é o superior e deveríamos nos dirigir diretamente a Ele. Não precisamos dela.....ou precisamos? Vamos examinar esta questão com a Escritura e com nossos próprios poderes de razão concedidos por DEUS.
1. Quem é a primeira pessoa na Escritura a chamar Maria de "Bendita"? O primeiro lugar onde você encontrará a resposta é em Lucas 1,28. Se a sua resposta é Gabriel, então é a resposta errada. Gabriel é um Arcanjo, e a palavra grega "anjo", significa "mensageiro". Então Gabriel era só um mensageiro de alguém, mas de quem? Gabriel foi enviado por DEUS, então era mensagem de DEUS que Gabriel transmitiu. Se DEUS foi a primeira pessoa a chamar Maria "Bendita", pode alguma das criaturas de DEUS fazer menos do que isso? Como você, ou eu, ou qualquer outra pessoa ousamos refutar uma afirmação clara feita pelo Próprio DEUS? Qualquer um que tente fazer isso está se colocando acima de DEUS. Outros na Escritura também a chamaram "Bendita". Isabel o fez em Lucas 1,42, e uma "mulher na multidão" o fez em Lucas 11,27. A própria Maria disse em Lucas 1,48: "...eis que desde agora TODAS AS GERAÇÕES ME "CHAMARÃO" BENDITA". Você pode refutar o fato de que as palavras "desde agora" significam deste momento em diante, e que o verbo "chamarão" é um comando e não uma sugestão? Se você procurar a palavra "Bendita" no dicionário, ela significa "Santa", digna de "Veneração", "Reverenciada". DEUS nos está dizendo que Maria é Santa, e que ela deveria ser venerada e reverenciada. Como pode alguém se recusar a aceitar este comando específico em Lucas 1,48 e ainda assim alegar que segue a Bíblia?
2. Tudo bem, ela é "Bendita", mas isso significa que precisamos dela? Bem, o que foi que DEUS disse por meio de Gabriel em Lucas 1,30-33? "Vós encontrastes graça diante de DEUS." Bem alí, DEUS "venerou" Maria acima de todas as outras mulheres. No versículo 31 Ele lhe diz que conceberá. Quem ela conceberá? Ninguém menos que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que vai se manifestar como a "Palavra Encarnada". O Próprio DEUS precisou de Maria para conceber Seu próprio Filho, e para carregá-Lo por nove meses até o nascimento. DEUS precisou de Maria para ser o recipiente para dar à luz Seu Filho Divino. Se DEUS precisou dela, nós também não podemos precisar dela?
3. Então ela deu à luz um menino! Ela é uma mãe como qualquer outra mãe! Por que aquilo a faz especial? Isso nos leva a uma questão teológica básica. Quem é Jesus Cristo? Sabemos que Ele é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, o filho unigênito de DEUS. Sabemos também que Ele é a "Palavra Encarnada" conforme explicado em João 1,14, "...e o Verbo se fez carne e habitou entre nós." João 1,1 nos ensina que a "PALAVRA ERA DEUS". Maria deu à luz a "Palavra Encarnada", e a "Palavra" era DEUS. Pergunto, Maria deu à luz quem? A única resposta possível é que ela deu à luz DEUS. Alguns insistem que ela só deu à luz a "humanidade" de DEUS, mas o que isso significa? Jesus Cristo era a única pessoa jamais nascida com duas naturezas: uma humana e uma divina. Entretanto ele era uma pessoa só, não duas. Ele não podia ser uma pessoa humana e uma pessoa divina, pois isso O faria ser duas pessoas. A questão então se torna: "Jesus Cristo era uma pessoa humana ou Ele era uma pessoa divina"? De volta a João 1,1 e 14, a "Palavra Encarnada" era DEUS. Jesus Cristo é uma pessoa divina. Mães dão à luz pessoas, cada uma com uma natureza. Elas não dão à luz naturezas. O Próprio DEUS chama Jesus Cristo de Seu Filho divino (Hb 1,5-8). Sim, ela é uma mãe como qualquer outra mãe, mas que diferença entre os filhos.
4. Bem, ainda não estou convencido, você diz? Estabelecemos que Jesus Cristo é DEUS, que Ele nasceu de Maria, e que DEUS precisou dela para sua "Encarnação". Vamos ver o que a Escritura diz. Jesus Cristo não veio para destruir a "Lei", mas para cumprí-la. Em Mateus 5,17-20, Jesus afirmou isto e Ele também disse no versículo 18-19, "...Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens será declarado o menor no Reino dos céus..." Ele diz muito claramente para "guardar os mandamentos", todos eles. Agora você não acha que o Próprio Jesus Cristo guardou os mandamentos que Ele Próprio escreveu? Claro que Ele obedeceu, a todos eles, pois Ele disse:
"Se guardardes os Meus mandamentos, sereis constantes no Meu amor, COMO TAMBÉM EU GUARDEI OS MANDAMENTOS DE MEU PAI E PERSISTO NO SEU AMOR.", João 15,10.
Agora, e quanto a "honrar teu pai e tua mãe"? Você não acha que Ele também guardou este mandamento? Certamente há evidência Escritural mostrando que Ele honrou Seu Pai, e há evidência de que Ele honrou também Sua mãe. De fato, Ele, o Próprio DEUS, deve ter obedecido aos comandos "de mãe para filho" do dia-a-dia conforme crescia. Isto é mostrado em Lucas 2,51: "Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era SUBMISSO." Este é um versículo muito profundo se você pensar bem. Com efeito, diz que por muitos anos, o "Criador do Universo" obedeceu aos comandos de uma garotinha judia, de nome...Maria. Jesus também agiu à sugestão dela de que os convidados do casamento estavam sem vinho em Caná, ao fazer Seu primeiro milagre público quando transformou água em vinho em João 2,1-5. Jesus Cristo, dessa forma, guardou o mandamento "honre tua mãe" também. Se Jesus Cristo honrava Sua mãe, podemos fazer menos? Jesus Cristo ama Sua mãe como qualquer bom filho o faria. Ele a defenderá de todos os ataques feitos contra ela. Se você não honrou Maria, o que vai dizer ao Filho dela depois que tiver dado o último suspiro, e quanto O encontrar face a face e Ele lhe perguntar o porquê? Lembre-se de que naquele ponto do tempo, o "DEUS de Misericórdia" torna-se o "DEUS de Justiça". Então é muito tarde para corrigir a injustiça feita à Mãe de DEUS. São Louis Marie Grignion de Montfort disso isso da melhor maneira em seu livro "Verdadeira Devoção a Maria": "Que ninguém presuma esperar pela misericórdia de DEUS se ousa caluniar ou ofender a mãe de DEUS."
5. Em Suma:
a. DEUS chamou Maria de Bendita, e Ele a venerou.
b. DEUS precisou dela para gerar Seu Filho Divino.
c. DEUS escolheu Maria Bendita acima de todas as mulheres.
d. Maria Bendita deu à luz a "Palavra Encarnada" divina.
e. Quando criança, Jesus Cristo obedecia às ordens de Sua mãe.
f. Jesus Cristo honrou Sua própria mãe.
g. Jesus Cristo defenderá Sua mãe como qualquer bom filho o faria. Isso não faz com que Maria Bendita seja especial?
Isso não a faz digna de nossa honra? Podemos fazer menos do que o Próprio DEUS fez? Algum homem ou mulher tem o direito, ou a autoridade, de dizer que nós não deveríamos honrar Maria Bendita? Dei-lhe a autoridade Escritural para honrá-la. Peça à pessoa que lhe aconselha algo diverso que mostre na Escritura onde está dito para não honrá-la. Jesus Cristo foi a única pessoa na história que foi capaz de escolher Sua própria mãe. Por que Ele escolheu Maria? Porque ela é especial, este é o porquê...
Natal com Jesus
Vim pra ficar na tua casa. Eu vim ao mundo, numa noite fria e eis que nasci em uma pobre manjedoura, pois não havia lugar para mim na hospedaria. Mesmo diante das circunstâncias que o mundo me ofereceu, recebi um profundo amor de Maria e José meus pais, que antes d meu nascimento prepararam tudo para a minha chegada. O tempo foi passando e eu fui crescendo em sabedoria e humildade, e fiz a minha opção em buscar as coisas do Pai. Em virtude desta minha escolha vieram muitas coisas boas, realizei curas, milagres, prodígios, com isso muitas pessoas mudaram de vida, se converteram, passaram a crer em Deus e suas vidas se modificaram. Mas ao aceitar os planos do Criador em minha história, apareceram as dificuldades, tribulações e sofrimentos que me levaram a morte de Cruz. Apesar de tudo o que passei; se fosse necessário faria tudo novamente, pois o Pai jamais me abandonou, e me ensinou que o significado do amor está em dar a vida por amor ao próximo, e é perdendo que se ganha à eternidade. E esta é minha história que se comemora a todo ano, recordando o menino que veio salvar o que estava perdido, e você pode se tomar um Salvador de Almas, acolhendo a estas palavras e deixando que eu entre em seu coração “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” AP 3,20. “Não temas; de agora em diante serás pescador de homens” Lc 5,10. ‘Um Santo Natal e que Jesus e Maria abençoe você e sua família... E venha um Ano Novo cheio de paz...
Que o
“Mestre da sensibilidade”
lhe ensine
a contemplar as coisas simples
nas águas da emoção.
Que o
“Mestre da vida”
lhe ensine
a não ter medo de
viver a superar os momentos mais
difíceis da sua história.
Que o
“Mestre do amor”
lhe ensine que a vida é o maior
espetáculo no teatro da existência.
Que o
“Mestre inesquecível”
lhe ensine que os fracos julgam
e desistem, enquanto, que os fortes
compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos.
Decepções, frustrações e perdas
sempre acontecerão.
Mas, Deus é o artesão do espírito
e da alma humana. Não tenha medo!!!
Todos nós passamos por determinadas angústias
e ansiedades, pois, algumas das mazelas da vida
são imprevisíveis e inevitáveis.
Na escola da existência aprende-se
que se adquire
experiência não só com os
acertos e as conquistas, mas,
com as derrotas, as perdas e
o caos emocional e social.
Foi nessa escola tão sinuosa que
Jesus se tornou o
“Mestre dos Mestres.”
Um abraço
Geilza
please how are you! Espero que são finas e em perfeito estado de health.I passou por seu perfil e eu lê-lo e teve interesse no mesmo, por favor, se você não se importa como você Eu vou-me a escrever sobre este ID (kathleen1000adisa@yahoo.com) Esperamos ouvir de você em breve, e eu vou estar à espera de seu e-mail porque eu tenho algo muito importante para lhe dizer.
Lots of Love!
Kathleen!
Hi, I am Kathleen !
please how are you! hope you are fine and in perfect condition of health.I went through your profile and i read it and took interest in it,please if you don't mind i will like you to write me on this ID( kathleen1000adisa@yahoo.com ) hope to hear from you soon,and I will be waiting for your mail because i have something VERY important to tell you.
Lots of Love !
Kathleen !
Deus é humilde
Ser cristão é ser diferente. A humildade é uma das características do seguidor de Jesus. É uma virtude de fama ruim. Nietzsche dizia que ela não é virtude, mas uma nojenta escravidão. Confunde-se o humilde com ser “bobo”, “pobre de espírito” (não no sentido das bem-aventuranças). Humildade é a rainha das virtudes, pois é o modo de o amor existir. Sem a humildade, as demais virtudes se tornam vazias. Imaginemos a oração sem humildade! É a virtude dos grandes homens e mulheres que marcaram o mundo. As pessoas sábias são humildes. Sabem a verdade sobre si, sobre os outros e sobre o mundo. Santa Tereza d’Ávila diz que a humildade é a verdade. Podemos dizer que é a aceitação de todos sem impor restrições. Não basta ser inteligente; é preciso ser sábio. A humildade liberta e não escraviza. É respeito e veneração para com a outra pessoa. Partimos, como sempre, da Virtude que é um raio da divindade. Deus é humildade. Tem todo o Ser e se manifesta como acolhimento de cada ser na sua realidade. O relacionamento no seio da Trindade se faz na humildade do mútuo acolhimento e da mútua entrega, por isso são três que são um: um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. É essa a extrema humilhação: acolher em totalidade a outra Pessoa divina. É acolhimento que é doação. Na Encarnação do Filho de Deus, Jesus Cristo, Deus chegou ao aniquilamento (Kénosis) no qual desapareceu a divindade e só se manifestou a humanidade assumida pelo Filho na Encarnação. A vida do Filho foi vivida na humildade desde o primeiro momento até a entrega na morte e sepultura. Era tido como homem, de uma raça, numa situação histórica e geográfica próprias. Em seu ministério esteve com os humildes, acolhendo-os. Este é o caminho que propõe: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humildade de coração” (Mt 11,29). Em Jesus vemos a Sabedoria e a Inteligência dominadas pela humildade. Assim é o discípulo.
Humildade nos faz grandes
Deus se inclinou e acolheu. Não se fez dono, fez-se presença. Ao vir a nós, não nos humilhou, mas aceitou nossa condição. Não se desfez do que é, Deus, mas se fez humano como nós. Assim é a humildade: reconhecer a grandeza da pessoa do outro, sem perder a sua. Jesus mostrou face do Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9). Transmitindo a mensagem do Pai, Jesus muda a concepção de grandeza: “Pois, qual é maior, quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, estou entre vós como quem serve” (Lc 22,27). O serviço humilde dá-nos autoridade e grandeza. “Aquele que quiser tornar-se grande entre vós, seja aquele que serve, e o que quiser ser o primeiro, seja o vosso servo” (Mt 20,26-27). A humildade desfaz o orgulho, que é uma falsa segurança.
Atitudes do amor
A humildade mostra, até nas pequenas coisas, uma mudança de comportamento. Aprendemos a respeitar as pessoas, promover e provocar a igualdade. Um senhor francês, de Tietê, Bernard Fétizon, dizia a sua esposa Beatriz Fétizon, que achava muito bonito os brasileiros chamarem até os mendigos de senhor e senhora, que são títulos de nobreza (agora se diz tio. Pena!). A humildade na vida pública e eclesial ensinará a respeitar o direito do pobre, do humilde, de toda pessoa, com igualdade. As autoridades aprendam de Jesus que era manso e humilde de coração e não apelem para poder antes do serviço. O que dá grandeza ao homem não são os títulos e as roupas, mas pelo coração humilde. Humildade é a ressurreição do ser humano.
Trabalho apresentado à disciplina Sociologia Reflexiva e Intervenção Social, ministrada pelo Professor Dr. Paulo Henrique Martins, pelas alunas: Izabella Moreira de Lucena, Juliana Queiroz Lapa Santos, Lúcia Helena Cardozo Gayão, Maria José da Silveira Alves, Rejane Maria Braz Amorim e Willimar Egizi da Silva.
Esse trabalho tem por objetivo relatar como se deu a intervenção na Comunidade da Rua do Lixo, localizada na periferia de Arcoverde, Interior de Pernambuco, a qual é constituída por catadores de lixo, quebradores de brita, biscateiros, migrantes, etc.
Hoje, a Fundação Terra atende a 400 (quatrocentas) famílias, aproximadamente, 2.000 (duas mil) pessoas. Conta com os serviços de mais de 200 (duzentos) funcionários e possui uma despesa fixa em torno de R$ 79.000,00 (setenta e nove mil reais) por mês, o que está sempre mobilizando a luta e a criatividade, pois não recebe nenhuma contribuição oficial e/ou fixa.
O Interventor, Pe. AIRTON FREIRE DE LIMA, nasceu de uma família pobre em 29 de dezembro de 1955, em São José do Egito-PE. Estudou Filosofia e Teologia no ITER (Instituto de Teologia do Recife) e Psicologia na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - PE. (FACHO). Foi ordenado sacerdote pela Diocese de Pesqueira - PE., em 13 de fevereiro de 1983. Fez formação Analítica no Centro de Estudos Freudianos em Recife e Pós Graduação na Metodologia de Ensino criada por PAULO FREIRE, pela Universidade Estadual do Ceará. Atualmente assessora a formação religiosa nos Colégios das Damas. Teve seu primeiro contato com a comunidade da Rua do Lixo em 1983, através de uma visita realizada ao local, à convite de um grupo de jovens da Paróquia de Cajueiro, no Recife.
Durante a contextualização do processo de intervenção serão analisados os mecanismos que atuaram como viabilizadores da referida ação.
Na época em que visitou a comunidade da Rua do Lixo em 1983, o Padre Airton encontrava-se em meio a uma crise da identidade sacerdotal e o que pôde ver lá o sensibilizou profundamente, levando-o a uma tomada de decisão - “Morar com e como os pobres”. Naquele momento, para ele, esse era o caminho para a resolução de alguns dilemas, como, por exemplo, a perturbação vivida permeada pela dúvida - “Ser padre, pra quê ?”
Essa decisão desencadeou uma série de conflitos e dificuldades. Uns físicos e biológicos como: a fome, a cólera, a seca. Outros emocionais, sociais e políticos como: os preconceitos, as proibições, as perseguições e as ameaças. Tornava-se difícil entender como seguir os princípios exigidos pela Igreja Católica, a exemplo do voto de pobreza - “ Como optar pelos pobres e manter-se distante deles ?”.
No entanto, por outro lado, o contato diário com as pessoas, o exercício da escuta, a troca de idéias a respeito das dificuldades que vivenciavam, facilitava o desenvolvimento do sentimento de grupo, de pertencimento, de capacidade, enquanto agente transformador.
Inicialmente, esse grupo auto denominou-se ASSOCIAÇÃO TERRA, posteriormente, FUNDAÇÃO TERRA e foi, gradativamente, construindo um projeto comum.
Preleciona Eugéne Enriquez:(...) “a necessidade de um projeto comum significa de início que o grupo possui um sistema de valores suficientemente interiorizado pelo conjunto de seus membros, o que permite dar ao projeto suas características dinâmicas... Trata-se de sentir coletivamente, de experimentar a mesma necessidade de transformar um sonho ou uma fantasia em realidade cotidiana e de se munir dos meios adequados para conseguir isso. Todo grupo funciona à base da idealização, ilusão e crença”(...).
Cada vez que o grupo identificava a problemática emergencial e, em conjunto, buscava as soluções e realizava as ações planejadas, crescia a consciência sobre coletividade, as noções de cidadania , as responsabilidades, a noção de poder.
Foi assim que nasceu essa intervenção, sem nenhum projeto pré-elaborado, sem nenhuma intenção externa, sem mesmo, sequer, a noção sobre a sua abrangência.
A mobilização da comunidade para reivindicar luz elétrica, água, saneamento básico, paulatinamente, ia apresentando resultados positivos. Desse modo, um grupo de jovens alemães ao visitar a Fundação, como amigos do Pe. Airton, acreditou na capacidade organizacional da comunidade e sentiu-se estimulado a buscar verbas para auxiliar o processo de mudança que iniciava-se.
Entre 1985 e 1989 a Alemanha viabilizava parte desta intervenção. Também a LBA em conjunto com a Prefeitura (1987) corroboraram para este projeto. Porém, com a queda do muro de Berlim, a verba enviada à Rua do Lixo foi sustada e destinada para as obras internas da própria Alemanha.
Até então, já havia sido construída a creche, o salão comunitário, a capela, e dois sítios para produção agropecuária.
A construção da creche foi motivada pela necessidade de reduzir o índice de mortalidade infantil. As crianças, desde muito cedo, entravam em contato com o lixo e o ritmo de aquisição das infecções e verminoses era altíssimo. Assim, a higiene básica e a alimentação adequada possível oferecidas, aumentavam as probabilidades da sobrevida.
O salão comunitário e a capela eram os locais onde se podia exercitar a fala - como voz ativa, a escuta - como instrumento reflexivo, a fé - como a esperança na objetivação da subjetividade, a unidade e a força do grupo como a mola mestra do processo. Eram os locais onde tudo se discutia, se planejava, eram os espaços vitais.
Os dois sítios destinavam-se, inicialmente, à recuperação de menores drogados através do aprendizado das técnicas de produção agropecuária para a profissionalização. Mas, esse objetivo inicial, estendia-se a outros, como a prevenção da subnutrição. Os legumes, as verduras, produzidos em um dos sítios, juntamente com a produção de aves, caprinos, suínos produzidos no outro, serviam como matéria-prima para a preparação da alimentação comunitária, onde a prioridade, além das crianças, eram as gestantes.
A finalidade era atacar o mal da subnutrição pela raiz. Já na fase intra uterina a medida preventiva era aplicada. Com as mães bem alimentadas, as crianças nasciam mais saudáveis e, portanto, os recursos que destinavam-se a essa problemática infantil poderiam ser destinados a outras obras. Começava-se a entender a preponderância da prevenção sobre a remediação.
Sem o apoio alemão havia a necessidade de manter os trabalhos iniciados. Sob pressão extrema, a criatividade assumiu relevante importância.
De ressaltar, a criação das fichas para implementar a adoção à distância. Elaboradas em papel ofício com dados da criança, uma foto 3x4 e um apelo explicativo do Pe. Airton, onde ele solicitava na época Cr$ 3,00 (três cruzeiros) ao mês para manutenção de uma criança.
Pe. Aírton começou a acelerar sua produção literária escrevendo um livro após outro, nas áreas da psicologia clínica e social, da religião, entre outras.
Começou a aproveitar seu Dom musical gravando CDs com músicas em várias línguas como: francês, latim, hebraico, alemão. Tudo, criativamente, planejado.
Com esse esforço e enormes dificuldades conseguiu-se manter os projetos iniciados e desenvolver outros novos.
Em todo o processo de desenvolvimento dos projetos da FUNDAÇÃO TERRA pode-se verificar uma interligação entre a necessidade imediata e a obra a ser desenvolvida. Ou seja, a demanda da própria comunidade é que gera cada novo projeto.
Percebe-se isso, claramente, no histórico do desenvolvimento das obras. A satisfação garantida pela construção da creche, logo cedia lugar a uma nova sensação de falta, ao se observar que as crianças, ao saírem da creche, retornavam à rua, ao lixo, fato que comprometia todo esforço inicial. Então, o que fazer para manter as crianças num ambiente digno e propício ao desenvolvimento? Inicia-se outro projeto: a escolinha, que atende ao Ensino Infantil e ao Ensino Fundamental I.
As relações familiares encontravam-se, seriamente, comprometidas. Havia problemáticas violentas entre gêneros; dispersão da energia masculina por alcoolismo; baixa auto-estima feminina; desorientação emocional da prole, entre outras dificuldades.
As interligações entre as obras, tornaram-se mais complexas e elaboradas.
A criação do curso de alfabetização para adultos, objetivava, além da leitura e da escrita, o despertar para a análise crítica da realidade, afim de extinguir a tendência à resignação fatalista comum àquela população.
Concomitantemente, ia se alterando a dinâmica familiar, enquanto os homens e mulheres começavam a repensar seus papeis, respectivamente.
As mulheres que inicialmente eram só espancadas e/ou exploradas, daí a baixa auto-estima já referida, foram estimuladas a identificar os motivos que desencadeavam tais atitudes masculinas. Ao detectar que grande parte relacionava-se ao fato de que estas não tinham nenhum recurso financeiro próprio, e que isso, estava diretamente ligado à concepção de poder naquela comunidade, iniciou-se o aprendizado das técnicas artesanais para confecção da “renascença” (renda feita à mão, característica da região). Isso gerou um retorno monetário para as mulheres, as quais, passaram a participar da divisão de poder, melhorando a relação conjugal e maternal, a auto - imagem e a identidade familiar de modo geral.
O curso de Corte e Costura surgiu para auxiliar as mães na recepção da constante chegada de novos membros à família, habilitando-as a confeccionar o enxoval para os próprios filhos e preservar as poucas roupas que possuíam.
Havia na comunidade um índice, razoavelmente, elevado de infecção ginecológica que derivava da falta de higiene, da falta de informação, do hábito constante de provocar abortos, por meios absurdamente precários.
Surge o centro Materno Infantil para oferecer assistência à saúde, dispondo dos serviços de ginecologia, clínica geral, pediatria e odontologia. Lá, também, as mães podem ser orientadas sobre a importância do aleitamento da relação mãe-filho e como se dá a repercussão dessa última no desenvolvimento da criança.
É válido ressaltar que, naquela periferia, a visão utilitarista econômica predominava com relação aos idosos, não diferenciando-se da nossa herança cultural, típica do ocidente, que experimentou o fato de ser colonizado. Ali, perder a capacidade produtiva estava, intrinsecamente, relacionada à perda de valor. No tocante aos atores sociais a lógica do mercado era o que prevalecia.
Para alterar essa concepção e resgatar o valor da pessoa em sua totalidade construiu-se o Abrigo de Idosos.
Nessa fase da vida eles passavam a representar um peso para a família, sendo privados das próprias aposentadorias, as quais eram subtraídas pelos mais jovens, antes mesmo de recebê-las.
O cuidado em desenvolver atitudes de respeito, de valorização, de reconhecimento da sabedoria dos idosos fica explícito até mesmo na arquitetura do abrigo, que, apesar de simples e modesta, é das obras a que recebeu maior esmero.
A velocidade com que está se processando a evolução tecnológica propiciou à Fundação Terra adquirir, através de doações, máquinas de escrever e computadores. O que para alguns estava ultrapassado, lá era recebido como objetos de grande valor. Iniciavam-se os cursos de datilografia e informática para facilitar o ingresso dos jovens no mercado de trabalho.
A marcenaria e a padaria originaram-se das demandas internas que careciam de móveis para creche e escola, como também da necessidade de minimizar os custos com à alimentação. Porém, ambas, visam também a profissionalização dos adolescentes.
Com os resultados obtidos através dessa prática interventiva, a Fundação Terra preocupa-se, agora, em ampliar o campo de atuação das ações sociais. Criou-se a Comunidade Vida que tem por finalidade a orientação no discernimento vocacional de jovens voluntários, o que lá denominou-se de OS SERVUS. Esses estudam, recebem missões e meditam, diariamente, além de preocuparem-se com o desenvolvimento de produtos como camisas e velas, e a comercialização dos CDs, do mel de abelha e dos livros de autoria do Pe. Airton.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
É interessante perceber a “dualidade da Sociologia, face a seu objeto - a sociedade. Para uns, como Alain Caillé (1992), a Sociologia está em crise, assim como as Ciências Sociais, em geral, em razão da impossibilidade de fundação de um pensamento autônomo, capaz de fazer face ao utilitarismo generalizado. (...) Para outros, como Alain Touraine, a Sociologia está sendo sempre revitalizada pelos novos movimentos sociais e culturais e pela perspectiva de um ator social que saiba resgatar a racionalidade instrumental sem descartar a perspectiva solidária das práticas comunitárias”. ( Paulo Henrique Martins ).
Percebe-se a identificação entre a Intervenção da Fundação Terra e o pensamento de Alain Touraine, quanto à preocupação com a prática coletiva.
Os três princípios adotados pela Fundação certamente foram os catalisadores do sucesso dessa intervenção.
1.SIMPLICIDADE - transparência nas ações;
2.COLEGIALIDADE - decisões tomadas em grupo;
3. EFICIÊNCIA - qualidade em tudo que realiza.
(...) “Todas as instituições, lembra Enriquez, estão sujeitas à morte e a única maneira de se assegurar a vida nas organizações se resume ao controle da gestão, efetuado por indivíduos competitivos e que sabem assumir riscos. Nessa perspectiva, pois, a sociedade deixa de ser vista como objeto passivo, para ser interpretada como ente vivo”. (Paulo Henrique Martins).
Ao realizar esse trabalho sobre a Fundação Terra foi percebida a evidência do caráter VIVO dessa entidade.
Intervenções, dessa espécie, fortalecem a credibilidade em nossos papeis enquanto cidadãos reflexivos, transformadores, que buscam assegurar o bem estar dos atores inseridos num sistema sócio-simbólico, modelo de uma democracia social.
Tenta buscar nos pássaros, não a perfeição do vôo, mas a ânsia dos que lutam por muito mais que um mero lugar seguro para pousar.
(Manoel Affonso de Mello)
ANÁLISE DA INTERVENÇÃO SOCIAL NA COMUNIDADE DA RUA DO LIXO ARCOVERDE-PE.
Recife-PE., agosto de 2000
Libertas Comunidade- UNICAP
Curso de Pós Graduação em Dinâmica de Grupo
Gestão de Equipe
Você já se deu conta de que Deus nunca desiste? Se ainda não havia percebido, observe o mundo ao seu redor. Se você amanhece triste, Deus lhe oferece o canto dos pássaros, antes mesmo do amanhecer, pois seu canto sonoro se faz ouvir quando a noite ainda não se despediu por completo. Se você se sente só no mundo, Deus lhe acena com inúmeras oportunidades de conhecer pessoas e fazer novas amizades, desfazendo essa sensação de abandono. Para aqueles que não gostam dos dias chuvosos, o Criador enfeita as folhas verdes com pequenas gotas brilhantes, como querendo mostrar que a chuva tem seus encantos e belezas. Para quem não gosta dos dias quentes, Deus oferece o espetáculo dos pássaros, em graciosa dança, a dizer que o verão tem sua graça. Aos Seus filhos que não apreciam os dias frios do inverno, Deus mostra as noites mais limpas e cravejadas de estrelas e os dias de céu mais azul, de todas as estações. Deus nunca desiste... Se você ainda hão havia percebido essa realidade, comece a olhar ao seu redor. Há muitos motivos para você acreditar que o criador está sempre fazendo o máximo para que você perceba seu empenho. Só no dia de hoje, quantas mostras da ação de Deus não se podem contemplar?! Se, para você, o dia parece inútil, as situações sem graça e os problemas sem possibilidade de solução, pare e observe melhor. Você notará uma árvore lhe oferecendo sombra, uma flor lhe dando perfume, um pássaro cantando para você, uma borboleta lhe convidando a bailar... porque Deus nunca desiste. Ainda que a morte se apresente como vencedora da vida... Mesmo que se diga o ponto final da relação de amor que nos une a outros seres... Ainda que se proclame devastadora de sentimentos e capaz de aniquilar sonhos... Não se deixe levar por essa farsante cruel... Porque do outro lado do túmulo a morte será desmascarada, porque Deus nunca desiste... E a vida segue estudante. O Criador tem planos de felicidade para você... E jamais desistirá, enquanto você não tomar posse dessa herança que lhe foi destinada. Essa herança está depositada no íntimo de cada um de nós, e mesmo que os milênios se escoem que nos pareça que jamais a conquistaremos, um dia a felicidade será realidade... Deus nunca desiste... Ainda que no dia de hoje você não tenha nenhuma conquista significante, que a tristeza lhe ronde as horas, que a alegria pareça distante e a esperança esteja de férias... Deus nunca não desiste. Quando o hoje partir e nada mais restar de suas horas, Deus lhe acenará com um novo dia, e novas oportunidades surgirão para que você dê mais um passo na direção da felicidade efetiva. E se esta existência não for suficiente para você atingir a felicidade suprema, ainda assim Deus não desistirá... Uma nova oportunidade irá surgir... Uma nova existência lhe será oferecida... E novamente teremos a prova de que... Deus nunca desiste. E se Deus não desiste é porque ele ama cada filho Seu... Graças, Senhor!...Pela graça da vida e da ressurreição!Graças pelo corpo que nos deste, Pelo ar que respiramos, pelo chão que pisamos, Pelo céu que nos cobre! Graças pelo corpo espiritual que há de vir Pela ressurreição em Cristo e pela herança do Reino!É maravilhoso, Senhor, que a Vida Não se limite ao corpo material. É maravilhoso que os mutilados e os cegos, Os mudos e os paralíticos, Os que não gozam de bênção no lar E os que se arrastam na mendicância, Possam esperar de ti a compensação Das suas aflições! É maravilhoso saber que os que choram Serão consolados, Os humildes serão exaltados
No milagre de tua misericórdia! É maravilhoso, Senhor, podermos ter a certeza Da recompensa futura na Vida Eterna, Sabermos que as coisas efêmeras não têm comparação Com a bênção que virá após os nossos sofrimentos! Raças, Senhor, pela paz dos povos Que se abrirá sobre o mundo em pétalas de luz Depois das aflições, das lutas e das guerras! Graças, Senhor, pela graça da fé Que nos reconcilia com a tua justiça E nos permite a graça de te agradecer!
- "Menosprezai vossas tentações e não vos demoreis nelas. Imaginai estar na presença de Jesus. O crucificado se lança em vossos braços e mora no vosso coração. Beijai-Lhe a chaga do lado, dizendo: "Aqui está minha esperança; a fonte viva da minha felicidade. Seguro-vos, ó Jesus, e não me aparto de vós, até que me tenhais posto a salvo"".
- "O amor é a rainha das virtudes. Como as pérolas se ligam por um fio, assim as virtudes, pelo amor. Fogem as pérolas quando se rompe o fio. Assim também as virtudes se desfazem afastando-se o amor".
- "É preciso amar, amar e nada mais".
- "Quando Jesus vem a nós na santa comunhão, encontra alegria em Sua criatura. Por nossa parte, procuremos Nele a nossa alegria."
- "O santo silêncio nos permite ouvir mais claramente a voz de Deus".
- "Quando te encontrares diante de Deus, na oração considera-te banhado na luz da verdade, fala-lhe se puderes, deixa simplesmente que te veja e não tenhas preocupação alguma".
- "Quanto mais te deixares enraizar na santa humildade, tanto mais íntima será a comunicação da tua alma com Deus".
- "Resigna-te a ser neste momento uma pequena abelha. E enquanto esperas ser uma grande abelha, ágil, hábil, capaz de fabricar bom mel, humilha-te com muito amor perante Deus e os homens, pois Deus fala aos que se mantêm diante dele humildemente".
- "Uma só coisa é necessária: estar perto de Jesus".
- "As almas não são oferecidas como dom; compram-se. Vós ignorais quanto custaram a Jesus. É sempre com a mesma moeda que é preciso pagá-las".
- "Imitemos o coração de Jesus, especialmente na dor, e assim nos conformaremos cada vez mais e mais com este coração divino para que, um dia, lá em cima no Céu, também nós possamos glorificar o Pai celeste ao lado daquele que tanto sofreu".
- "O verdadeiro servo de Deus é aquele que usa a caridade para com seu próximo, que está decidido a fazer a vontade de Deus a todo custo, que vive em profunda humildade e simplicidade".
- "O trabalho é tão sagrado como a oração".
- "A maior alegria de um pai é que os filhos se amem, formem um só coração e uma só alma. Não fostes vós que me escolhestes, mas o pai celeste que, na minha primeira missa, me fez ver todos os filhos que me confiava".
- "Rezai e continuai a rezar para não ficardes entorpecidos".
- "As almas! As almas! Se alguém soubesse o preço que custam".
- "O homem sem Deus é um ser mutilado".
- "Deus nunca me recusou um pedido".
Pensamentos de São Padre Pio
gostaria de saber de ti, se conheces ou tem algum vínculo com alguém que usa o pseudonimo de "vaso " ?
Nós juramos que amamos Jesus mas no entanto muitas vezes nós negamos a Sua verdade, como fez Pedro.
Quanto mais nos mostramos cristãos,mais devemos honrar o nome de Cristo, porque se não fizermos isso estaremos traindo a Jesus e as pessoas que confiam em nós.Os evangelistas e catequistas, devem ser como uma seta que orienta e nunca o ponto final que é JESUS.
O nosso exemplo deve ser reto para testemunhar o amor de Cristo, Sua Paz e os mandamentos da Sua justiça, nunca procurar matar a sua palavra com mentiras, maledicências, traições, hipocrisias, maldades,fornicação, idolatria ao dinheiro e aos homens, estímulos a contendas e ao ódio.
Evangelizar não é só afirmar que lemos a Bíblia, mostrar os versículos, provérbios, salmos, a vida de Jesus, devoção aos Santos, vangloriar-se de ser escolhido entre todos.
Evangelizar é convencer da Verdade de Jesus, e o único e verdadeiro caminho para isso em primeiro lugar é dar o exemplo de Cristãos, de Fé, mostrando coerências em nossas ações fora do pecado, e com muita alegria mostrando-se livres das coisas do mundo. Porque os hipócritas Jesus sempre os afastou de perto de Si.
(São João, 8, 31-38)
31. E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos;
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32. conhecereis a verdade e a verdade vos livrará.
33. Replicaram-lhe: Somos descendentes de Abraão e jamais fomos escravos de alguém. Como dizes tu: Sereis livres?
34. Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo.
35. Ora, o escravo não fica na casa para sempre, mas o filho sim, fica para sempre.
36. Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres.
37. Bem sei que sois a raça de Abraão; mas quereis matar-me, porque a minha palavra não penetra em vós.
38. Eu falo o que vi junto de meu Pai; e vós fazeis o que aprendestes de vosso pai.
QUARESMA É TEMPO DE ORAÇÃO E CONVERSÃO
Dia 25 de março começa a Quaresma
Páscoa Antiga (Ex 3,7-15)
Em busca de terras mais férteis e querendo melhorar de vida, os 12 filhos de Jacó e suas famílias, Povo de Israel, foram parar no Egito. No começo tudo corria bem, mas aos poucos, o Povo de Israel virou escravo nas mãos dos faraós do Egito. Sem liberdade, o povo foi também perdendo a consciência da opressão em que vivia esquecendo suas raízes assumindo a mentalidade e a idolatria dos opressores.
Depois de quase 300 anos de opressão, no meio do povo surgiu um líder, seu nome, “Moisés”, Deus revela-se a Moisés como “Javé", nome que quer dizer “ele é”, isto é “Deus quer ser presença libertadora no meio do povo” Moisés sentiu-se chamado por Javé a colaborar na libertação de seu povo. Depois de um longo trabalho para unir e conscientizar o povo, depois de muita luta e sobretudo, com muita ajuda de Deus, Moisés conseguiu fazer o povo sair do Egito foi a “Páscoa (passagem) de libertação”!
Durante a caminhada pelo deserto (40 anos), aos pés do Monte Sinai, aquele povo fez, com Deus uma solene Aliança (pacto), comprometendo-se a viver como verdadeiro Povo de Deus e a seguir os 10 Mandamentos (decálogo Constituição do povo de Deus). A Páscoa de Libertação e a Aliança foram os fatos que, mais profundamente, marcaram o Povo de Israel e toda a sua história. Anualmente o Povo de Deus celebrava a Páscoa, com uma refeição sagrada, durante a qual se comia um cordeiro, símbolo da Aliança e da Libertação.
Quaresma (Mc 1,12-13) Ano litúrgico 'B' começa a quaresma dia 25 de fevereiro/09.
A quarta-feira de Cinzas marca o início da quaresma, tempo de preparação para celebrar, na aurora da Ressurreição do Senhor, a vitória da vida sobre a morte. O período quaresmal lembra os 40 dias que Jesus passou no deserto, preparando-se para sua missão, e os 40 anos em que o povo de Israel andou no deserto rumo a terra prometida. “Do hebreu Peseach, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela se comemora a Passagem de Cristo - "deste mundo para o Pai", da "morte para a vida", das trevas para a luz".
A Páscoa é repleta de símbolos importantes para todos nós. Mesmo nos mais diferentes países e culturas, muitos elementos estão sempre presentes nos rituais há centenas de anos. O mais antigo símbolo da Páscoa é a cor branca, que simboliza a pureza, a paz, vitória, ressurreição e alegria. A cerimônia da imposição das cinza remonta o século X e recorda o tempo em que os penitentes públicos, usavam sacos e cobria a cabeça com cinzas, como sinal de arrependimento de seus pecados e do desejo de mudar de vida. Receber as cinzas na fronte significa manifestar publicamente, a disposição de iniciar um caminho de fé e conversão rumo a Páscoa.
É tempo de penitência, de dar coisas materiais, tempo de amar e perdoar. Todas essas atitudes devem ser vividas em clima de oração e de escuta da Palavra. A Quaresma é tempo de pedir perdão, fazer reconciliação para celebrar e viver a ressurreição do Senhor Jesus. Logo, é tempo de jejum, abstinência e oração. Esse tempo termina no Domingo de Ramos.
Domingo de Ramos (12,12-19) 05 de abril/09
Jesus montado num jumento coberto de mantos, vai a Jerusalém, onde comemora a Páscoa. Pelo caminho o povo espalhava suas capas pelo chão para Jesus passar e o aclamavam com ramos de oliveiras nas mãos. Ao começarem a descer do Monte das Oliveiras, uma multidão de discípulos exultava de alegria. Agradeciam a Deus em voz alta, pelos milagres que viram Jesus fazer e exclamavam seguidamente “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor Paz no Céu e Glória a Deus”.
Quinta-feira Santa (Mt 26,26-29) 09 de abril/09
Jesus antes de entregar sua vida por amor a nós, quis celebrar com seus amigos, os Apóstolos, a Última ceia, na Quinta-feira Santa. Nesta Ceia Ele instituiu a Eucaristia, seu maior sacrifício.
Na noite em que foi preso, pouco antes, Jesus revivia, com seus amigos, a Festa da Páscoa dos Judeus. Naquele momento Jesus, tomando o pão e o vinho da refeição pascal, explicou aos amigos de que ele, como ensinara João Batista, era o verdadeiro cordeiro de Deus, o Libertador, que seria sacrificado para que o mundo fosse liberto do pecado e de suas conseqüências. E pediu para que daquele momento em diante, a Páscoa tivesse outro sentido, mais completo e verdadeiro. E a comemoração fosse a comunhão com ele, o Libertador “Tomai e Comei, isto é meu corpo, entregue... Tomai e Bebei, isto é o meu sangue, sangue da Nova e Eterna Aliança, sangue derramado para a libertação”.
Terminada a Ceia, Jesus foi orar no monte Getsêmani. Ali os Judeus o prenderam e condenado durante a noite de quinta-feira para sexta-feira, no tribunal religioso, Ele foi levado a Pilatos para o processo civil-político. Na Quinta-Feira Santa comemoramos a instituição da Santa Eucaristia e o Lava-Pés.
Sexta-feira Santa (Mc 15,1-39) 10 de abril/09
A Paixão e Morte de Jesus e a conseqüência de toda sua vida dedicada aos outros: “Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos!” (Jo 15,13). Jesus, o Filho de Deus feito gente, assume sobre seus ombros toda injustiça, todo mal, todo pecado da humanidade e oferece sua vida, como cordeiro pascal, pela libertação e pela vida da humanidade. Ele viveu e morreu pela nossa salvação. É tempo de abstinência.
Sábado de Aleluia 10 de abril/09
Vigília Pascal: A Igreja permanece junto ao Santo Sepulcro do Senhor, meditando em Sua Paixão e Morte.
É o silêncio de Deus que se faz sentir e nos prepara para a grande solenidade da Vigília Pascal e, sobretudo para a Manhã da Ressurreição. Nesta celebração, o altar é caracterizado com seus objetos e adornos novamente, que são trazidos em procissão pelo povo. É nesta missa, também, que é aceso o Círio Pascal, aquela grande vela que simboliza a presença da luz de cristo ressuscitado junto a nós. A partir da chama do Círio Pascal, os paroquianos vão acendendo as suas velas, e em poucos minutos toda a Igreja está iluminada somente pelas velas, sem qualquer iluminação artificial! Daí chamamos esta celebração de Missa da Luz.Confira alguns momentos marcantes desta celebração.
Domingo de Páscoa (Lc 24,1-6)
Parecia um fracasso total naquela sexta-feira! Mas o amor é sempre mais forte do que o ódio, a vida é sempre mais forte do que a morte, Deus é sempre mais forte que o homem! E, assim, Jesus ressuscitou! Jesus venceu a morte! Ele é o Senhor! No terceiro dia após a morte de Jesus, num Domingo em que os judeus celebravam a antiga Páscoa da Libertação, os discípulos bem cedinho, foram ao sepulcro, onde tinham enterrado o corpo de Jesus, e o encontraram vazio (Jo20,11-18), esteve com os apóstolos reunidos no Cenáculo (Jo20,19-29), caminhou na estrada de Emaús com dois discípulos (Lc24,13-35). O fato da ressurreição de Jesus Cristo continua sendo o centro da nossa fé, a alegria, a certeza e a força que impulsiona nossa vida de cristãos.
JESUS RESSUCITOU, quer dizer que... O Crucificado está vivo! Vivo na Glória do Pai, intercedendo por nós, como Senhor do Universo! Vivo sempre presente na história dos homens como libertador e salvador da humanidade. Vivo e presente, de modo especial, em sua Igreja e em nossa vida de cristãos: como nosso Senhor. Mas reparem em todas as aparições do Ressuscitado, os Evangelhos fazem notar que seus discípulos não o reconhecem imediatamente nem facilmente. Isso quer dizer que precisamos reconhecer Jesus presente em nossa vida, com os olhos da fé.
... Ele venceu o mal e o pecado da humanidade. As forças do mal, da injustiça, da violência, do pecado, já foram vencidas pela raiz, Jesus Cristo é o Senhor e Libertador! A vida, o amor e a graça de Deus são mais fortes do que o mal. A Páscoa de libertação, já está em andamento, dentro de cada um de nós e no mundo. E na força de Cristo Ressuscitado, nosso Senhor, que podemos realizar, cada dia a nossa Páscoa, libertando-nos do egoísmo e do pecado, para sermos homens novos e viver uma Nova Vida.
... Como Ele e com Ele, nós também havemos de ressuscitar, vencendo o último mal, a morte. A ressurreição de Jesus é o penhor e a certeza da nossa própria ressurreição ( 1Ts4,13-14 ).
Debater: O que podemos fazer para realmente viver a Páscoa?
Ler e refletir: IICor 4, 14 – 5,1
As cinzas: “Converteu-vos a mim de todo o vosso coração” (Jl 2,12).
Recorda-nos a nossa condição débil e caduca. Põe-nos diante da nossa fragilidade.
Expressa a conversão, o desejo de libertar-nos do mal que há em nós no caminho para a Páscoa. É um gesto de humildade e de súplica diante do Deus da Vida. É um sinal de começo. Com as cinzas começamos o caminho para a Páscoa. Recorda-nos que a vida é cruz, morte, renúncia; mas por sua vez assegura-nos que o programa pascal é deixar-se alcançar pela Vida nova e Gloriosa do Senhor Jesus. Das cinzas Dios saca vida, como o grão de trigo que se afunda na terra. É símbolo de que participamos da cruz de Cristo, para com Ele passar à Vida. Um sinal pedagógico que nos recorda a nossa debilidade e o nosso pecado para que deixemos Deus atuar em nós, incorporar-nos na ressurreição de seu Filho e lavar-nos com a água batismal da Páscoa. Recorda-nos que ser cristão supõe uma luta contra o mal que há em nós e à nossa volta.
A Cruz:
“Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me” (Lc 9, 23).
Símbolo predileto para representar Cristo e o seu mistério de salvação. Símbolo da nova aliança realizada na Páscoa de Jesus.
Ilumina a nossa vida. Dá-nos esperança. Ensina-nos o caminho. Assegura-nos a vitória de Cristo. Compromete-nos a seguir o mesmo estilo de vida de Jesus para chegar à nova existência do ressuscitado. Na cruz está concentrada a Boa Nova do Evangelho
O sinal da Cruz.
Gesto simples cheio de significado. Este sinal da Cruz é uma verdadeira confissão da nossa fé: Deus salvou-nos na Cruz de Cristo. É um sinal de pertença: ao fazer sobre a nossa pessoa este sinal é como se disséssemos: estou batizado, pertenço a Cristo, Ele é o meu Salvador, a Cruz de Cristo é a origem e a razão de ser da minha existência cristã. O repetir o gesto recorda-nos que estamos salvos, que Cristo tomou posse de nós, que estamos de uma vez para sempre benzidos pela Cruz que Deus traçou sobre nós. Desde o batismo estamos assinalados com a Cruz de Cristo como sinal de pertença, com o compromisso de conhecê-lo e segui-lo e como prova de que Cristo nos fortalece com o sinal da sua vitória
Uma vida segundo a Cruz. Quando colocamos uma Cruz em nossas casas, ou a vemos na Igreja, ou fazemos o sinal da Cruz ao começar o dia, ao sair de casa, ao começar a Eucaristia ou ao receber a bênção final, deveríamos dar ao nosso gesto o seu autêntico sentido. Deveria ser um sinal da nossa alegria por sentir-nos salvos por Cristo, por pertencer-lhe desde o Batismo. Um sinal de vitória e de glória: como cristãos nos “gloriamos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal 6,14). E deixamo-nos abarcar, consagrar e bendizer por ela. A imagem ou sinal da Cruz repetida quer ser um compromisso: indicar-nos o caminho “pascal” de morte e ressurreição, que Cristo já percorreu, e que nos convida agora a nós a percorrer.
Convida-nos a escutar e assimilar uma mensagem de salvação e esperança, de morte e ressurreição, de vida cristã entendida como serviço.
Recorda-nos também todos os que sofrem no nosso mundo. Cristo na Cruz é como o porta-voz de todos os que choram e sofrem, por sua vez é a garantia e a proclamação de vitória para todos.
Temos que reconhecer na Cruz todo o seu conteúdo, para que não seja um símbolo vazio. E então sim, pode ser um sinal que alimente a nossa fé e o estilo de vida que Cristo nos ensinou.
O Jejum solidário: “Dias hão de vir em que lhe tirarão o esposo, e então jejuarão” (Mt 9, 15).
É uma voz profética para recordar-nos que tudo é bom, mas relativo, que os valores materiais não são absolutos, que há que cuidar dos valores sobrenaturais. Torna-nos livres. Optar contra a espiral consumista que a sociedade de hoje nos está impondo. Ensina-nos a sentir em nós mesmos a debilidade dos que se vêem obrigados a jejuar por necessidade todo o ano. Ensina-nos misericórdia. Converte-nos em mais transparentes e disponíveis para os outros, menos cheios de nós. Educa-nos o egoísmo e a auto-suficiência e a abrir-nos mais a Deus e aos irmãos. Sinal sacramental da nossa entrada na Vida de Páscoa. O mistério que celebramos é Morte e Ressurreição. Por isso a nossa sintonia com ele é também morte, renúncia, jejum, sacrifício, e ressurreição, aceitação da nova vida. Converte-se em sinal exterior da nossa conversão, símbolo da nossa luta contra o mal e o pecado, da nossa aceitação em incorporar-nos na Cruz de Cristo e na sua Vida Pascal.
Jejuar com alegria.
Muitas pessoas jejuam por motivos distintos: para estar em forma, por prescrição médica, por inspiração de espiritualidades orientais, para dar a conhecer a decisão de conseguir um objetivo, porque não têm que comer.
Os cristãos realizamos este gesto do jejum para expressar a nossa vontade de conversão à Páscoa de Cristo. No meio de uma sociedade que estimula o gasto e a satisfação de todo o tipo, os cristãos fazemos um gesto profético de protesto: o jejum. Que não consiste tanto num exercício corporal de ascética, mas que quer ser a linguagem simbólica de uma atitude interior. Realizamo-lo com alegria, sem alardes de virtude, sem buscar o aplauso e a admiração dos homens: “Quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas que desfiguram o rosto para que os outros vejam que jejuam” (Mt 6,16). Fazemo-lo com uma dimensão comunitária: toda uma comunidade paroquial, apostólica, religiosa, ou familiar assume um compromisso coletivo de jejum com conseqüências econômicas de ajuda aos mais necessitados. É um gesto que seguirá sendo sempre educador e pedagógico: que por sua vez nos ajuda a expressar o nosso controle sobre nós mesmos e a abrir-nos a Deus e aos nossos irmãos.
Jejum agradável aos olhos de Deus. Estende a mão ao teu inimigo. Mantém uma atmosfera de paz no teu trabalho e na tua família. Tem valentia e confessa a tua fé em Cristo quando for necessário. Descobre as necessidades dos mais próximos. Liberta-te de algum capricho: álcool, tabaco, T.V. Busca o silêncio
O caminho: “Jesus viu um publicano chamado Levi, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: “Segue-Me” (Lc 5,27).
A vida cristã é seguir Jesus, é fazer caminho. Os primeiros cristãos identificaram com freqüência a fé com o caminho (Act 9,2). Paulo fala da corrida de um cristão (Ga 2,2; 5,7; 1 Co 9,24-26).
A Igreja peregrina na terra, a Igreja em marcha (LG 9) é a expressão simbólica de um povo que persegue uma meta e para ela se põe a caminho. Como Israel no Antigo Testamento caminhou como povo para a liberdade rumo a terra prometida, a Igreja está sempre em marcha. As diversas classes de procissões, peregrinações e deslocações dentro das celebrações na Quaresma, são como um símbolo desta realidade.
A comunidade:
“Sai” de um lugar, abandona uma situação e um estilo de vida, uma vida de pecado, converte-se, “caminha em união”, uns com outros em fraternidade, sublinhando assim a comum unidade dos cristãos no seu caminho de conversão. Para uma “meta”, que pode ser um santuário, uma igreja, ou o altar para a comunhão: sempre um lugar simbólico do mistério cristão, num processo de identificação com o que isto quer significar.
O “marchar”,
o caminhar na vida cristã e mais na celebração, vem a ser uma parábola da Igreja em caminho. Uma comunidade escatológica que de certo modo se transcende a si mesma e avança para a meta proposta. Que se sente peregrina, sem se fixar excessivamente nem num lugar nem numa situação.
O “Caminhar é uma expressão de que viajamos com esperança, com os pés no “hoje e aqui” e convencidos da presença de Cristo no meio de nós, companheiro de caminho, como em Emaús: Cristo é o caminho.
A QUARESMA É TEMPO DE ORAÇÃO E CONVERSÃO
Mensagem 01/03 1995
Meu filho, Eu Sou a Rainha da Paz e contigo agora estou.
Bento, Meu filho, Me alegro toda vez que posso falar contigo e pedir para que transmitas aos outros filhos o Meu pedido de Mãe que sofre tanto. Nas Minhas aparições pelo mundo, venho pedindo a conversão de todos para que não deixem de rezar, pois Eu não agüento mais ver o mar de lama em que os Meus filhos estão entrando. O diabo Me odeia tanto, que se fosse possível ele Me eliminaria para não incomodar mais os seus planos.
Veja, Meu filho, que o Meu coração de Mãe não pára de doer. As lágrimas que continuam caindo da Minha imagem são verdadeiras, não é truque de quem quer que seja. Este sinal, Meu filho, é pela reparação dos que estão se afastando do Meu Filho Jesus, por eles choro. A beleza que tenho em Meu rosto, dia após dia, está se desfigurando como uma pétala de rosa que murcha para cair. Este sofrimento que estou passando é uma passagem que não tive antes, a não ser quando mataram o Meu Filho Jesus. Mas logo reconheci que foi para o bem da humanidade que Ele sofreu as piores dores do mundo, e que um homem, na terra, não agüentaria uma hora sequer.
Agora, Meu filho Bento, começa a quaresma. É tempo de oração e de conversão, mas onde está o respeito por esses quarenta dias em que Jesus sofreu pelos pecados dos homens? Não há lugar na terra onde os governantes proíbam, nestes dias, a diversão, a imoralidade e o desrespeito. É demais! Estou sempre com os Meus olhos cheios de lágrimas, não fico tempo nenhum com eles enxutos só por Meus filhos estarem fazendo o que o diabo quer. As Minhas bênçãos Eu não paro de lançar sobre a terra, defendendo-a do enorme castigo que o diabo já tinha formado.
A respostas do Meu Amor, Meus filhos, não estão entendendo? Esqueceram que Deus também pôs em Minhas Mãos a segurança da Sua grandeza. Elas foram-Me dadas por ser Eu a Mãe de todos e uma Mãe amo-rosa não quer perder os seus filhos, mas este reconhecimento é feito por poucas almas que ainda vivem na face da terra. É como, Meu filho, se o mundo estivesse pendurado por um cordão que o está segurando para não despencar. Meu Filho Jesus não cansa de orar por estes que ainda aguardam a Sua volta, porque Ele sabe que mesmo o pouco que tem é fiel a Ele.
Bento Meu filho, como Rainha da Paz te peço que nas tuas orações incluas as pessoas que confiam em ti, porque algumas delas ainda podem cair em tentação. Isto, porque o diabo está cada vez mais feroz, ele está fazendo miséria na face da terra. Mas com as tuas orações Bento, que és um porta-voz de Deus, tens força de salvar muita gente que ainda está em dúvida.
Meu filho, cada alma que tu conseguires livrar do satanás mais aumenta o teu poder na terra. Meu Filho Jesus está contigo dia e noite, Ele te ama muito. Filho querido, como Mãe de todos Me orgulho da tua coragem, és uma pessoa de grande brilho que de longe se vê. Confio em ti pelo trabalho e dedicação que colocaste à inteira disposição do Meu Santo Filho Jesus.
As preces feitas por uma boca que louva a Deus todos os dias, são como um rio de maior correnteza que leva para o mar. Tudo funciona na mais perfeita união. Água pura não se desperdiça, pois ela é sempre boa e saborosa. Assim, Meu filho, os teus cantos e louvores enchem muitos corações que estão com sede de receber a Água da Vida. A fonte que jorra sem parar para muitos matarem a sede é colocada no meio de todos os filhos de Deus. O seu fundamento sai diretamente da fonte principal; é um poço que Deus criou para saciar a muitos. Essa fonte produz a melhor essência que um filho pode beber, porque tem o sinal de Javé.
Meu filho Bento, onde quer que tu vás Eu, Sua Mãe, estou sempre a teu lado, como também Meu Santo Filho Jesus. Eu não poderia Me despedir agora sem te pedir novamente que lutes com toda a força do teu coração a tua recompensa será grande. E aos outros Meus filhos: Não se deixem dominar pelo diabo, rezem, rezem sem parar, para que Eu, Vossa Mãe, possa defendê-los das grandes tragédias que irão acontecer.
Minhas bênçãos de Mãe que continua sofrendo e chorando por todos.
Obrigada, Meus filhos. Eu vossa Mãe amo a todos.
Maria, Rainha da Paz
REFLITA NESTA QUARESMA
"Alma que amo, por que Me desprezas? Não basta que Me ofendam os mundanos? Mas tu, por que Me tratas assim?..."
"Aquele que nunca precisa de perdão não é o mais feliz, mas antes aquele que teve de se humilhar muitíssimas vezes!"
"Não preciso de nada mais, em minhas almas, senão do abandono e do amor... sim, amor ao Coração que se consome de Amor!"
"Sim, amo todas as almas, mas com que predileção as que são mais fracas e mais pequenas!"
"Sabeis que espero de vós reparação e amor. O amor se prova com atos."
"Retirei-Me ao Jardim de Getsêmani, isto é, à solidão. Assim a alma há de procurar a seu Deus, longe de tudo, dentro de si mesma."
"Em vez de Me amarrares tu com teus pecados, Eu é que te prenderei com os laços do Meu Amor."
"Não creias que Eu possa cessar de te amar por causa de tuas misérias! Não, meu Coração te ama e jamais te abandonará." "Vós Me ofendestes: Eu vos perdôo...".
"Vós Me perseguistes: Eu vos amo!"
"Vós Me feristes com palavras e com ações. Eu quero fazer-vos bem e abrir para vós os Meus tesouros!"
"Vós, que procurais amor e que nunca vos sentis saciados, fostes feitos para amar não o que passa, mas o que é eterno..."
"Aquele que nunca precisa de perdão não é o mais feliz, mas antes aquele que teve de se humilhar muitíssimas vezes!"
"Alma que amo, por que Me desprezas? Não basta que me ofendam os mundanos? Mas tu que Me és consagrada, por que me tratas assim?..."
"Rouba-Me o Coração com o teu amor e dele farás o quanto quiseres." "Se não fossem as vossas ingratidões e os vossos pecados que Mo impedem, por vós faria verdadeiras loucuras de amor, tão extremosamente vos amo."
"Imagina que neste mundo só existimos nós dois. Como podes amar e ir em busca do afeto e estima de quem já para ti não existe?"
"Deveríeis todos andar transbordantes de amor para Comigo, tão providente e bondoso sou para cada um de vós."
"O puro amor e a genuína espiritualidade não se alcançam senão através do pleno desapego de todos e de tudo."
"Porque Me compadeço de tuas faltas? Porque te amo e não sei resistir a dor que experimentas com elas, se te voltares confiadamente para Mim, implorando auxilio e perdão. O vosso olhar, quando chega ao Meu Coração, é capaz de o comover todo."
"Se desejas ser a preferida, sê a mais humilde."
"Guarda silêncio quanto puderes e muitas das tuas faltas se não repetirão mais."
"Fala menos com as criaturas e chega-te a Mim para Me escutares..."
"Não te parece que é mais fácil guardar silêncio que falar bem?"
"Se Eu, Sabedoria Eterna, falei tão pouco, quanto mais deves tu guardar silêncio, que nem sequer és capaz de falar com ponderação!"
"Estou ansioso para que bem depressa a nossa união chegue a ser perfeita, num místico esponsalício, com igual sinceridade afetiva."
Escritos de São Francisco
CARTA AOS FIÉIS
( Exortação aos irmãos e irmãs da penitência)
Em nome do Senhor
(Cap. II) Dos que não fazem penitência
(Exortação aos irmãos e irmãs da penitência) Em nome do Senhor! (Cap. II) Dos que não fazem penitência Todos aqueles e aquelas, porém, que não fazem penitência, não recebem o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivem no vício e no pecado, no caminho da má concupiscência e dos maus desejos de sua carne, não observam o que prometeram ao Senhor, servem ao mundo com seu corpo cedendo aos desejos carnais, às solicitudes e aos cuidados deste mundo: escravos do demônio, de quem são filhos e cujas obras praticam (cf. Jo 8,41), são cegos, porque não vêem a verdadeira luz, Nosso Senhor Jesus Cristo. Não possuem a sabedoria espiritual porque não possuem o Filho de Deus, que é a verdadeira sabedoria do Pai. E é deles que se diz: "Sua sabedoria foi tragada" (Sl 106,27), "malditos os que se apartam de teus mandamentos" (Sl 118,21). Vêem e conhecem, sabem e fazem o mal, perdendo eles mesmos suas almas. Reparai, ó cegos, enganados pelos vossos inimigos, a carne, o mundo e o demônio: é agradável ao corpo praticar o pecado e amargo servir a Deus. Pois, como diz o Senhor no Evangelho (cf. Mc 7,21), todos os vícios e pecados "procedem do coração do homem". Nada tendes de bom neste mundo nem no outro. E pensais fruir por muito tempo das vaidades deste mundo, mas vos enganais, porque virá o dia e a hora na qual não pensais, e que ignorais completamente. Adoece o corpo, a morte chega e deste modo morre na amargura da morte. Onde, quando e como quer que um homem venha a morrer em pecado mortal, sem penitência e satisfação, se pode satisfazer e não satisfaz, o demônio lhe arranca a alma do corpo sob tal angústia e tribulação, que ninguém pode saber a não ser quem o experimenta em si mesmo. Todos os talentos, todo poder, toda "ciência e sabedoria" (2Cr 1,12) que julgavam possuir "ser-lhes-ão tirados" (cf. Lc 8,18; Mc 4,25). Deixam seus bens aos parentes e amigos. Estes se apossam deles e os distribuem entre si e depois dizem: "Maldita seja sua alma, porque ela poderia ter dado e ganho para nós muito mais e não o fez". Os vermes devoram o corpo e a alma neste breve século, indo para o inferno, onde serão atormentados por toda a eternidade.
A todos que receberem esta carta, rogamos na caridade, que é Deus (cf. 1Jo 4,16), que acolham benignamente, com divino amor, estas odoríferas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo. E os que não sabem ler façam-nas ler com freqüência por outros, tenham-nas consigo e as ponham em prática numa vida santa até ao fim, pois "são espírito e vida" (Jo 6,63). E aqueles que as não observarem terão de "dar contas delas no dia do último juízo" (Mt 12,26), "diante do tribunal de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Rm 14,10).
- ESCRITOS DE SÃO FRANCISCO -
CARTA A TODOS OS CLÉRIGOS
Consideremos todos nós clérigos o grande pecado e ignorância que alguns manifestam com relação ao Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo e seu Santíssimo Nome, e palavras escritas que tornam santamente presente o Corpo (de Cristo). Sabemos que o corpo não pode estar presente se antes não for tornado presente pela palavra. Pois nada temos nem vemos corporalmente d'Ele, do próprio Altíssimo, neste mundo, senão o Corpo e o Sangue, os nomes e as palavras pelas quais fomos criados e remidos "da morte para a vida" (I Jo 3,14). Logo, todos aqueles que administram tão sacrossantos mistérios e especialmente aqueles que os ministram sem a reta discrição, considerem no seu intimo como são vulgares os cálices, corporais e panos de linho sobre os quais é oferecido em sacrifício o Corpo e Sangue de Nosso Senhor. E muitos o guardam em lugares bem comuns e o levam de modo lamentável (pela rua) e o recebem indignamente e o ministram indiscriminadamente. Igualmente os seus nomes e palavras escritas são às vezes calcados aos pés; pois "o homem animal não percebe as coisas de Deus" (I Cor 2,14). Não excitam porventura tais fatos a nossa piedade e devoção por esse bom Senhor quando se digna vir colocar-se Ele próprio em nossas mãos e nós o tocamos e o recebemos todos os dias em nossa boca? Ou ignoramos que um dia havemos de cair em Suas mãos? Emendemo-nos, pois depressa e firmemente dessas e de outras faltas. Onde quer que o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que o tirem dali para colocá-lo e encerrá-lo num lugar ricamente adornado. De modo igual sejam recolhidos e colocados em lugar decente os nomes e palavras escritos do Senhor sempre que forem encontrados em lugares imundos. Sabemos perfeitamente que estamos estritamente obrigados a observar tudo isto, em virtude dos Mandamentos do Senhor e dos preceitos da santa Mãe Igreja, e os que o não fazem saibam que deverão prestar contas perante Nosso Senhor Jesus Cristo no dia do juízo. E os que mandarem copiar esta carta a fim de que seja mais amplamente observada saibam que serão abençoados por Deus nosso Senhor.
Frei Francisco, o menor dos servos de Deus.
Quem é você, Francisco?
Hoje sou seu irmão, mas fui um jovem, que procurava o prestígio, a riqueza e o poder... Vivi uma juventude agitada e superficial, mas senti um grande vazio...
Foi então, quando me encontrei com o Bom Amigo Jesus, e O vi pobre e crucificado... Tomei minha decisão quando vi que Jesus se fez pobre por nós... Quando ouvi que nos mandava ser irmão de todos... Quando O vi humilhado e servindo, sem ter onde reclinar a cabeça.
Ele me conduziu entre os pobres e os leprosos, entre os mendigos e entre os que desconheciam o Evangelho.
E me propus a seguir Seus passos... Quis ser um semeador de Paz e Bem para todos os homens... Quis compartilhar as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias de toda a humanidade.
Descobri então o que significa realmente o amor a Deus e o amor aos irmãos... É Ele que nos ensina que temos um Pai em quem confiar... E que esse Pai é o Único, total e Sumo Bem.
São Francisco de Assis Cantor da Paz e da Alegria.
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